Eternidade

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segunda-feira, 16 de março de 2020

Autoamor e Egoísmo


E esta é a mensagem que dele ouvimos, e vos anunciamos: 
que Deus é luz, e não há nele trevas nenhuma. (João 1:5).


O autoamor constrói o bem pessoal. O egoísmo aprisiona ao interesse pessoal.
O autoamor descobre sombras com intuitos de iluminá-las. O egoísmo percebe a sombra para transformá-la em máscaras imponentes.
O autoamor é o cuidado consigo que alivia e alimenta. O egoísmo é a ocupação excessiva consigo que atormenta e exaure.
O autoamor abre portas favoráveis para a serenidade e o equilíbrio. O egoísmo escancara a porta do coração para a desarmonia e o cansaço.
O autoamor inclina o homem à tolerância e à aceitação. O egoísmo atola a criatura na discórdia e na revolta.
O autoamor traz um profundo sentimento de bem-estar. O egoísmo é produtor da sementeira da culpa. 
Cuidar de si é uma lei fundamental de avanço espiritual.
Cuidar somente de si é o caminho infeliz para a prova e a dor.
Quem cuida de si amplia sua luz interior e seu poder de cuidar do outro. 
 

Passagem extraída do livro Vibrações de Paz em Família,
de Wanderley Oliveira, pelo Espírito Ermance Dufaux.

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Reflexões do Papa Francisco sobre Família e Perdão



"Não existe família perfeita. Não temos pais perfeitos, não somos perfeitos, não nos casamos com uma pessoa perfeita nem temos filhos perfeitos. Temos queixas uns dos outros. Decepcionamos uns aos outros. Por isso, não há casamento saudável nem família saudável sem o exercício do perdão.

O perdão é vital para nossa saúde emocional e sobrevivência espiritual. Sem perdão a família se torna uma arena de conflitos e um reduto de mágoas.

Sem perdão a família adoece. O perdão é a assepsia da alma, a faxina da mente e a alforria do coração. Quem não perdoa não tem paz na alma nem comunhão com Deus. A mágoa é um veneno que intoxica e mata. Guardar mágoa no coração é um gesto autodestrutivo. É autofagia. Quem não perdoa adoece física, emocional e espiritualmente.

É por isso que a família precisa ser lugar de vida e não de morte; território de cura e não de adoecimento; palco de perdão e não de culpa. O perdão traz alegria onde a mágoa produziu tristeza; cura, onde a mágoa causou doença."


Papa Francisco

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Os parentes na espiritualidade



31/03/1869. Desencarnava Allan Kardec. Quem o teria recebido no mundo espiritual?


No capítulo IX do livro Roteiro, lançado em 1952, Emmanuel informou a Chico Xavier que a população espiritual do planeta era de mais de vinte bilhões de almas conscientes desencarnadas, sem considerar as bilhões de inteligências sub-humanas que são aproveitadas nos múltiplos serviços de progresso planetário, cercando o domicílio terrestre e demorando-se em outras faixas de evolução. Seriam os elementais, que produzem, sob o comando Superior, as alterações da natureza. Kardec cita-os no primeiro O Livro dos Espíritos, nas questões 64 a 66.

Atualmente, a Terra tem mais de 7,2 bilhões de habitantes. Restariam ainda cerca de 15 bilhões de Espíritos disponíveis para reencarnar. Quanto mais organizada é a vida no planeta, e preparadas as condições de habitabilidade, maior número de Espíritos encarnará aqui.

Em mundos de provas e expiações como o nosso, a encarnação de Espíritos se dá sempre pelo acasalamento de dois encarnados, indispensáveis à criação do novo corpo que servirá de morada para o Espírito que volta. Portanto, é por laços da consanguinidade que se formam as famílias do mundo. Segundo relato dos Espíritos, tudo organizado com cuidadosa programação, considerando-se comprometimentos anteriores e resgates que o reencarnacionista já tenha condições de suportar.

Por esse processo, uns são pais, outros mães, filhos, esposas ou maridos, entre outros parentes. O leigo duvida que a reencarnação seja realidade. Chega a perguntar com que esposa ficará na erraticidade um Espírito que tenha sido homem por várias vidas tendo se casado em muitas delas. Não entende que o parentesco é somente da Terra porque os Espíritos se preparam para voltar como parentes diferentes. A filha que hoje amamos pode ser a reencarnação da nossa avó, da nossa mãe ou da esposa da vida passada. Ou mesmo de um que foi homem quando anteriormente encarnado. Por isso é que é comum os parentes desta vida serem Espíritos que se comprometeram em situações anteriores, como familiares ou não, como inimigos ou não, ex-cônjuges, inclusive, para acerto de velhas pendências.

Conclui-se que é otimismo exagerado supor-se que ao chegar ao mundo dos Espíritos tudo vai ser como aqui, de maneira mais feliz e que o reencontro com os parentes que viveram na Terra é imediato e inevitável. Basta ter endereço, usar um GPS e chegar ao domicílio que procuramos. Dos mais de sete bilhões que existem hoje no mundo, conhecemos não mais que duzentas ou trezentas pessoas. Os que já voltaram à espiritualidade, dependendo da evolução, ocupam planos superiores ou inferiores ao que iremos. E não ficam ociosos esperando-nos chegar, porque têm ocupações. Antes de ser parentes, somos individualidades com necessidades próprias. André Luiz, segundo relatado no livro Nosso Lar, teve breve contato com sua mãe porque ela estava em lugar mais adiantado do que o que ele ocupou e tinha tarefas a cumprir.

Os filhos costumam confiar na proteção da mãe, sempre portadora de muito amor, mesmo depois que elas desencarnam. Pedem para que elas os protejam, esquecendo que elas fizeram isso a vida inteira e eles, muitas vezes, além de não agradecer, as trataram mal. Ao morrer, imaginamos que nossa mãe e nosso pai venham nos receber. Mas e se eles estiverem no umbral ou nas trevas? Não é porque foram nossos pais que são elevados. E se estiverem em planos tão adiantados que não podemos ainda penetrar? E se eles já reencarnaram? As leis valem também para eles. Mais prudente contar com nossos próprios méritos pelo bem que fizemos a pessoas na Terra e que nos antecederam na viagem de volta.

O importante no convívio familiar da Terra é transformar a família sanguínea em família espiritual. E além destes, todos os que convivem conosco, independentemente do tipo de relação. É para isso que velhos inimigos vivem juntos como parentes para se harmonizarem e crescerem juntos. Só a parentela de sangue consegue isso. Obriga-nos a amar de forma diferente, mesmo quando somos ofendidos ou desrespeitados. Suportamos nos parentes as falhas de caráter e de moral que não aceitamos num estranho.

É por isso que a maternidade e a paternidade são consideradas missões das mais importantes (O Livro dos Espíritos, 582). Ao receber um velho Espírito no nosso lar, podemos transformá-lo num homem de bem ou num marginal. E colheremos conforme plantarmos. Mesmo que nossa tarefa de correção desse Espírito não tenha êxito, se esgotamos nossos recursos para melhorá-lo, a Lei divina premiará o nosso esforço, apesar do insucesso (O Livro dos Espíritos, 583).

Na questão 208 de O Livro dos Espíritos é ensinado que os Espíritos devem contribuir para o progresso uns dos outros. Portanto os Espíritos pais têm por missão aprimorar os Espíritos filhos, educando-os, e serão culpados se falharem na tarefa, por negligência.

No capítulo sobre a Infância (O Livro dos Espíritos, 379/385), os pais tem um seguro Manual de Instruções para a criação e educação dos filhos. O grande erro dos genitores é ter medo de traumatizar o filho, enganados pela aparente fragilidade da criança que é quase sempre um Espírito antigo e também astuto. Por vezes até mais experiente do que os pais. Não sabem dizer não, fazem todas as vontades e perdem a melhor fase para colocar aquele transviado no caminho reto.

Os filhos são nossos irmãos, que Deus nos confiou para que os eduquemos e devolvamos ao verdadeiro Pai, em melhores condições do que os recebemos. Mas desconhecendo essa verdade, impedimos que qualquer estranho ouse corrigi-lo. Em vez de agradecer pelo favor, vemos nessa atitude uma interferência. Pobres pais equivocados que estão estragando as famílias, cada vez mais. Estão contribuindo para piorar o mundo, porque dão os melhores presentes para seus herdeiros descuidando-se de presenteá-los com a boa educação e os princípios morais, formadores do bom caráter.

A parentela na Terra é provisória e se alterna constantemente. Portanto, uma dúzia de Espíritos pode fazer muitas experiências convivendo entre si como parentes de diferentes classes e cada vez mais comprometidos entre si. Logo, em dez encarnações não significa que um homem tenha dez esposas diferentes, necessariamente. Nem mesmo que ele nasça homem em dez oportunidades seguidas.

Sintetizando, na espiritualidade somos todos Espíritos irmãos, tão logo cessem as impressões e lembranças da vida na Terra. Lá somos parentes por afinidade espiritual e não pelo sangue. Lá formaremos a família verdadeira, caso a tenhamos preparado enquanto cumprimos mais uma encarnação.

Boa sorte para nós e fiquemos sempre atentos! A lei chama-se ação e reação!



autor: Octávio Caúmo Serrano
Fonte: Casa Editora O Clarim

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

CONFLITOS


Um dos graves problemas da criatura humana é a convivência no lar. Famílias existem marcadas por frequentes conflitos. Algumas os resolvem de forma sumária: os esposos se divorciam, os filhos optam por morar fora do lar.

Por vezes, a convivência é tão conturbada que alguém desabafa: Sinto vontade de esganá-lo. Preciso me controlar para não perder a cabeça.

Podemos detectar, nesses relacionamentos, Espíritos que se prejudicaram uns aos outros, em vidas anteriores. Por vezes, foram inimigos e agora estão se reencontrando. Unidos não pelo afeto, nem por afinidade, mas para a reconciliação, enfrentam dificuldades para se harmonizarem porque, de forma inconsciente, guardam a mágoa do passado. Daí as desavenças que, com facilidade, conturbam a vida familiar.

Na verdade, esses desencontros são decorrentes muito mais de nosso comportamento no presente do que dos compromissos do pretérito. Deus não nos reúne no lar para nos magoarmos e agredirmos. Alguém já disse certa vez: Deus espera que nos amemos e não que nos amassemos.

Se desejamos melhorar o ambiente doméstico, o primeiro passo é nos dispormos. Geralmente, esperamos muito uns dos outros, reclamando atenção, respeito, compreensão, tolerância.

Devemos cobrar tudo isso sim, e muito mais. Mas não dos outros, de nós mesmos. Melhorando-nos, estimularemos os familiares a fazer o mesmo.

Todos aprendemos pelo exemplo. A questão não é fácil, mas não é impossível. Quando dizemos esforço inútil, referindo-nos a uma pessoa intratável, irritada, agressiva, possivelmente o que nos falte seja mais um pouco de perseverança.

Não há quem resista indefinidamente ao bem. Além do mais, Jesus pacientemente espera pela nossa decisão de melhoria. Prossegue de braços abertos... aguardando nossa feliz decisão.

No lar, no trato com os familiares, pensemos que, se estamos juntos, motivos imperiosos existem. Assim, não percamos a oportunidade de desculpar, perdoar, acertar.

Se, às vezes, a situação se tornar melindrosa e nos sintamos vacilar, façamos como aquela mãe que era detestada pela filha, nos anos da infância. Abraçava-a e dizia: Filha, uma de nós duas é culpada. Desculpemo-nos.

Sábia atitude!

Não renascemos, nem estamos juntos para revides ou vinganças. Tornamos a nos unir para os ajustes com a Lei.

Afinemo-nos, pois, começando hoje por desculpar, agora, enquanto a oportunidade se faz presente.

*   *   *

Os pequenos sacrifícios em família formam a base da felicidade no lar.

É sempre possível achar a porta do entendimento mútuo, quando nos dispomos a ceder, de nós mesmos, em pequeninas demonstrações de renúncia a pontos de vista.

O lar é o coração do organismo social. Em casa começa nossa missão no mundo.




Redação do Momento Espírita, com base no
cap. 8, do livro
Sinal verde, pelo Espírito
André Luiz, ed. Cec; no cap. Conflitos
domésticos, do livro
Uma razão para viver, de
Richard Simonetti, ed. Gráfica São João e no
verbete
Lar, do livro Dicionário da alma, por
Espíritos diversos, psicografia de Francisco
Cândido Xavier, ed Feb.

Em 14.09.2012.


sábado, 20 de abril de 2013

Karma e Família




Entenda a importância da família do ponto de vista espiritual.
  Karma é uma expressão que vem do sânscrito e significa ação.
  Nesse contexto, é uma ação que deve ser tomada para remover ou modificar erros do passado. Na prática, tudo que fazemos gera consequência ou karma.
  O que realmente importa é se o karma será bom ou ruim.
  Evitar o karma é impossível, mas é possível agir para que ele seja positivo.
  A família é um dos maiores karmas que temos, já que nela foram reunidas em um único grupo espiritual, almas afins, principalmente no que tange as necessidades de evolução espiritual.
  Cada família, ou melhor, cada grupo espiritual que se reúne em uma experiência aqui na Terra, tem um propósito comum entre seus integrantes, no entanto genericamente, para todos os casos, as famílias se formam para aflorar suas afinidades e qualidades, bem como para transmutar seus karmas, e é aí que os conflitos começam, principalmente porque não estamos acostumados a enxergar a família como o celeiro da reforma íntima na Terra.
  Há uma percepção por parte do ser humano espiritualizado que diz que a Terra é uma escola, porque aqui nos são oferecidas todas as condições necessárias para que possamos evoluir.
  Experiências e situações transformadoras que tem o papel de educar e domar nossos instintos inferiores e estimular a angelitude de nossas almas, através do desenvolvimento do amor.
  Para compreendermos bem a importância da família no cenário da missão evolutiva que cada alma encarnada tem nesse planeta, entenda que se a Terra é uma escola então a família é a sala de aula.

"A família é a união de espíritos reunidos por laços kármicos e de afinidade".A família é o cenário perfeito no qual somos inseridos, porque proporciona inúmeras possibilidades de resgates (transmutação do karma ruim) de uma só vez. Na família se reencontram desafetos de outras vidas, vilões e suas vítimas, assassinos e assassinados, assaltantes e assaltados e tantas outros relações mal resolvidas do passado que são rearranjadas na estrutura da família.
  Quanto mais próximos estamos de uma ou mais pessoas, quanto mais perto é esse convívio, podemos notar duas situações mais específicas:
  1-Grande afinidade; quando a relação é harmônica, feliz, suave, tranqüila e principalmente sem cobranças de comportamento entre as pessoas.
  2-Grande karma ou necessidade de resgate; quando a relação é conflitante, conturbada, as emoções positivas oscilam muito com as negativas, o clima é intenso, há grande cobrança de comportamento entre os integrantes do grupo.


Paz e Luz!

 
(Bruno J.Gimenes)

sábado, 15 de setembro de 2012

A ESCOLA DO CORAÇÃO






O lar, na essência, é academia da alma.
Dentro dele, todos os sentimentos funcionam por matérias educativas.
A responsabilidade governa.
A afeição inspira.
O dever obriga.
O trabalho soluciona.
A necessidade propõe.
A cooperação resolve.
O desafio provoca.
A bondade auxilia.
A ingratidão espanca.
O perdão balsamiza.
A doença corrige.
O cuidado preserva.
A renúncia liberta.
A ilusão ensombra.
A dor ilumina.
A exigência destrói.
A humildade refunde.
A luta renova.
A experiência edifica.
Todas as disciplinas referentes ao aprimoramento do cérebro são facilmente encontradas nas universidades da Terra, mas a família é a escola do coração, erguendo entes amados à condição de professores do espírito.
E somente nela conseguimos compreender que as diversas posições afetivas, que adotamos na esfera convencional, são apenas caminhos para a verdadeira fraternidade que nos irmana a todos, no amor puro, em sagrada união, diante de Deus. 

(Emmanuel & Waldo Vieira)  
Livro: Seara dos Médiuns




VIDA EM FAMÍLIA



Vida em Família
Livro: SOS Família
Joanna de Ângelis & Divaldo P. Franco
    Os filhos não são cópias xerox dos pais, que apenas produzem o corpo, graças aos mecanismos do atavismo biológico.
    As heranças e parecenças físicas são decorrências dos gametas; no entanto, o caráter, a inteligência e o sentimento procedem do Espírito que se corporifica pela reencarnação, sem maior dependência dos vínculos genéticos com os progenitores.
    Atados por compromissos anteriores, retornam ao lar, não somente aqueles seres a quem se ama, senão aqueloutros a quem se deve ou que estão com dívidas...
    Cobradores empedernidos surgem na forma fisiológica, renteando com o devedor, utilizando-se do processo superior das Leis de Deus para o reajuste de contas, no qual, não poucas vezes se complicam as situações, por indisposições dos consortes...
    Adversários reaparecem como membros da família para receber amor, no entanto, na batalha das afinidades padecem campanhas de perseguição inconsciente, experimentando o pesado ônus da antipatia e da animosidade.
    A família é, antes de tudo, um laboratório de experiências reparadoras, na qual a felicidade e a dor se alternam, programando a paz futura; Nem é o grupo da bênção, nem o élan da desdita.
    Antes -, é a escola de aprendizagem e redenção futura.
    Irmãos que se amam, ou se detestam, pais que se digladiam no proscênio doméstico, genitores que destacam uns filhos em detrimento dos outros, ou filhos que agridem ou amparam pais, são Espíritos em processo de evolução, retornando ao palco da vida física para a encenação da peça em que fracassaram, no passado.
    A vida é incessante, e a família carnal são experiências transitórias em programação que objetiva a família universal.
    Abençoa, desse modo, com a paciência e o perdão, o filho ingrato e calceta.
    Compreende com ternura o genitor atormentado que te não corresponde às aspirações.
    Desculpa o esposo irresponsável ou a companheira leviana, perseverando ao seu lado, mesmo que o ser a quem te vinculas queira ir-se adiante.
    Não o retenhas com amarras de ódio ou de ressentimento. Irá além, sim, no entanto, prossegue tu, fiel no posto e amando.
    Não te creais responsável direto na provação que te abate ante o filho limitado física ou mentalmente.
    Tu e ele sois comprometidos perante os códigos Divinos pelo pretérito espiritual.
    O teu corpo lhe ofereceu os elementos com que se apresenta, porém foi ele, o ser espiritual, quem modelou a roupagem na qual comparece para o compromisso libertador.
    Ante o filhinho deficiente não te inculpes. Ama-o mais e completa-lhe as limitações com os teus recursos, preenchendo os vazios que ele experimenta.
    Suas carências são abençoados mecanismos de crescimento eterno.
    Faze por ele, hoje, o que descuidaste antes.
    A vida em família é oportunidade sublime que não deve ser descuidada ou malbaratada.
    Com muita propriedade e irretorquível sabedoria, afirmou Jesus, ao doutor da Lei: "Ninguém entrará no Reino dos Céus se não nascer de novo." E a Doutrina Espírita estabelece com segurança: "Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sempre - tal é a Lei. Fora da caridade não há salvação."