Eternidade

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segunda-feira, 19 de outubro de 2020

Paisagem Mental

 

Joanna de Ângelis (Espírito)

Inscrevem-se em todas mentes, pensamentos, palavras e atos.

As paisagens mentais de cada ser humano resultam das suas reflexões, assim como dos seus interesses. Tudo aquilo que o atrai, impregna a mente, passando a fazer parte do seu patrimônio, que será utilizado oportunamente, quando as circunstâncias assim o impuserem.

A vida mental é, pois, o somatório das construções psíquicas que permanecem dando lugar às realizações e atividades do ser no seu processo de evolução. Em consequência, cada ser reside no local psíquico onde deposita as suas ideias.

São elas o natural resultado dos hábitos mantidos durante a vilegiatura orgânica.

Todo pensamento que passa pelos registros mentais deixa traços de alto significado que, pela sucessão da ocorrência, transforma-se em cultivo para a reprodução oportuna, pelo automatismo dos equipamentos eletrônicos que constituem os chips de registro de tudo que ocorre.

Portanto, tal vida conforme os ajustamentos mentais.

Jesus afirmou com muita beleza: “Onde estiver o vosso tesouro aí estará também o vosso coração” [Mateus, 6:21].

Equivale dizer: onde estiverem as tuas ideias, estará a tua realidade, o ser que és.

O seu Evangelho, em sua proposta de terapia preventiva aos males da existência física, oferece a ensementação operosa, gentil e produtora de frutos nutrientes.

Em todos os momentos suas páginas registam as ocorrências edificantes; mesmo quando os primeiros registos apresentem algo de mau, a sua diretriz demonstrará o resultado equivalente aos seus conteúdos.

Não estranhes, pois, o pessimismo, o pânico e a insegurança quando fores defrontado com os testes do movimento da existência humana planificada para vivência da plenitude naqueles indivíduos de mente desabituada a reflexões positivas e a fixações primorosas, que serão as primeiras reações às manifestações do dia a dia.

Expulse-se da mente o hábito do mal julgamento, em particular quando chamam a atenção as más qualidades. Há razões que escapam ao observador apressado que tomam cada pessoa específica ou especial.

Compreendamos que existe em todos os seres humanos a outra face, isto é, o outro lado, talvez, sombrio, como num espelho.

A realidade é que ninguém se sente feliz por inspirar antipatia ou desagrado. E, se por acaso demonstra que sim, está oculto um conflito perverso que desarticula o seu possuidor.

Elege os melhores pensamentos, mesmo quando a situação for extremamente perigosa e negativa.

Vive-se num Universo de leis inalteráveis que funcionam por automatismos inflexíveis.

Se pensas bem, num momento mau, tornas o clima mental menos denso, portanto, favorável a um resultado inesperado.

Esforça-te por ser gentil com todos, pois que a gentileza, como afirma o brocardo popular, gera gentileza.

Conserva a ideia da vitória em circunstâncias aziagas, porque, mesmo quando o resultado não é positivo, o aprendizado é de alto coturno.

O pântano ignora a podridão que exala.

O matagal não sabe os prejuízos que produz…

A peste ignora as vidas que arrebata.

Desse modo, drena as águas paradas e dá-lhes movimento, capina a erva má e retira a mata que agasalha ofídios e aracnídeos perigosos e transforma o terreno em formoso jardim.

Precata-te da pestilência e a saúde triunfará em teu organismo.

A vida é um convite intérmino à ação edificante.

Cuida do teu jardim mental.

As boas conversações são os maravilhosos instrumentos da edificação do Bem.

As palavras carregam as vibrações do tônus que as envolvem. Nem sempre é o som do verbo, mas a emissão do seu conteúdo moral que tem significado.

Como não podes viver sem pensar, habitua-te a reflexionar nas belezas da vida: o desabrochar de uma flor, o gotejar da água, o leve perfume da brisa que beija o roseiral, as coisas simples da Natureza…

As questões complexas exigem mentes que sabem elaborar esquemas e equacionar enigmas.

Sê simples e acaricia tudo que é delicado e desconsiderado.

Sorri ante um amanhecer irizado da luz do Sul ou o poente em fogo do entardecer.

Olha a vegetação numa greta de pedra onde caiu um pólen, manifestando o poder da vida.

Detém-te e examina um grão de areia que reflete a luz, um pirilampo que brilha no escuro, e descobrirás a maravilha da vida em mil manifestações surpreendentes que fascinam.

Pensa em Deus, analisando a sua obra e deslumbrando-te com um colibri no ar ou uma borboleta leve e também flutuante, bailando ao vento brando, ou uma laboriosa abelha, produzindo mel e fecundando a Natureza sem o saber.

Considera que a tua mente é um jardim portador de belezas inimagináveis. Seleciona o que nele irás plantar, com a certeza, porém, de que colherás conforme a semente que lhe entregares aos cuidados

Jesus foi peremptório, afirmando que: “[…] A cada um segundo as suas obras” [Mateus, 16:27].

Normalmente o momento da desencarnação libera a memória que evoca toda a existência, especialmente aquilo que mais se fixou na mente através da repetição.

Essas fixações são os pensamentos comezinhos, constantes, viciosos.

Desse modo, vive de maneira que, ao desencarnar, a tua memória te abençoe com o jardim de pensamentos elevados, a fim de poderes seguir feliz desde esse momento.

(Página psicografada pelo médium Divaldo Pereira Franco, na sessão mediúnica da noite de 15 de junho de 2020, na Mansão do Caminho, em Salvador, Bahia

© Revista Reformador - Federação Espírita Brasileira 2014

domingo, 17 de novembro de 2019

O Primado do Espírito



  A humanidade atual, tanto quanto a que anteriormente perlustrou os caminhos terrenos, ainda está infelizmente imbuída da falsa ideia de que é preciso enriquecer materialmente para poder desfrutar situações de abastança, e prosperidade, como única razão de sua existência.  
  Nada mais errado do que semelhante conceito, nada mais falso do que tal convicção, filha do desconhecimento das leis do amor e do progresso moral que regem a vida em todos os mundos do Universo.  
  Tivessem os seres humanos um pouco mais de conhecimento daquelas leis, dispusessem os homens e mulheres de um pouco do seu tempo para meditar nos verdadeiros motivos de sua vinda à Terra, uma, duas, dez, vinte e mais vezes no decorrer de sua existência como seres humanos, tivessem todos um pouquinho mais de tempo para isso, e muitas desgraças, muitos crimes, muitas infelicidades deixariam de existir ao longo da existência humana. 
  Exatamente porque uns e outros insistem em cuidar apenas dos interesses da matéria, visando exclusivamente à sua elevação entre os semelhantes à custa da posse da fortuna perecível, é que surgem os desentendimentos na sociedade humana, mercê de ambições que crescem de todos os lados, superpondo-se lamentavelmente ao primado do Espírito. 
  O primado do Espírito, que todos sabeis ser o predomínio dos interesses espirituais sobre os da matéria, significa para o ser humano a construção segura de sua verdadeira felicidade. É preciso esclarecer devidamente que o primado do Espírito é a única força a impulsionar a vida terrena dos encarnados, e é também a única que sobrevive, uma vez terminada a vida do corpo de cada um.
  Ora, bem. Explicado assim que o encarnado nada mais é que um Espírito revestido de carne e ossos em sua estrutura física, e que tudo isso voltará a se desagregar ao cabo de uma existência demasiado curta, pois que em média ainda não atinge sequer a meio século — por que esse empenho denodado da grande maioria dos homens e mulheres de hoje, como o foram inúmeros do passado, em querer a todo custo reunir fortuna para que esta por sua vez se desagregue após sua partida, de regresso ao mundo espiritual?  
   Irmãos meus, já compreendestes bem que eu me empenho em esclarecer vossa mente física acerca do vosso próprio objetivo neste mundo, que é exatamente a aquisição de luz para o vosso Espírito. Infelizmente porém, nem todos manifestam desejo de aprofundar o assunto, sob a alegação de lhes faltar tempo e disposição para isso. Como eu lamento, irmãos meus, que tal pensamento manifesteis! Gostaria de poder eu próprio penetrar em vosso coração e nele gravar esta grande verdade bíblica: Ninguém consegue servir a Deus e Mamon. Ninguém consegue viver para o dinheiro, para a fortuna, para a abastança, vivendo ao mesmo tempo para o seu verdadeiro interesse. Deus, no caso da parábola, é o próprio indivíduo espiritual, é o Espírito que na Terra construiu um organismo físico desde o ventre materno e o alimenta através do tempo, até ao fim de sua peregrinação por este mundo terreno. Ao passo que Mamon é o interesse pura e simplesmente material, ligado exclusivamente à matéria perecível até ao seu desagregamento. Ninguém, por conseguinte, poderá viver ao mesmo tempo para os dois senhores, porque seus desígnios se distanciam cada dia que passa. 
  Enquanto, porém, os que vivem para o Espírito, pensando, agindo, operando em termos do Espírito, se sentem cada dia mais integrados nas leis divinas, ou no próprio Deus, sentindo a paz no coração, a tranquilidade de consciência, a felicidade enfim, aqueles que cultivam as leis de Mamon que são as leis da matéria, perecível como essas mesmas leis, sentem no íntimo do ser a intranquilidade, o temor, o receio de que a roda de sua fortuna possa vir a desandar, reduzindo a nada os seus castelos de cartas ou de areia que não resistem ao mais leve vendaval.  
  Uma vez esclarecida a diferença, será o caso de se perguntar a cada um dos leitores destes conselhos: Qual dos dois caminhos prefere você: o de Deus ou o de Mamon?
   Bem certo estou de que nenhum dos meus leitores vacilará um só instante em sua resposta em favor do caminho de Deus. Em verdade, irmãos queridos, não pode haver dúvida na escolha. E bem felizes se encontrarão a partir de agora os que, desconhecendo certos princípios espirituais, levaram vida cem por cento terrena, por assim dizer, até ao momento presente.  
  Todo interesse puramente material entrou em declínio na face da Terra, uma vez que a Terra mesma converter-se-á, muito breve, num dos mundos espiritualizados. Notai que eu não digo Mundo Espiritual, por ser isto impossível; porém mundo espiritualizado, onde deverá começar a predominância do primado do Espírito.  
  E o que vem a ser o primado do Espírito? — perguntareis vós. Eu vos responderei pleno de satisfação que o primado do Espírito é a característica de todos os mundos evoluídos. Um mundo em que predomine o primado do Espírito, é um mundo onde a paz e o entendimento fraternal entre seus habitantes constitui a sua constante, onde as lutas fratrícidas, os apetrechos bélicos, as condições de domínio de uns sobre os outros, a discriminação racial, foram completamente banidos.O primado do Espírito é, numa palavra, o ideal na vida de todos os povos espiritualmente evoluídos.  
  Os mundos onde o primado do Espírito exerce completa predominância, permutam-se continuamente mensagens de amor e fraternidade, possuindo comunicações tão rápidas e perfeitas entre si, muito semelhantes ao vosso sistema radiotelegráfico.  
   Do Alto têm sido observados com muito carinho os esforços dos cientistas terrenos em suas tentativas de comunicação com outros planetas do sistema solar em que viveis. Embora isto já represente um certo adiantamento científico em vosso tempo, tais objetivos não serão concretizados antes das transformações por que está próxima de passar a humanidade de hoje, assim como as condições peculiares da própria Terra. Quando a massa de pensamentos bons, sadios, puros, elevados, sobrepujar a de pensamentos grosseiros, ambiciosos e maus, aí sim, poderemos esperar para breve a ligação interplanetária, independente de foguetes nem de satélites artificiais. Essa ligação se fará através de meios outros que surgirão na Terra aproximadamente dentro de meio século, e muito há de contribuir para o adiantamento da humanidade da época. 
   Isto tudo, irmãos queridos, só pode acontecer com o apoio e orientação das Forças do Bem que superintendem a vida desta humanidade de hoje. Vós todos que me ledes podeis começar a contribuir desde hoje para essa desejada era, reformando vossa própria maneira de viver, abandonando velhos hábitos incorretos ou malsãos que têm dificultado até agora a vossa iluminação espiritual, pelo desconhecimento dos princípios de que ora venho falar-vos.
  Se Nosso Senhor Jesus Cristo puder receber de cada um de vós, ao fim do vosso dia de trabalho, a prece de agradecimento com o pedido daquilo que vos falte, podeis ter então a certeza certa de estardes contribuindo seguramente para o advento da era de paz e de felicidade em que muito justamente desejareis viver
 Fazei isso meus queridos, e, sempre que alguma dúvida vos ocorrer neste caminho, chamai sinceramente por este vosso dedicado amigo que logo estará convosco, o vosso — Irmão Tomé.

Obra: As Forças do Bem,  ditada pelo Irmão Tomé, o Apóstolo do Senhor, psicografada por Diamantino Coelho Fernandes, que foi a reencarnação do Espírito Thiago, também Apóstolo do Senhor. 

 

quinta-feira, 24 de outubro de 2019

Sublime investimento



O MUNDO conturbado suplica paz.
A sociedade em desalinho pede equilíbrio moral.
O lar clama por defensivas da harmonia.
O homem necessita das diretrizes da educação.
Comunidades religiosas definham à falta de fé.
Berçários da instrução se estiolam baldos de idealismo.
Oficinas do progresso transformam-se a uma Babel de dimensões agigantadas.
Generalizam-se quadros de sombra e dor, tormento e fel, sofrimento e angústia.
Busca-se a paz e fomenta-se a guerra.
Exalta-se o amor e estimula-se o ódio.
Louva-se o trabalho e serve-se à preguiça.
Fala-se em ordem e abraça-se a desordem.
Busca-se a luz e multiplica-se a treva.
Enaltece-se a Fé e caminha-se em descrença.
Investe-se no progresso material e olvida-se o plantio moral.
Prosseguimos, de fato, entre paradoxos de aflitivas consequências.

.

NUNCA o mundo necessitou tanto de Jesus e o homem do Evangelho!
O momento atual aguarda ação decisiva do Bem, deplorando as expectativas da inércia.
Não basta analisar; é inadiável construir.
O futuro está na forja do presente.
Arrolar sombras sem iniciativas de luz significa somar trevas.
Evitemos a contabilização das angústias que desesperam o presente; esforcemo-nos pela disseminação da moral cristã que clareará o porvir.
Jesus, o Operário de Deus, está a postos construindo seu Reino de esperanças na Terra. Aprestemo-nos,  como colaboradores do Cristo, na obra de redenção do mundo.
O Mestre convoca seus discípulos à divulgação do Evangelho. Os tempos são chegados!
Eis que surge o momento de investirmos no Amor, para que o Amor se multiplique em benefício do amanhã.
Sementeira de agora, promessa para depois.
Plantio efetivado, esperança crescente.
Acreditemos no Homem! Mas, semeemos, pois jamais ceifaremos onde não se plantou.
A Humanidade melhorada refletirá na melhoria do mundo.
Evangelizemos, com Jesus, para alcançarmos os valores indeformáveis da educação integral sob os auspícios do Mestre por excelência.
A velhice ergue as mãos suplicando o carinho que lhe aqueça o rigor do inverno na colheita de experiências dolorosas.
A madureza pede amparo que lhe contorne frustrações inevitáveis.
A profilaxia do amor, contudo, atende bem antes, agindo ao alvorecer.
Escancare as janelas de seu mundo interior para que o sol do Evangelho lhe amplie as potencialidades do ideal da confiança em Deus. 
Repare nas gerações de agora. São desafios à sua participação na melhoria do amanhã.
A Criança e o Jovem reclamam direção no Bem.
Evangelize!
Coopere com Jesus!

Estevão

(Página psicografada em reunião pública da Casa Espírita Cristã, Vila Velha-ES, na noite de 13-6-1977, pelo médium Júlio Cezar Grandi Ribeiro.)
Extraída de Reformador, fevereiro de 1988
 

domingo, 20 de outubro de 2019

Liberdade de Escolha


És livre para imprimir na tua existência o padrão de felicidade ou de aflição com o qual desejes conviver.
A liberdade é lei da vida, que faz parte do concerto da harmonia universal.
Os imperativos inamovíveis e deterministas são vida e morte, no que diz respeito aos equipamentos orgânicos, mesmo assim, sob o fatalismo de incessantes transformações.
Submetido à ordem da ação, que desencadeia reações correspondentes, és o que de ti próprio faças, movimentando-te no rumo que eleges.
Há pessoas que preferem a queixa e a lamentação, armazenando o pessimismo em que se realizam. Negociam o carinho que pretendem receber com as altas quotas de padecimentos que criam psiquicamente.
Ao lado de outras, que chantageiam os afetos, mediante a adoção de sofrimentos irreais, estabelecem como metas a conquista de atenções e carícias que lhes são sempre insuficientes, não se dando conta que, dessa forma, farão secar a fonte generosa que as oferece.
Ninguém se sente bem ao lado de criaturas que elegem o infortúnio como falsa solução para os seus conflitos existenciais.
Essa coação emocional termina por produzir amizades falsas, situações constrangedoras, mais insegurança.
Podes e deves ser feliz. Esta é a tua liberdade de escolha.
Se te encontras atrelado ao carro das aflições, porfia construindo o bem e te libertarás.
A dificuldade de agora é o efeito da insensatez do passado.
A vida renova-se a cada momento.
Situações funestas alteram-se para melhor, à semelhança de paisagens ensombradas que rapidamente vestem-se de Sol.
Não dês trégua à desdita, à ociosidade, aos queixumes.
És senhor do teu destino, e ele tem para ti, como ponto de encontro, o infinito.
Quem se desvaloriza e se desmerece e se invalida, fica na retaguarda.
É necessário que te envolvas com o programa divino. Todo aquele que se não envolve positivamente, nunca se desenvolve.
Se preferires sofrer, terás liberdade para a experiência até o momento em que te transfiras para a opção do bem-estar.
Desse modo, não transformes incidentes de pequena monta, coisas e ocorrências corriqueiras, em tragédias.
Ninguém tem o destino do sofrimento. Ele é resultado da ação negativa, jamais a causa.
Faze uma avaliação honesta da tua existência, sem consciência de culpa, sem pieguismo desculpista, sem coerção de qualquer natureza, e logo depois desperta para o que deves produzir de bom, de útil, de construtivo empenhando-te na realização da tua liberdade de ser feliz.
A presença divina apoia-me nos processos de crescimento e renovação.
Cada momento constitui-me oportunidade nova para avançar ou corrigir erros.
As transformações que a vida opera são fases de desenvolvimento.
A poda renova; a dor desperta; a provação educa; a alteração de comportamento propõe esforço.
Estou fadado à felicidade, que lograrei mediante renovação e luta, pois que sou filho de Deus.



Do livro "Momentos de Saúde", obra psicografada pelo médium Divaldo Pereira Franco.

sexta-feira, 27 de julho de 2018

Insegurança e Medo


O homem é as suas memórias, o somatório das experiências que se lhe armazenam no inconsciente, estabelecendo as linhas do seu comportamento moral, social, educacional.
Essas memórias constituem-lhe o que convém e o que não é lícito realizar.

Concorrem para a libertação ou a submissão aos códigos estabelecidos, que propõem o correto e o errado, o moral, o legal, o conveniente e o prejudicial.

Face a tais impositivos desencadeiam-se, no seu comportamento, as fobias, as ansiedades, as satisfações, o bem ou o mal-estar.

Neste momento social, o medo assume avantajadas proporções, perturbando a liberdade pessoal e comunitária do indivíduo terrestre.

Procurando liberar-se desse terrível algoz, as suas vítimas intentam descobrir-lhe as causas, as raízes que alimentam a sua proliferação. Todavia, estas são facilmente detectáveis. Estão constituídas pela insegurança gerada pela violência; pelo desequilíbrio social vigente; pela fragilidade da vida física - saúde em deterioramento, equilíbrio em dissolução, afetividade sob ameaça; receio de serem desvelados ao público os engodos e erros praticados às escondidas; e, por fim, a presença invisível da morte...

Mais importante do que pensar e repensar as causas do medo é a atitude saudável, ante uma conduta existencial tranqüila, pelo fruir cada momento em plenitude, sem memória do passado - evitando o padrão atemorizante - nem preocupação com o futuro.

A existência humana deve transcorrer dentro de um esquema atemporal, sem passado, sem futuro, num interminável presente.

*

Não transfiras para depois a execução de tarefas ou decisões nenhumas.

Toma a atitude natural do momento e age conforme as circunstâncias, as possibilidades.

Cada instante, vive-o, totalmente sem aguardar o que virá ou lamentar o que se foi.

Descobrirás que assim agindo, sem constrições, nem pressas ou postergações, te sentirás interiormente livre, pois que somente em liberdade o medo desaparece.

Não aguardes, nem busques a liberdade. Realiza-a na consciência plena que age de forma responsável e tranqüiliza os sentimentos.

*

O medo desfigura e entorpece a realidade. Agiganta e avoluma insignificâncias, produzindo fantasmas onde apenas suspeitas se apresentam.

É responsável pela ansiedade - medo de perder isto ou aquilo - sem dar-se conta que somente se perde o que se não tem, portanto, o que não faz falta.

A ação consciente, prolongando-se pelo fio das horas, anula o medo, por não facultar a medida do comportamento nas memórias pessoais ou sociais.

*

Simão Pedro, por medo dos poderosos do seu tempo, negou o Amigo que o amava e a Quem amava.

Judas, por medo que Ele não levasse a cabo os compromissos assumidos, vendeu o Benfeitor.

Os beneficiários das mãos misericordiosas de Jesus, por medo se omitiram, quando Ele foi levado ao sublime holocausto.

Pilatos, por medo, indeciso e pusilânime, lavou as mãos quanto à vida do Justo.

...E Anás, Caifás, a turbamulta, com medo do Homem Livre, resolveram crucificá-lO, através do hediondo e covarde conciliábulo da própria miséria moral, que os caracterizava.

Ele porém, não teve medo. Pensa e busca-O, libertando-te do medo e seguindo-O, em consciência tranqüila, mediante cujo comportamento te sentirás pleno, em harmonia.



Franco, Divaldo Pereira. Da obra: Momentos de Felicidade.
Ditado pelo Espírito Joanna de Ângelis.
Salvador, BA: LEAL, 1990.


segunda-feira, 9 de julho de 2018

Na construção da sabedoria



O homem adquire como patrimônio indelével a sabedoria que constrói ao longo de sua jornada, que leva consigo por onde for, inclusive para além do espaço e do tempo, uma vez que é um ser espiritual, infinito.

Após os estágios na esfera da atração, da sensação, do instinto, chega à racionalidade, construindo com sua mente e suas experiências aquilo que é hoje, descobrindo, porém, que a sua razão não compreende nem encontra todas as respostas.

O que há para além da racionalidade humana?

Em todos os tempos o conhecimento que a humanidade não alcança é atribuído à divindade, pois Deus não conhece limites. Então, procurando entender os mecanismos divinos que regem o Universo, novos horizontes vão se abrindo, e cada passo traz mais uma parcela de conhecimento, que se desdobra em sabedoria pensada, sentida e vivida.

Observando o mundo à sua volta, pelo modesto espectro de um ponto de vista, eivado de subjetividade de um indivíduo, em um local e em determinado momento histórico, o homem vai constatando que as respostas passam a ser portais para novas perguntas, e o processo cognitivo continua indefinidamente...

O homem, à semelhança do Criador, aprende que para ele os limites também vão deixando de existir, pois quando pensa que está no seu limite, novos fatos, perspectivas e possibilidades se abrem, se desdobram, quase que de forma inesperada para ele e a vida continua, nos diversos planos da existência. 

Premido pela necessidade de ir além da racionalidade, vai desenvolvendo outros mecanismos "ultracognitivos", passando a usar recursos que vão para além daqueles até então preconizados como adequados à sua necessidade evolutiva, como a vontade, o desejo, a imaginação, a memória, a inteligência, o sentimento, as vibrações e os reflexos de sua essência espiritual.

Quando começa novo ciclo de compreensão, por outros canais ainda por ele não explorados ou conhecidos, geralmente o homem é eivado de dúvidas, medos, insegurança, devido ao desconhecimento e imprevisibilidade dos desdobramentos que virão como efeito dessa nova causa por ele empreendida.

Aí, mais uma vez os até então propalados limites humanos caem, novos padrões são descobertos, novos mecanismos são estabelecidos e uma nova forma de viver vai sendo reconstruída...

E o que se coloca mais uma vez, a ser descoberto, no horizonte do ser?

A velha ideia da divindade que tudo sabe, tudo preside, tudo pode, tudo vê, tudo cria, tudo dirige...

Logo, para além da racionalidade e dos mecanismos ultracognitivos que vão sendo desenvolvidos e educados, para além do homem estará sempre a Inteligência Suprema, a Causa Primeira de todas as coisas, que tantas vezes somos incapazes de compreender, mas que sempre existirá, apesar da nossa pequenez para adentrar em sua grandeza e eternidade.

Mas o que, na prática, adianta saber dessas informações? O que pode ser deduzido dessa busca do conhecimento?


a) O homem é um espírito, ser cuja racionalidade conduz o processo infinito, o processo evolutivo;
b) Quando a razão não é suficiente para compreender os fenômenos e mecanismos da vida, o homem tem que usar outros recursos, ultracognitivos que estão imanentes nele, como a vontade, o desejo, a imaginação, a memória, a inteligência, os sentimentos, as vibrações e reflexos, contidos em sua essência espiritual;
c) Que a noção de limite é aparente, pois este é circunstancial, conjuntural, uma vez que para além daquilo que parece ser o fim, a vida continua, conforme a vontade da Inteligência que rege o Universo.


Portanto, os mecanismos de construção da sabedoria passam pela racionalidade, pelos recursos ultracognitivos e pela ideia de que o homem não tem fim ou limites, em face da sua origem Divina.


"Posso todas as coisas em Cristo que me fortalece." - Paulo (Filipenses, 4:13).


texto de Luciano Alencar (Barbacena) - publicado no jornal Novos Tempos, do C.E. Augusto Silva, edição nº 45
homem adquire como patrimônio indelével a sabedoria que constrói ao longo de sua jornada, que leva consigo por onde for, inclusive para além do espaço e do tempo, uma vez que é um ser espiritual,  infinito.
Após os estágios na esfera da atração, da sensação, do instinto, chega à racionalidade, construindo com sua mente e suas experiências aquilo que é hoje, descobrindo, porém, que a sua razão não compreende nem encontra todas as respostas.
O que há para além da racionalidade humana?
Em todos os tempos o conhecimento que a humanidade não alcança é atribuído à divindade, pois Deus não conhece limites. Então, procurando entender os mecanismos divinos que regem o Universo, novos horizontes vão se abrindo, e cada passo traz mais uma parcela de conhecimento, que se desdobra em sabedoria pensada, sentida e vivida.
Observando o mundo à sua volta, pelo modesto espectro de um ponto de vista, eivado de subjetividade de um indivíduo, em um local e em determinado momento histórico, o homem vai constatando que as respostas passam a ser portais para novas perguntas, e o processo cognitivo continua indefinidamente...
O homem, à semelhança do Criador, aprende que para ele os limites também vão deixando de existir, pois quando pensa que está no seu limite, novos fatos, perspectivas e possibilidade se abrem, se desdobram, quase que de forma inesperada para ele e a vida continua, nos diversos planos da existência.
Premido pela necessidade de ir além da racionalidade, vai desenvolvendo outros mecanismos “ultracognitivos”, passando a usar recursos que vão para além daqueles até então preconizados como adequados à sua necessidade evolutiva, como a vontade, o desejo, a imaginação, a memória, a inteligência, o sentimento, as vibrações e os reflexos de sua essência espiritual.
Quando começa novo ciclo de compreensão, por outros canais ainda por ele não explorados ou conhecidos, geralmente o homem é eivado de dúvidas, medos, insegurança, devido ao desconhecimento e imprevisibilidade dos desdobramentos que virão como efeito dessa nova causa por ele empreendida.
Aí, mais uma vez os até então propalados limites humanos caem, novos padrões são descobertos, novos mecanismos são estabelecidos e uma nova forma de viver vai sendo reconstruída...
E o que se coloca mais uma vez, a ser descoberto, no horizonte do ser?
A velha idéia da divindade que tudo sabe, tudo preside, tudo pode, tudo vê, tudo cria, tudo dirige...
Logo, para além da racionalidade e dos mecanismos ultracognitivos que vão sendo desenvolvidos e educados, para além do homem estará sempre a Inteligência Suprema, a Causa Primeira de todas as coisas, que tantas vezes somos incapazes de compreender, mas que sempre existirá, apesar da nossa pequenez para adentrar em sua grandeza e eternidade.
Mas o que, na prática, adianta saber dessas informações? O que pode ser deduzido dessa busca do conhecimento?
a) O homem é um espírito, ser cuja racionalidade conduz o processo infinito, o processo evolutivo;
b) Quando a razão não é suficiente para compreender os fenômenos e mecanismos da vida, o homem tem que usar outros recursos, ultracognitivos que estão imanentes nele, como a vontade, o desejo, a imaginação, a memória, a inteligência, os sentimentos, as vibrações e reflexos, contidos em sua essência espiritual;
c) Que a noção de limite é aparente, pois este é circunstancial, conjuntural, uma vez que para além daquilo que parece ser o fim, a vida continua, conforme a vontade da Inteligência que rege o Universo.
 Portanto, os mecanismos de construção da sabedoria passam pela racionalidade, pelos recursos ultracognitivos e pela ideia de que o homem não tem fim ou limites, em face da sua origem Divina.
Posso todas as coisas em Cristo que me fortalece.” - Paulo (Filipenses, 4:13)

Luciano Alencar (Barbacena) - publicado no jornal Novos Tempos, do C.E. Augusto Silva, edição nº 45


Leia mais: https://amelavras.webnode.com.br/products/na%20constru%c3%a7%c3%a3o%20da%20sabedoria/
homem adquire como patrimônio indelével a sabedoria que constrói ao longo de sua jornada, que leva consigo por onde for, inclusive para além do espaço e do tempo, uma vez que é um ser espiritual,  infinito.
Após os estágios na esfera da atração, da sensação, do instinto, chega à racionalidade, construindo com sua mente e suas experiências aquilo que é hoje, descobrindo, porém, que a sua razão não compreende nem encontra todas as respostas.
O que há para além da racionalidade humana?
Em todos os tempos o conhecimento que a humanidade não alcança é atribuído à divindade, pois Deus não conhece limites. Então, procurando entender os mecanismos divinos que regem o Universo, novos horizontes vão se abrindo, e cada passo traz mais uma parcela de conhecimento, que se desdobra em sabedoria pensada, sentida e vivida.
Observando o mundo à sua volta, pelo modesto espectro de um ponto de vista, eivado de subjetividade de um indivíduo, em um local e em determinado momento histórico, o homem vai constatando que as respostas passam a ser portais para novas perguntas, e o processo cognitivo continua indefinidamente...
O homem, à semelhança do Criador, aprende que para ele os limites também vão deixando de existir, pois quando pensa que está no seu limite, novos fatos, perspectivas e possibilidade se abrem, se desdobram, quase que de forma inesperada para ele e a vida continua, nos diversos planos da existência.
Premido pela necessidade de ir além da racionalidade, vai desenvolvendo outros mecanismos “ultracognitivos”, passando a usar recursos que vão para além daqueles até então preconizados como adequados à sua necessidade evolutiva, como a vontade, o desejo, a imaginação, a memória, a inteligência, o sentimento, as vibrações e os reflexos de sua essência espiritual.
Quando começa novo ciclo de compreensão, por outros canais ainda por ele não explorados ou conhecidos, geralmente o homem é eivado de dúvidas, medos, insegurança, devido ao desconhecimento e imprevisibilidade dos desdobramentos que virão como efeito dessa nova causa por ele empreendida.
Aí, mais uma vez os até então propalados limites humanos caem, novos padrões são descobertos, novos mecanismos são estabelecidos e uma nova forma de viver vai sendo reconstruída...
E o que se coloca mais uma vez, a ser descoberto, no horizonte do ser?
A velha idéia da divindade que tudo sabe, tudo preside, tudo pode, tudo vê, tudo cria, tudo dirige...
Logo, para além da racionalidade e dos mecanismos ultracognitivos que vão sendo desenvolvidos e educados, para além do homem estará sempre a Inteligência Suprema, a Causa Primeira de todas as coisas, que tantas vezes somos incapazes de compreender, mas que sempre existirá, apesar da nossa pequenez para adentrar em sua grandeza e eternidade.
Mas o que, na prática, adianta saber dessas informações? O que pode ser deduzido dessa busca do conhecimento?
a) O homem é um espírito, ser cuja racionalidade conduz o processo infinito, o processo evolutivo;
b) Quando a razão não é suficiente para compreender os fenômenos e mecanismos da vida, o homem tem que usar outros recursos, ultracognitivos que estão imanentes nele, como a vontade, o desejo, a imaginação, a memória, a inteligência, os sentimentos, as vibrações e reflexos, contidos em sua essência espiritual;
c) Que a noção de limite é aparente, pois este é circunstancial, conjuntural, uma vez que para além daquilo que parece ser o fim, a vida continua, conforme a vontade da Inteligência que rege o Universo.
 Portanto, os mecanismos de construção da sabedoria passam pela racionalidade, pelos recursos ultracognitivos e pela ideia de que o homem não tem fim ou limites, em face da sua origem Divina.
Posso todas as coisas em Cristo que me fortalece.” - Paulo (Filipenses, 4:13)

Luciano Alencar (Barbacena) - publicado no jornal Novos Tempos, do C.E. Augusto Silva, edição nº 45


Leia mais: https://amelavras.webnode.com.br/products/na%20constru%c3%a7%c3%a3o%20da%20sabedoria/
homem adquire como patrimônio indelével a sabedoria que constrói ao longo de sua jornada, que leva consigo por onde for, inclusive para além do espaço e do tempo, uma vez que é um ser espiritual,  infinito.
Após os estágios na esfera da atração, da sensação, do instinto, chega à racionalidade, construindo com sua mente e suas experiências aquilo que é hoje, descobrindo, porém, que a sua razão não compreende nem encontra todas as respostas.
O que há para além da racionalidade humana?
Em todos os tempos o conhecimento que a humanidade não alcança é atribuído à divindade, pois Deus não conhece limites. Então, procurando entender os mecanismos divinos que regem o Universo, novos horizontes vão se abrindo, e cada passo traz mais uma parcela de conhecimento, que se desdobra em sabedoria pensada, sentida e vivida.
Observando o mundo à sua volta, pelo modesto espectro de um ponto de vista, eivado de subjetividade de um indivíduo, em um local e em determinado momento histórico, o homem vai constatando que as respostas passam a ser portais para novas perguntas, e o processo cognitivo continua indefinidamente...
O homem, à semelhança do Criador, aprende que para ele os limites também vão deixando de existir, pois quando pensa que está no seu limite, novos fatos, perspectivas e possibilidade se abrem, se desdobram, quase que de forma inesperada para ele e a vida continua, nos diversos planos da existência.
Premido pela necessidade de ir além da racionalidade, vai desenvolvendo outros mecanismos “ultracognitivos”, passando a usar recursos que vão para além daqueles até então preconizados como adequados à sua necessidade evolutiva, como a vontade, o desejo, a imaginação, a memória, a inteligência, o sentimento, as vibrações e os reflexos de sua essência espiritual.
Quando começa novo ciclo de compreensão, por outros canais ainda por ele não explorados ou conhecidos, geralmente o homem é eivado de dúvidas, medos, insegurança, devido ao desconhecimento e imprevisibilidade dos desdobramentos que virão como efeito dessa nova causa por ele empreendida.
Aí, mais uma vez os até então propalados limites humanos caem, novos padrões são descobertos, novos mecanismos são estabelecidos e uma nova forma de viver vai sendo reconstruída...
E o que se coloca mais uma vez, a ser descoberto, no horizonte do ser?
A velha idéia da divindade que tudo sabe, tudo preside, tudo pode, tudo vê, tudo cria, tudo dirige...
Logo, para além da racionalidade e dos mecanismos ultracognitivos que vão sendo desenvolvidos e educados, para além do homem estará sempre a Inteligência Suprema, a Causa Primeira de todas as coisas, que tantas vezes somos incapazes de compreender, mas que sempre existirá, apesar da nossa pequenez para adentrar em sua grandeza e eternidade.
Mas o que, na prática, adianta saber dessas informações? O que pode ser deduzido dessa busca do conhecimento?
a) O homem é um espírito, ser cuja racionalidade conduz o processo infinito, o processo evolutivo;
b) Quando a razão não é suficiente para compreender os fenômenos e mecanismos da vida, o homem tem que usar outros recursos, ultracognitivos que estão imanentes nele, como a vontade, o desejo, a imaginação, a memória, a inteligência, os sentimentos, as vibrações e reflexos, contidos em sua essência espiritual;
c) Que a noção de limite é aparente, pois este é circunstancial, conjuntural, uma vez que para além daquilo que parece ser o fim, a vida continua, conforme a vontade da Inteligência que rege o Universo.
 Portanto, os mecanismos de construção da sabedoria passam pela racionalidade, pelos recursos ultracognitivos e pela ideia de que o homem não tem fim ou limites, em face da sua origem Divina.
Posso todas as coisas em Cristo que me fortalece.” - Paulo (Filipenses, 4:13)

Luciano Alencar (Barbacena) - publicado no jornal Novos Tempos, do C.E. Augusto Silva, edição nº 45


Leia mais: https://amelavras.webnode.com.br/products/na%20constru%c3%a7%c3%a3o%20da%20sabedoria/