Eternidade

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quarta-feira, 19 de setembro de 2012

IMORTALIDADE: Triunfo do Espírito



 A imortalidade é de todos os tempos. A ameba, por exemplo, sendo um dos organismos unicelulares mais simples, pode ser considerada como imortal, porquanto, à medida que envelhece, graças ao fenômeno da mitose, dá lugar a duas outras, ricas de vida, e assim, sucessivamente. Jamais ocorre a morte do elemento inicial.
Assim sucede com a vida humana,do ponto de vista do ser espiritual, que enseja a cada um experienciar o que é sempre melhor para si mesmo.
O impositivo que se apresenta é o de viver o presente, em razão de o passado apresentar-se já realizado, enquanto o futuro se encontra ainda em construção.
Atingir o máximo das suas possibilidades no momento que passa, constitui o desafio que não pode ser ignorado.
Essa mecânica, porém, é produzida pelo amor, que deve orientar a inteligência na aplicação das suas conquistas.
Isso significa um esforço individual expressivo, que se torna seletivo em benefício do conjunto social.
À semelhança do que ocorre no organismo, em que nenhuma célula trabalha unicamente em favor de si mesma, porém do conjunto que deve sempre funcionar em harmonia, vão surgindo os padrões de comportamento que dão lugar às tendências universais em torno da vida, que se processa de acordo com o mecanismo da evolução. Cada parte que constitui o órgão está sempre preparada para transformar-se em favor de um elemento maior e mais expressivo.É uma verdadeira cadeia progressiva, infinita,até o momento em que se encerra o ciclo vital e a matéria se desagrega em face do fenômeno biológico da morte.
Todo esse processo tem lugar sob o controle do Espírito que modela a organização de que se serve através do seu invólucro semimaterial, e quando se dá a desarticulação das moléculas, eis que se libera e prossegue indestrutível no rumo da plenitude, quando se depura de todas as imperfeições resultantes do largo período da evolução.
Essa busca pode ser também denominada como a da iluminação, cuja conquista elimina o medo dos equívocos, da velhice, das doenças, da morte, porquanto enseja a consciência da imortalidade, dessa forma, do prosseguimento da vida em todas as suas maravilhosas nuanças que se apresentam em outras dimensões, em outros campos vibratórios.
Essa iluminação propicia o despertar do sonho, da ilusão em torno dos objetivos da existência, tornando o ser consciente de tudo que pode realizar por si mesmo e pela sociedade.
Por mais que postergue essa conscientização, momento chega em que o Espírito sobrepõe-se ao ego e rompe o limite do intelecto, conquistando a visão coletiva sobre o infinito.
É quando se autoanalisa, voltando-se para dentro e descobrindo os tesouros inabordáveis da imortalidade, buscando no coração as forças que lhe são necessárias para a entrega à autoiluminação.
Como bem assinalou Jesus: O Reino dos Céus está dentro de vós, portanto, do Espírito que se é e não do corpo pelo qual se manifesta.
Esse mecanismo é possível de ser ignorado, quando a pessoa resolve-se pela remoção das trevas que ocultam o conhecimento de si mesma, deixando-a confusa, a fim de que se estabeleça a pujança do amor franco e puro, gentil e corajoso que não conhece limites...
A imortalidade é, pois, a grande meta a ser atingida.
Cessasse a vida, quando se interrompesse o fenômeno biológico pela morte, e destituída de significado seria a existência humana, que surgiu em forma embrionária aproximadamente há dois bilhões de anos... Alcançando o clímax da inteligência, da consciência e das emoções superiores, se fosse diluída, retornando às energias primárias, não teria qualquer sentido ético-moral nem lógico ou racional.
Muitos, entre aqueles que assim pensam, que a vida se extingue com a morte, certamente rebelam-se contra os conceitos ultrapassados de algumas doutrinas religiosas em torno da Justiça Divina após a morte, com as execuções penais de natureza eterna e insensata.
Considerada, porém, como o oceano gerador da vida, a imortalidade precede ao estágio atual em que se movimenta o ser humano e sucede-o, num vir-a-ser progressista sempre melhor e mais grandioso.
Existe o mundo imaterial, causal, de onde procede o hálito da vida, que impregna a matéria orgânica e a impulsiona na sua fatalidade biológica, e aguarda o retorno desse princípio inteligente cada vez mais lúcido e rico de complexidades do conhecimento e do sentimento.
Desse modo, o sentido existencial é o de aprimoramento pessoal com o conseqüente enriquecimento defluente da sabedoria que conduz à paz.
Ninguém se aniquila pela morte.
A melhor visão em torno da imortalidade é contemplar-se um cadáver do qual afastou-se o agente vitalizador, o Espírito que o acionava.
Não morrendo jamais a vida, todo o empenho deve ser feito em seu favor, de modo que a cada instante se adquiram melhores recursos de iluminação, de compaixão, de beleza, de harmonia.
Desse modo, não morreram também aqueles que a desencarnação silenciou, velando-os com a paralisia dos órgãos a caminho da decomposição.
Eles prosseguem na caminhada ascensional e mantêm os vínculos sentimentais com aqueloutros que lhes eram afeiçoados ou não, deles recordando-se e desejando intercambiar, a fim de afirmar que continuam vivendo conforme eram.
Se fizeres silêncio íntimo ao recordar-te deles, em sintonia com o pensamento de amor, eles poderão comunicar-se contigo, trazer-te notícias de como e de onde se encontram, consolando-te e acalmando-te, ao tempo em que te prometem o reencontro ditoso, mais tarde, quando também soar o teu momento de retorno.
Ao invés da revolta inútil porque se foram, pensa que a distância aparente é apenas vibratória e conscientiza-te de que nada aniquila o amor, essa sublime herança do Pai Criador.
Utiliza-te das lembranças queridas e envia-lhes mensagens de esperança e de ternura, de gratidão e de afeto, de forma que retemperem o ânimo e trabalhem pela própria iluminação, vindo em teu auxílio, quando as circunstâncias assim o permitirem...
Não os lamentes porque desencarnaram, nem os aflijas com interrogações que ainda não te podem responder.
Acalma a ansiedade e continua amando-os, assim contribuindo para que permaneçam em paz e cresçam na direção de Deus sendo felizes. 


A morte é a desveladora da vida em outras expressões.
Jesus retornou da sepultura vazia para manter o contato com os corações queridos, confirmando a grandeza da imortalidade a que se referira antes, demonstrando que o sentido existencial é o da aquisição dos tesouros do amor e da amizade, para a conquista da transcendência.
Ora pelos teus desencarnados, envolve-os em carinho e vive com dignidade em homenagem a eles, que te esperam além da cortina de cinza e sombra, quando chegar o teu momento de libertação.



Joanna de Ângelis
Página psicografada pelo médium Divaldo P. Franco,
na tarde de 19 de maio de 2008, Esch, Ducado de Luxemburgo.
Em 01.02.2009.

SUICIDAR-SE, NUNCA!



 

Meu caro leitor, se você é daquelas pessoas que está enfrentando difícil fase de sua existência, com escassez de recursos financeiros, enfermidades ou complexos desafios pessoais (na vida familiar ou não) e está se sentindo muito abatido, gostaria de convidá-lo a uma grave reflexão.

Todos temos visto a ocorrência triste e dramática daqueles que se lançam ao suicídio, das mais variadas formas. A idéia infeliz surge, é alimentada pelo agravamento dos problemas do cotidiano e concretiza-se no ato infeliz do auto-extermínio.

Diante de possíveis angústias e estados depressivos, não há outro remédio senão a calma, a paciência e a confiança na vida, que sempre nos reserva o melhor ou o que temos necessidade de enfrentar para aprender. Ações precipitadas, suicídios e atos insanos são praticados devido ao desespero que atinge muitas pessoas que não conseguem enxergar os benefícios que as cercam de todos os lados.

Mas é interessante ressaltar que estes estados de alma, de desalento, de angústias, de atribulações de toda ordem, não são casos isolados. Eles integram a vida humana. Milhões de pessoas, em todo mundo, lutam com esses enigmas como alunos que quebram a cabeça tentando resolver exercícios de física ou matemática. Mas até uma criança sabe que o problema que parece insolúvel não se resolverá rasgando o caderno e fugindo da sala de aula.

Sim, a comparação é notável. Destruir o próprio corpo, a própria vida, como aparente solução é uma decisão absurda. Vejamos os problemas como autênticos desafios de aprendizado, nunca como castigos ou questões insuperáveis. Tudo tem uma solução, ainda que difícil ou demorada.

O fato, porém, é que precisamos sempre resistir aos embates do cotidiano com muita coragem e determinação. Viver é algo extraordinário. Tudo, mas tudo mesmo, passa. Para que entregar-se ao desespero? Há razões de sobra para sorrir, rir e viver...!



 
O suicídio é um dos maiores equívocos humanos, para não dizer o maior. A pessoa sente-se pressionada por uma quantidade variável de desafios, que julga serem problemas sem solução, e precipita-se na ilusão da morte. Sim, ilusão, porque ninguém consegue auto-exterminar-se. E o suicídio agrava as dificuldades porque aí a pessoa sente o corpo inanimado, cuja decomposição
experimenta com os horrores próprios, pressionada agora pelo arrependimento, pelo remorso, sem possibilidade de retorno imediato para refazer a própria vida. Em meio a dores morais intensas, com as sensações físicas próprias, sentindo ainda a angústia dos seres queridos que com ele conviviam, o suicida torna-se um indigente do além.

Como? Sim, apenas conseqüências do ato extremo, nunca castigo. Isto tudo por uma razão muito simples: não somos o corpo, estamos no corpo. Somos espíritos reencarnados, imortais. E a vida nunca cessa, ela continua objetivando o aprimoramento moral e intelectual de todos os filhos de Deus. Suicidar-se é ilusão. Os desafios existenciais surgem exatamente para promover o progresso, convidando à conquista de virtudes e o desenvolvimento da inteligência. A oportunidade de viver e aprender é muito rica para ser desprezada. E quando alguém a descarta, surgem conseqüências naturais: o sofrimento físico, pela auto-agressão e o sofrimento moral do arrependimento e da perda de oportunidades. Muitos talvez, poderão perguntar-se: Mas de onde vem essas informações?

A Revelação Espírita trouxe essas informações. São os próprios espíritos que trouxeram as descrições do estado que se encontram depois da morte. Entre eles, também os suicidas descrevem os sofrimentos físicos e morais que experimentam. Sim porque sendo patrimônio concedido por Deus, a vida interrompida por vontade própria é transgressão à sua Lei de Amor. Como uma criança pequena que teima em não ouvir os pais e coloca os dedos na tomada elétrica.

Para os suicídios há atenuantes e agravantes, mas sempre com conseqüências dolorosas e que vão requerer longo tempo de recuperação. Deus, que é Pai bondoso e misericordioso, jamais abandona seus filhos e concede-lhes sempre novas oportunidades. Aí surge a reencarnação como caminho reparador, em existências difíceis que apresentam os sintomas e aparências do ato extremo do suicídio. Há que se pensar nos familiares, cônjuges, pais e filhos, na dor que experimentam diante do suicídio do ser querido. Há que se pensar no arrependimento inevitável que virá. Há que se ponderar no desprezo endereçado à vida. Há, mais ainda, que se buscar na confiança em Deus, na coragem, na prece sincera, nos amigos (especialmente o maior deles, Jesus), a força que se precisa para vencer quaisquer idéias que sugiram o auto-extermínio.

Meu amigo, minha amiga, pense no tesouro que é tua vida, de tua família! Jamais te deixes enganar pela ilusão do suicídio. Viva! Viva intensamente! Com alegria! Que não te perturbe nem a dificuldade, nem a enfermidade, nem a carência material. Confie, meu caro, e prossiga!
 
 
 
 

Fonte: Portal do Espírito

A Sintonia é Lei



A mente plasma, no fluido cósmico, sob o império da vontade, o que mais ambiciona, vitalizando com as ações que são decorrência dos desejos acalentados, o que lhe servirá de suporte para a elevação espiritual ou armadilha para a queda.

Em lugares onde o comportamento mental é pernicioso, idêntico em muitas pessoas pela gama de interesses vividos, surgem redutos de incúria e sofrimento espiritual, que se ampliam de acordo com a continuidade de exteriorizações psíquicas, como graças ao volume e teor delas. A recíproca é verdadeira: onde se concentram tônus psíquicos superiores, abrem-se vias de comunicação com as Esferas elevadas, surgem construções de paz e Espíritos benignos convivem com as almas que se lhes afinam.


A sintonia, no Universo, como a gravitação, é lei da vida. Vive-se no lugar e com quem se deseja psiquicamente, mesmo que se não o frua na esfera física. As respostas da Vida são conforme o conteúdo dos pedidos e não de acordo com a embalagem exterior… Há um intercâmbio vibratório em todos e em tudo, respondendo pela harmonia universal.



Manoel Philomeno de Miranda (Espírito) 
Livro: Nas Fronteiras da Loucura, Médium: Divaldo P. Franco

Léon Denis



Conserva tua alma sem máculas, tua consciência sem remorsos.

Todo pensamento, todo ato mau atrai as impurezas mundanas;

todo impulso, todo esforço para o Bem

centuplica as tuas forças e far-te-á comunicar

com as potências superiores.

MENSAGEM DO DIA...


O ESPIRITISMO, por Hammed




"O Espiritismo é a nova ciência que vem revelar aos homens, por provas irrecusáveis, a existência e a natureza do mundo espiritual, e suas relações com o mundo corporal; ele no-la mostra, não mais como uma coisa sobrenatural, mas, ao contrário, como uma das forças vivas e incessantemente ativas da Natureza..."
(O Evangelho Segundo o Espiritismo, Cap. I, item 5)



Uma visão sobre a Vida Maior renasce no século XIX na França: verdadeiro ato heróico fez o notável professor Allan Kardec, ao trazer toda uma idéia sobre espiritualidade para o Velho Mundo, até então adormecido pelas doutrinas materialistas e lucrativas vigentes na época.

O Estado e as classes sociais dominadoras transformavam os interesses de alguns em necessidades de todos. Para assegurar privilégios e poder, usavam dos instrumentos possíveis, desde as religiões, meios de comunicação e até a escola, como difusão de crenças e valores que lhes garantissem a ordem social e seus ideais como verdades de todos.

A religião como instituição sagrada se convertia em instrumento e, ao mesmo tempo, vítima do processo. 

Os sacerdotes eram os donos das almas há séculos, e os destinos das criaturas estavam circunscritos às decisões eclesiásticas, que detinham o cetro "divino" da absolvição ou da condenação.

Acreditava-se que as consciências não tinham estrutura de fato para fazer avaliações sobre o certo e o errado; por isso eram manipuladas por crenças autoritárias e arbitrárias, ditadas por homens intransigentes e fanáticos.

A missão imposta às escolas e às universidades era a de contribuir para a difusão/consolidação de ideologias criadas por esses grupos detentores da decisão, formando consciências submissas e servis, tementes a Deus, ao Rei e ao Estado e impondo-se com argumentos incompatíveis com a ordem divina, para atender a necessidades camufladas pelos herdeiros privilegiados e arrogantes de uma sociedade absolutista.

O eminente educador Rivail, homem de uma religiosidade missionária, traz à França, em meio ao positivismo de Augusto Comte, a ideia imortalista do Espiritismo.

Apesar de a crença na reencarnação ter sido banida do movimento religioso pelos concílios ecumênicos da Antigüidade, Kardec a apresenta ao mundo sob a supervisão dos Espíritos Superiores, estabelecendo assim novos rumos à sociedade, presa a conceitos de superioridade de nascimento e graças especiais entre os escolhidos.

Os preconceitos de classe social, cor e sexo caem por terra, já que pela roda das encarnações sucessivas poderemos habitar os mais diferentes corpos e pertencer às mais diversas castas da sociedade; a família patriarcal e possessiva já não tem razão de ser e a servidão da mulher toma conotação de crença despótica e machista.

Faz-se então uma verdadeira revolução nos costumes medievais que ainda vigoravam na época, a qual encontra consideração por parte de alguns, pela lógica e discernimento da vida como um todo, e oposição sistemática por parte de outros, pelo grau de imaturidade psicológica deles e por mexer em valores íntimos de convencionalismo e superstição arraigados em suas consciências através dos tempos.

O Espiritismo fez renascer nas almas a compreensão da verdadeira natureza do homem e a percepção de que seu destino é fruto de suas escolhas.

Imortalidade da alma e vidas sucessivas são algumas das bases sólidas que abalaram os alicerces de toda uma coletividade estruturada numa visão distorcida da verdade universal. A nova ideologia estabelece por crença indispensável a fraternidade, como concepção de vida real a ser incorporada pelos indivíduos e grupos à medida que suas necessidades espirituais forem tomando aspectos de ascensão e conhecimento.

A Doutrina Espírita é um método extraordinário de educação. A sobrevivência após a morte, a preexistência e a evolução das almas ainda são quase que totalmente desconhecidas pelos povos com ares de hegemonia. Porém, ao tempo certo, delas tomarão consciência, conforme afirma o apóstolo Paulo, quando escreve às igrejas da Galácia: "... porque a seu tempo tudo ceifaremos..."¹

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¹ Gálatas 6:9
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Fonte: ditado por Hammed, Médium: Francisco do Espírito Santo Neto
              Livro: Renovando Atitudes.

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Ação de Paz



A paz é um dos tesouros mais desejados nos dias atuais. Muito se tem investido para se conseguir um pouco desse bem tão precioso.
Mas será que nós, individualmente, temos feito investimentos efetivos visando tal conquista?
O que geralmente ocorre é que temos investido nossos esforços na direção contrária, e de maneira imprópria.
É muito comum desejar a paz e buscá-la por caminhos tortos, que acabam nos distanciando dela ainda mais. 

 
O Espírito Emmanuel, através da mediunidade de Chico Xavier, escreveu, certa feita, uma mensagem que intitulou ação de paz.
Eis o seu conteúdo:
“Aflição condensada é semelhante à bomba de estopim curto, pronta a explodir a qualquer contato esfogueante.
Indispensável saber preservar a tranqüilidade própria, de modo a sermos úteis na extinção dessa ou daquela dificuldade.
Decerto que para cooperar no estabelecimento da paz, não nos seria lícito interpretar a calma por inércia.
Paciência é a compreensão que age sem barulho, em apoio da segurança geral.
Refletindo com acerto, recebe a hora de crise sem qualquer idéia de violência, porque a violência sempre induz ao estrangulamento da oportunidade de auxiliar.
Diante de qualquer informação desastrosa, busca revestir-te com a serenidade possível para que não te transformes num problema, pesando no problema que a vida te pede resolver.
Não afogues o pensamento nas nuvens do pessimismo, mentalizando ocorrências infelizes que provavelmente jamais aparecerão.
Evita julgar pessoas e situações em sentido negativo para que o arrependimento não te corroa as forças do espírito.
Se te encontras diante de um caso de agressão, não respondas com outra agressão, a fim de que a intemperança mental não te precipite na vala da delinqüência.
Pacifica a própria sensibilidade, para que a razão te oriente os impulsos.
Se conservas o hábito de orar, recorre à prece nos instantes difíceis, mas se não possuis essa bênção, medita suficientemente antes de falar ou de agir.
Os impactos emocionais, em qualquer parte, surgem na estrada de todos; guarda, por isso, a fé em Deus e em ti mesmo, de maneira a que não te afastes da paz interior, a fim de que nas horas sombrias da existência possa a tua paz converter-se em abençoada luz.”
As palavras lúcidas de Emmanuel nos sugerem profundas reflexões em torno da nossa ação diária.
Importante que, na busca pela paz não venhamos a ser causadores de desordem e violência.
Criando um ambiente de paz na própria intimidade, poderemos colaborar numa ação efetiva para que a paz reine em nosso lar, primeiramente, e, depois possa se estender mundo afora.
Se uma pessoa estiver permanentemente em ação de paz, o mundo à sua volta se beneficiará com essa atitude.
E se a paz mundial ainda não é realidade em nosso planeta, façamos paz em nosso mundo íntimo. Essa atitude só depende de uma única decisão: a sua.



A sua paz interior é capaz de neutralizar o ódio de muitas criaturas.
Se você mantiver acesa a chama da paz em sua intimidade, então podemos acreditar que a paz mundial está bem próxima. 



Equipe de Redação do Momento Espírita, com base em mensagem do Espírito Emmanuel, do livro Urgência, psicografia de Francisco C. Xavier. 


OS LÍRIOS DOS CAMPOS



Vejamos a indicação de Jesus,
mostrando-nos os lírios dos campos,
com suas vestes superiores aos reis da Terra.
E quem os vestiu? Certamente que foi o Criador.

Meditemos nas flores como sorrisos
da vida superior, a nos convidarem a sorrir,
meditemos nelas em todas as suas nuances divinas,
a nos convidarem ao amor,
analisando as suas procedências.

Meditemos nas flores dos jardins e dos campos,
a nos indicarem as belezas que nos esperam.
E se elas nos extasiam, o que dizer das flores,
das virtudes que se encontram, às vezes,
a desabrochar nos nossos corações?
Elas são inúmeras, como beijos de luz
fundindo e refundindo todos os nossos sentidos.

O exterior nos predispõe e abre
os nossos interesses para os campos do íntimo.
Eles são mais ricos em campos e jardins,
com uma profusão de estrelas a brilhar
em nosso céu consciencial, se despertarmos
a luz do entendimento, se a caridade guiar
os nossos passos e se o amor for a nossa força
de vida, no dia-a-dia da nossa existência.



Que linda expressão escolhida por Jesus:
os lírios dos campos!

Quantos campos existem dentro das criaturas?
Quantos lírios devem ser despertados
em nossos corações? São incontáveis.
Mas o Senhor espera de nós esse esforço
que somente nós mesmos haveremos de fazer,
mesmo que surjam dores e sacrifícios a enfrentar,
sob o comando das bênçãos do Mestre,
por intermédio dos anjos e dos próprios homens
que já se encontram à nossa frente.

Falamos aqui como criatura da Terra,
semelhante a todos, lutando com os mesmos problemas,
entendendo as necessidades do aprimoramento espiritual.


 
Agradecemos a todos os homens,
como Espíritos desencarnados, as oportunidades
de trabalho, de compreensão e de dever
que estamos recebendo. Que Deus os abençoe!

Agradecemos ao sol, essa fonte divina de vida,
pelos raios que nos aquecem.

Agradecemos às estrelas que nos invadem com a esperança;

Agradecemos às águas que tanto nos servem.

Agradecemos à flora e à fauna,
que nos acodem com seus recursos
todas às vezes que precisamos.

Agradecemos aos que amam na Terra, fornecendo-nos
este néctar de vida, para que possamos
trabalhar nos campos em que operamos
por misericórdia da divindade.

Agradecemos às crianças e aos velhinhos,
que tanto nos ajudam no trabalho de ajudar.

Agradecemos aos ventos, que sempre nos sopram
os valores da vida, quando precisamos
recompor nossas energias.

Agradecemos e beijamos a vida,
na expressão de tudo, como se beijássemos a Deus.

Jesus, os lírios do campo!
Senhor, inspira-nos como um poeta
que ultrapassa o reino dos astros!

Beijamos, Senhor, os Vossos pés,
que sempre vemos nos pés dos Filhos do Calvário!


 Pelo Espírito Scheilla
psicografia João Nunes Maia
do Livro Flor de Vida

 

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Mensagem Espírita




"Não nos é facultado corrigir todos os erros
e extinguir todas as aflições que campeiam
nas trilhas da existência,
mas todos podemos atravessar o cotidiano,
melhorando a vida e dignificando-a,
em nós e em torno de nós."

Emmanuel

A Força do Espiritismo


Livro: Um pouco por dia
Rita Foelker

Quando Allan Kardec formulou as bases da Doutrina Espírita, ele recebia comunicações mediúnicas de cerca de mil centros espíritas espalhados por diversos lugares do mundo. Além de dialogar, ele mesmo, com os Espíritos, ele estudou o assunto por sua própria conta, comparou todas essas comunicações, pesquisou fenômenos e, só depois, veio a publicar "O Livro dos Espíritos", a primeira das Obras Básicas do Espiritismo.
Um homem sozinho pode ser enganado. Pode enganar a si mesmo e a um pequeno número de pessoas.
Se a Doutrina Espírita tivesse sido concebida por um só homem, seria preciso acreditar neste homem para acreditar na Doutrina, e ela estaria limitada por seu nível de esclarecimento e cheia dos seus preconceitos. Seria uma Doutrina com falhas.
Se os Espíritos tivessem transmitido a Doutrina Espírita a um só homem, ele poderia ser enganado, por mais sinceros que fossem os seus propósitos, pois a razão de uma só pessoa pode errar em seus julgamentos.
Mas o Espiritismo começou a ser revelado através de fatos que movimentaram diversos pontos do mundo ao mesmo tempo, na segunda metade do século passado. Os ensinamentos dos Espíritos foram disseminados através de comunicações mediúnicas dadas em lugares muito distante entre si e, apesar disto, e apesar das diferenças de linguagem, os princípios coincidiam precisamente. Não seria possível que a mesma idéia fosse lançada em grupos tão diferentes e que não tinham contato entre si, se elas não tivessem a mesma origem, se não tivessem uma finalidade maior.
Segundo Allan Kardec, esta universalidade no ensinamento dos Espíritos é que torna o Espiritismo forte, indestrutível, garantindo, ao mesmo tempo, a autoridade do que ele nos ensina.
O Espiritismo é um trabalho conjunto de homens e Espíritos.
E pode-se, afinal, fazer desaparecer um homem, mas não se pode calar milhões de pessoas. Os fenômenos mediúnicos acontecem por toda parte, e mesmo que todos os livros espíritas fossem queimados, e os centros espíritas, fechados, o Espiritismo poderia começar novamente, pois a sua origem não está sobre a Terra. Onde houvesse um Espírito e um médium - e os há em todo lugar - poderia a Doutrina Espírita começar a ser revelada novamente.
Sempre haverá gente que veja com seus próprios olhos e que tire suas próprias conclusões, partindo da lógica irrefutável dos princípios do Espiritismo.

Saúda o teu dia...


segunda-feira, 17 de setembro de 2012

VACINAS DA ALMA...


Não permita que o seu modo de falar se transforme em agressão.

Ao falar, evite comentários ou imagens contrárias ao bem.

Trazer assuntos infelizes à conversação, lamentando ocorrências que já se foram, é requisitar a poeira de caminhos já superados, complicando paisagens alheias.

Atacar alguém será destruir hoje o nosso provável benfeitor de amanhã.

Não exageres sintomas ou deficiências com os fracos ou doentes, porque isso viria fazê-los mais doentes e mais fracos.

Na base da esperança e bondade, não exise quem não possa ajudar conversando.

Da mente aos lábios, temos um trajeto controlável para as nossas manifestações.

Por isso, tão logo a idéia negativa nos alcance a cabeça, arredemo-la, porque um pensamento pode ser substituído, de imediato, no silêncio do espírito, mas a palavra solta é sempre um instrumento ativo em circulação.


Chico Xavier / André Luiz (Espírito)
Livro: Busca e Acharás

CULPA