Eternidade

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domingo, 20 de outubro de 2019

ESPERANÇA


Se a noite o surpreendeu de coração ferido ou de cérebro azorragado por amargos arrependimentos, não se renda à dor que lhe parece irremediável... Enquanto a sombra se estende ao longo do caminho, e a ventania sopra, qual lamentoso grito de angústia, fite as estrelas que cintilam nas alturas e siga adiante, ao encontro do novo dia. 

Não pode? Tremem-se-lhe os pés sob o fardo da aflição? Enrijeceram-se-lhe as fibras da alma e não consegue nutrir um novo sonho? Erga uma prece à Esperança, o gênio da luz que nos permite antever o porvir imenso. Recolha-se à oração e ela virá, doce e infatigável enfermeira, balsamizar-lhe as chagas interiores e sustentar-lhe as energias semimortas. Atenda-lhe o apelo carinhoso e prossiga sem desfalecimento. Não embote o entorpecente elixir da inércia ou o fel corrosivo do sofrimento. 

Aceite as sugestões do gênio amigo e reflita... Sentirá no próprio coração dores maiores que a sua, os pavores dos grandes infelizes, as úlceras cancerosas de milhões que, até agora, você não conseguirá ver. Então, inefável consolo baixará do Céu sobre a sua dor, aquietando-lhe a ânsia. Inexpremíveis sentimentos desabrocharão em seu Espírito, e seus braços se abrirão para acolher as ignoradas mágoas dos seres mais humildes da Terra. 

Nem todos sabem avaliar essa virtude celeste. Muitos a transformam em vinagre de impaciência ou em tortura mortal, convertendo-lhe a bênção em estilete da enfermidade. Felizes, porém, daqueles que lhe guardam a sublime claridade no imo do Espírito, porque verão a sabedoria do tempo, adquirindo com a vida a ciência da paz. 

Espera! - diz a noite - o dia voltará.  
Espera! - clama a semente - o fruto não tarda. 
Espera! - anuncia a justiça - e tudo recomporei. 

Bem-aventurados, pois, quantos no mundo sabem aprender, servir e esperar! 

Ditado  por Vianna de Carvalho / Chico Xavier (livro: Falando à Terra, cap. 40).

domingo, 13 de março de 2016

PENSAMENTO


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Pensamento


Em nossa reunião de 25 de novembro de 1954, felicitou-se nosso Grupo com a presença do Espírito Lourenço Prado que, pelos canais psicofônicos, nos ofertou expressiva palestra, acerca do pensamento.
Escritor largamente conhecido nos arraiais do Espiritualismo em nosso País e autor de vários livros de grande mérito, sua palavra, na alocução que transcrevemos, versa sobre sintonia, equilíbrio e colaboração em nossa vida mental.


Depois da morte física, empolgante é o quadro de surpresas que se nos descortina à visão, contudo, para nós cultores do Espiritualismo, uma das maiores dentre todas é a confirmação do poder mental como força criadora e renovadora, em todas as linhas do Universo.

O Céu, como domicílio espacial da beleza, existe realmente, porque não podemos imaginar o Paraíso erguido sobre um pântano, todavia, acima de tudo, o Céu é a faixa de pensamentos glorificados a que nos ajustamos com todas as criaturas de nosso degrau evolutivo.

O Inferno, como sítio de sofrimento expiatório, igualmente não pode ser contestado, porque não será justo idear a existência do charco num templo vivo, mas, acima de qualquer noção de lugar, o Inferno é a rede de pensamentos torturados, em que nos deixamos prender, com todos aqueles que nos comungam os problemas ou as aflições de baixo nível.

É preciso acordar para as realidades do mentalismo, a fim de nos desembaraçarmos dos grilhões do pretérito, criando um amanhã que não seja reflexo condicionado de ontem.

A Lei concede-nos, em nome de Deus, na atualidade, o patrimônio de revelações do moderno Espiritualismo para aprendermos a pensar, ajudando a mente do mundo nesse mesmo sentido.

O pensamento reside na base de todas as nossas manifestações.

Evoluímos no curso das correntes mentais, assim como os peixes se desenvolvem nas correntes marinhas.

Refletimos, por isso, todas as inteligências que se afinam conosco no mesmo tom.

Na alegria ou na dor, no equilíbrio ou no desequilíbrio, agimos com todos os espíritos, encarnados ou desencarnados, que, em nossa vizinhança, se nos agregam ao modo de sentir e de ser.

Saúde é o pensamento em harmonia com a lei de Deus. Doença é o processo de retificá-lo, corrigindo erros e abusos perpetrados por nós mesmos, ontem ou hoje, diante dela.

Obsessão é a ideia fixa em situações deprimentes, provocando, em nosso desfavor, os eflúvios enfermiços das almas que se fixaram nas mesmas situações.

Tentação é a força viciada que exteriorizamos, atraindo a escura influência que nos inclina aos desfiladeiros do mal, porque toda sintonia com a ignorância, ou com a perversidade, começa invariavelmente da perversidade ou da ignorância que acalentamos conosco.

Um prato de brilhantes não estimulará a fome natural de um cavalo, mas excitará a cobiça do homem, cujos pensamentos estejam desvairados até o crime.

Lembremo-nos, assim, da necessidade de pensar irrepreensivelmente, educando-nos, de maneira a avançarmos para diante, errando menos.

A matéria, que nos obedece ao impulso mental, é o conjunto das vidas inferiores que vibram e sentem, a serviço das vidas superiores que vibram, sentem e pensam.

O pensamento raciocinado é a maior conquista que já alcançamos na Terra.

Procuremos, desse modo, aperfeiçoar nossa mente e sublimá-la, através do estudo e do trabalho que nos enobreçam a vida.

Felicidade, pois, é o pensamento correto.

Infortúnio é o pensamento deformado.

Um santuário terrestre é o fruto mental do arquiteto que o idealizou, com a cooperação dos servidores que lhe assimilaram as ideias.

O mundo novo que estamos aguardando é construção divina, mentalizada por Cristo, na exaltação da Humanidade. Trabalhadores que somos, contratados por nosso Divino Mestre, saibamos pensar com ele para com ele vencermos.



pelo Espírito Lourenço Prado, psicografia de Francisco C. Xavier
livro: Instruções Psicofônicas.

terça-feira, 7 de abril de 2015


A vida de Chico Xavier chega em forma de musical
aos palcos mineiros

Participando do circuito BroadUAI, em Belo Horizonte,
o musical terá fins 100% filantrópicos





O musical “Chico Xavier – No Céu da Vibração” acontece nos dias 27 a 31 de maio no Cine Theatro Brasil, no Centro de Belo Horizonte (MG), com ingressos já disponíveis para venda. O espetáculo é uma produção da DrammAto Kostás em parceria com a Scalla Entretenimento, e conta com a direção de Daniel Kostás (foto) e Dilson Mayron. O roteiro, inspirado no livro “Chico Xavier – Meus Pedaços do Espelho”, de Marlene Nobre, traz um diferencial dentro de seu gênero, o de não trazer uma “obra biográfica linear”.


Todo o repertório da apresentação está diretamente relacionado a artistas que já homenagearam Chico Xavier e a apresentação contará com participação da Orquestra Jovem das Gerais, um grupo  experiente  e  premiado que se apresenta em diversos países da Europa.


Conversamos com o diretor do musical, Daniel Kostás, para saber um pouco mais sobre esta montagem.



O que o inspirou a montar este musical? Por que esta homenagem?


Quando Dilson Mayron, meu sócio e parceiro na direção de "Chico Xavier - No Céu da Vibração" e eu começamos a planejar o Circuito BroadUai há 5 anos, queríamos uma programação forte e que fosse tocante ao público. Paralelamente, fui convidado para dirigir um show em homenagem ao Chico Xavier. O projeto já tinha o perfil filantrópico, em favor do Hospital Espírita André Luiz, mas na época o projeto não pôde ser realizado. Em 2014, nos deu uma grande vontade de retomar o projeto e buscar sua realização. E no fechamento da programação do Circuito BroadUai em meados de 2014, fiz a proposta para as duas equipes de produção, do Circuito BroadUai e do show em homenagem de "Chico Xavier", de que o espetáculo se transformasse em um musical e que integrasse a programação, como a primeira temporada de musical do Circuito, em 2015. A ideia se encaixava perfeitamente: Chico foi um grande homem, inspirou multidões de pessoas e deixou um trabalho incrível; e o mundo dos musicais no Brasil está vivendo atualmente a era dos musicais biográficos. Além disso, com a descoberta de diversas músicas de compositores famosos, como Roberto Carlos, Gilberto Gil e Fábio Júnior, em homenagem a Francisco Cândido Xavier, o musical se tornava um projeto comercialmente forte. Foi então dada a largada à produção de "Chico Xavier - No Céu da Vibração", que além desses fatores todo, conta como inspiração dramatúrgica a biografia escrita em homenagem ao Chico pela querida Dra. Marlene Nobre, falecida em janeiro: o livro "Chico Xavier - Meus pedaços do espelho". Antes do seu falecimento, consegui ainda fazer algumas entrevistas com ela em dezembro passado, quando ela me narrou diversas situações curiosas sobre o Chico.  Pedi sua autorização para colocar essas informações coletadas no musical e ela prontamente me autorizou. São cenas lindas e bastante poéticas, que o grande público poderá conhecer em primeira mão "No Céu da Vibração".



Como você reuniu os dados que serão apresentados?


O material de "Chico Xavier - No Céu da Vibração" foi recolhido em diversas fontes: composições em homenagem ao Chico, suas biografias lançadas, entrevistas, os filmes que foram produzidos em sua homenagem, mas principalmente naquilo que Chico sempre inspirou: uma vibração incomparável. Quando passei o material para que a Selhe Mapér, que escreveu o roteiro do espetáculo pudesse trabalhar, passei a orientação que gostaríamos que a história pudesse focar menos em contar a história do Chico (já muito conhecida) e que focasse mais naquilo que o Chico despertou em todos nós. E é por isso que se chama "No Céu da Vibração", que inclusive é uma das músicas do espetáculo, do Gilberto Gil e gravada especialmente por Elis Regina para um especial da Rede Globo, nos anos 80. O resultado está incrível!



O que o público pode esperar desta obra?


Primeiramente, esperamos que o espetáculo seja emocionante. Afinal, se contar uma história como essa é uma tarefa muito difícil, pois exige bastante cuidado. Há uma expectativa grande do público, principalmente espírita - apesar de que o musical tem atraído pessoas de diversas religiões. Na equipe criativa mesmo temos - além de espíritas - evangélicos, espiritualistas, católicos, judeus e budistas. Chico está acima de qualquer religião e inspirou diversos grupos religiosos, diversos trabalhos pelo mundo e diversas organizações. Foi uma das personalidades mais homenageadas no Brasil: tem a maior quantidade de ruas com levam seu nome; diversos nomes de instituições; os filmes em sua homenagem foram sucesso de bilheteria; diversas músicas que foram feitas em sua homenagem; indicado ao Prêmio Nobel da Paz e foi eleito o mineiro e o brasileiro do século por diversas instituições, como rede Globo, Grupo SBT, entre outras. Ou seja, o público pode esperar também uma grande homenagem. Mas, assim como escreveu Dra. Marlene, o que será apresentado é somente o nosso "pedaço do espelho", a nossa visão sobre a história e o legado deixado por este grande homem e que fizemos com muito carinho e com muito trabalho, executado por uma equipe de quase 200 pessoas, entre artistas e técnicos envolvidos no projeto.



Há artistas conhecido do grande público nesta obra?


Somos quase 200 pessoas e, sim, há artistas de renome, mas ainda não podemos divulgar. Em breve o público vai ficar sabendo!



Quando e onde será a estreia? Há outras praças agendadas?


O espetáculo estreia dia 27 de maio de 2015, no Cine Theatro Brasil e cumpre curta temporada até 31 de maio. Mais de 1/3 dos ingressos foram vendidos nos cinco primeiros dias de abertura da bilheteria, em janeiro. Não há previsões de turnê do espetáculo, por isso recomendamos que o público que queira fazer parte, corra para comprar seus ingressos, antes que se esgotem. O Circuito BroadUai tem parcerias com hotéis em Belo Horizonte e agência de turismo para facilitar para público não residente em Belo Horizonte. Além da temporada do musical, outras atividades especiais foram programadas envolvendo "Chico Xavier", são surpresas e ainda não podemos divulgar também. Para ficar por dentro da programação e ter acesso a outras informações, o público pode ficar de olho na nossa página do Facebook e no nosso site: www.circuitobroaduai.com.br.



Já é possível adquirir os ingressos? Como?


Sim, basta entrar no site compreingressos.com e procurar pelo musical "Chico Xavier - No Céu da Vibração". Pelo telefone também é possível comprar: (31) 2626-1251. E na bilheteria do Cine Theatro Brasil, em Belo Horizonte. Os ingressos do primeiro lote custam R$100,00, com meia entrada de R$50,00, conforme lei. Depois passam a custar R$150,00.



A renda ou parte dela será revertida para alguma obra social?


Toda a renda de bilheteria do projeto será revertida, 100%, para instituições filantrópicas com trabalhos sociais no Brasil e na África. Esse é um dos objetivos principais do projeto: fazer um grande espetáculo em homenagem a Chico Xavier e manter a homenagem inclusive na forma de lidar com a bilheteria do espetáculo, afinal se o próprio Chico doou todos os seus direitos autorais para instituições, como poderíamos nós fazer diferente?! Na verdade, além de "No Céu da Vibração", toda a bilheteria líquida do Circuito BroadUai será 50% doada para instituições com trabalhos sociais. Nós estamos assumindo esse compromisso com o público e com a sociedade!


       

Fonte: O Consolador, por Giovana Campos, giovana@ccbeunet.br
Santos, SP
(Brasil)



sexta-feira, 4 de abril de 2014

AUTO-FLAGELAÇÃO



"O ser humano, em sua expressão fisiológica, pode ser comparado a uma usina inteligente, operando no campo da vida em câmbio de emissão e recepção. Toda vez que enlouquece na cólera ou na crueldade, contrariando os dispositivos da Lei de Deus, que é amor, exterioriza correntes de enfermidade e de morte, que, atingindo ou não o alvo de sua intemperança, se voltam fatalmente contra ele mesmo, pelo princípio inelutável da atração..."


    "Meus amigos:

    Embora não nos seja possível, por enquanto, apreciar convosco a fisiologia da alma, como seria desejável, de modo a imprimir ampla clareza ao nosso estudo, para breve comentário, em torno da flagelação que muitas vezes impomos, inadvertidamente, a nós mesmos, imaginemos o corpo terrestre como sendo a máquina da vida humana, através da qual a mente se manifesta, valendo-se de três dínamos geradores, com funções específicas, não obstante extremamente ligados entre si por fios e condutos, de variada natureza.

    O ventre é o dínamo inferior.
    O tórax é o dínamo intermediário.
    O cerebelo é o dínamo superior.

    O primeiro recolhe os elementos que lhe são fornecidos pelo meio externo, expresso na alimentação usual, e fabrica uma pasta aquosa, adequada à sustentação do organismo.

    O segundo recebe esse material e, combinando-o com os recursos nutritivos do ar atmosférico, transmuta-o em líquido dinâmico.

    O terceiro apropia-se desse líquido, gerando correntes de energia incessante.

    No dínamo-ventre, detemos a produção do quilo.
    No dínamo-tórax, presenciamos a metamorfose do quilo em glóbulo sanguíneo.
    No dínamo-cerebelo, reparamos a transubstanciação do glóbulo sanguíneo em fluido nervoso.

    Na parte superior da região cerebral, temos o córtex encefálico, representando a sede do espírito, algo semelhante a uma cabine de controle, ou a uma secretária simbólica, em que o <<eu>> coordena as suas decisões e produz a energia mental com que governa os dínamos geradores a que nos reportamos.

    O ser humano, desse modo, em sua expressão fisiológica, considerado superficialmente, pode ser comparado a uma usina inteligente, operando no campo da vida, em câmbio de emissão e recepção.

    Concentramos, assim, força mental em ação contínua e despendemo-la nos mínimos atos da existência, através dos múltiplos fenÿmenos da atenção com que assimilamos as nossas experiências diuturnas, atuando sobre as criaturas e coisas que nos cercam e sendo por elas constantemente influenciados.

    Toda vez, contudo, em que nos tresmalhamos na cólera ou na crueldade, contrariando os dispositivos da Lei de Deus, que é amor, exteriorizamos correntes de enfermidade e de morte, que, atingindo ou não o alvo de nossa intemperança, se voltam fatalmente contra nós, pelo princípio inelutável da atração que podemos observar no imã comum.

    Em nossas crises de revolta e desesperação, de maledicência e leviandade, provocamos sobre nós verdadeira tempestade magnética que nos desorganiza o veículo de manifestação, seja nos círculos espirituais em que nos encontramos, ou, na Terra, enquanto envergamos o envoltório de matéria densa, sobre a qual os efeitos de nossas agressões mentais, verbais ou físicas, assumem o caráter de variadas moléstias, segundo o ponto vulnerável de nossa usina orgânica, mas particularmente sobre o mundo cerebral em que as vibrações desvairadas de nossa impulsividade mal dirigida criam doenças neuropsíquicas, de diagnose complexa, desde a cefalagia à meningite e desde a melancolia corriqueira à loucura inabordável.

    Toda violência praticada por nós, contra os outros, significa dilaceração em nós mesmos.

    Guardemo-nos, assim, na humildade e na tolerância, cumprindo nossos deveres para com o próximo e para com as nossas próprias almas, porque o julgamento essencial daqueles que nos cercam, em verdade, não nos pertence.

    Desempenhando pacificamente as nossas obrigações, evitaremos as deploráveis ocorrências da autoflagelação, em que quase sempre nos submergimos nas trevas do suicídio indireto, com graves compromissos.

    Preservando-nos, pois, contra semelhante calamidade, não nos esqueçamos da advertência de nosso Divino Mestre no versículo 41, do capítulo 26, das anotações do apóstolo Mateus: - "Orai e vigiai, para não entrardes em tentação." Dias da Cruz"


(Do livro "Vozes do Grande Além", pelo Espírito Dias da Cruz, Francisco Cândido Xavier, 29/09/1955)


sábado, 15 de fevereiro de 2014

Rumo à Angelitude



Rumo à Angelitude
(Irmão Saulo)


 
Nos termos da Doutrina Espírita, do demônio nasce o homem e do homem nasce o anjo. Estamos todos no rumo da angelitude. Nossa humanidade (nossa natureza humana) caracteriza-se pela imperfeição, pelo predomínio dos instintos, pelos resíduos da animalidade ainda atuantes em nossa constituição psicossomática. Mas esses resíduos vão sendo eliminados na lapidação das vidas sucessivas. E como somos conscientes do processo de lapidação a que estamos sujeitos, podemos e devemos ajudar esse processo.

 
Basta um olhar atento ao nosso redor para verificarmos a realidade dessa concepção. As criaturas humanas estão dispostas num escala progressiva que vai do bandido ao santo. O malfeitor de hoje será o cidadão honesto no futuro. E este, por sua vez, será o santo de amanhã, dependendo esse amanhã, em grande parte, do esforço evolutivo do interessado. Porque o ser consciente apressa ou retarda a sua própria evolução.

 
O chamado para o serviço do bem é a oportunidade que Deus oferece à criatura imperfeita para acelerar a sua caminhada rumo à perfeição. Quem não aproveita a oportunidade divina, apegando-se por comodismo ou displicência aos seus defeitos, desculpando-se com as imperfeições naturais que ainda carrega, furta-se ao cumprimento do dever espiritual. Mas as leis da evolução não o deixarão prado por muito tempo. Por isso ensinou Jesus: "Quem se apegar à sua vida perde-la-á, mas quem a perder por amor a mim, salva-la-á".

 
O comodista será sacudido e alijado do seu comodismo, mais hoje, mais amanhã, pela vergasta da dor. o sofrimento é tão grande na Terra porque maior é o comodismo dos homens. A seara continua imensa e os trabalhadores ainda são tão poucos! Não somos anjos para ser perfeitos e puros, mas trazemos em nós as potencialidades da angelitude. Se não acelerarmos a nossa lapidação pelo serviço, o lapidário oculto - e que está oculto em nós mesmos - agirá como convém para completar a sua obra.



por Irmão Saulo
do livro "Na Era do Espírito"
psicografia de Francisco C. Xavier e Herculano Pires,
Espíritos Diversos

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Oração da Ave Maria, por Chico Xavier






Ave Maria! Senhora
Do amor que ampara e redime
Ai do mundo se não fora
A vossa missão sublime

Cheia de graça e bondade
É por vós que conhecemos
A eterna revelação
Da vida em seus dons supremos

O Senhor sempre é convosco
Mensageira da ternura
Providência dos que choram
Nas sombras da desventura

Bendita sois vós Rainha
Estrela da Humanidade
Rosa mística da fé
Lírio puro da humildade

Entre as mulheres sois vós
A Mãe das mães desvalidas
Nossa porta de esperança
E Anjo de nossas vidas

Bendito o fruto imortal
Da vossa missão de luz
Desde a paz da Manjedoura
Às dores além da Cruz

Assim seja para sempre
Oh! Divina Soberana
Refúgio dos que padecem
Nas dores da luta humana

Ave Maria
Do amor que ampara e redime
Ai do mundo se não fora
A vossa missão sublime!

Chico Xavier

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Palavras de Luz, por Teresa d'Ávila e Chico Xavier


Palavras de Luz

Grande júbilo marcou para nós a noite de 14 de outubro de 1954. Na fase terminal de nossas tarefas, o Espírito José Xavier, através dos canais psicofônicos, avisou-nos fraternalmente:
- "Esforcemo-nos por entrelaçar pensamentos e preces, por alguns minutos, pois receberemos, na noite de hoje, a palavra, distanciada embora, de quem há sido, para muitos de nós, um anjo e uma benfeitora. Nosso grupo, em sua feição espiritual, deve permanecer atento. Neste instante, aproximar-se-á de nós, tanto quanto possível, a grande Teresa d'Ávila e, assim como um grão de areia pode, em certas situações, refletir à luz de uma estrela, nosso conjunto receber-lhe-á a mensagem de carinho e encorajamento, através de fluidos teledinâmicos. A mente do Chico está preparada agora, qual se fosse um receptor radiofônico. Repetirá, automaticamente, com certa zona cerebral mergulhada em absoluta amnésia, as palavras de luz da grande alma, cujo nome não ousarei repetir. Rogamos aos companheiros se mantenham em oração e silêncio, por mais dois a três minutos".
Preparado o grupo, tivemos a felicidade de ouvir a nossa abnegada benfeitora espiritual, cuja mensagem falada nos atingiu os corações, como sendo sublime projeção de amor e luz.

********

Por muito se adiante a alma no tempo, há sempre tempo para que a alma reconsidere a estrada percorrida, abastecendo-se de esperança no amor daqueles a quem ama, assim como o viajante no mar provê a si mesmo de água doce, a fim de seguir à frente.

"Há tempo de semear e tempo de colher", diz nossa experiência da Escritura.

E, se juntos partilhamos a promessa, não seria justo olvidarmo-nos uns aos outros no dia da realização.

"Deixai crescer reunidos o trigo e o joio, até que venha a ceifa"
, recomendou por sua vez o Senhor.

Entretanto, a palavra de sua Sabedoria não nos inclina à indiferença. E, lembrando-a, não curamos de ser o trigo porque hoje nos vejamos fora do escuro sedimento da carne e nem insinuamos sejais vós o joio por permanecerdes dentro dela.

Recordamos simplesmente que todos trazemos ainda no campo das próprias almas o joio da ilusão e o trigo da verdade, necessitados da mercê do Celeste Cultivador.

Irmãos, não é apenas por regalar-se o espírito na confiança que se lhe descortinarão as portas da vida glorificada, mas sim por se lhe acendrarem o conhecimento e a virtude, através do trabalho bem sofrido e da caridade bem exercitada.

Outrora, buscávamos a paz na quietude do claustro, na suposição de que a vitória pudesse brilhar à distância da guerra contra as nossas próprias faltas, e disputávamos a posse do santo sepulcro do Excelso Rei, ao preço de sangue e lágrimas dos semelhantes, como se lhe não devêssemos o próprio coração por escabelo aos pés divinos.

Hoje, porém, dispomos de suficiente luz para o caminho e não seria lícito permutar o pão da sabedoria pelo fel da loucura.

Enquanto os séculos de sombra e impenitência se escoam no pó do mundo, preparai nesse mesmo pó, erigido em tabernáculo de carne, os séculos futuros, em que nos reuniremos de novo para a exaltação do triunfo eterno.

Enalteçamos o sacrifício, aprendendo a renunciar para possuir, a perder para ganhar e a morrer para viver.

Por algum tempo ainda padeceremos o cativeiro das nossas culpas e transgressões, mas, em breve, aceirando o trilho escabroso e bendito da cruz, exalçaremos, diante da Majestade Divina, a nossa libertação para sempre.

Que o Senhor seja louvado.

Teresa d'Ávila

Fonte
___________
Xavier, Chico. Instruções Psicofônicas, Págs. 151 - 153. FEB. Rio de Janeiro/RJ

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Saúde



Se o homem compreendesse que a saúde do corpo é reflexo da harmonia espiritual, e se pudesse abranger a complexidade dos fenômenos íntimos que o aguardam além da morte, certo se consagraria à vida simples, com o trabalho ativo e a fraternidade legitima por normas de verdadeira felicidade.
A escravização aos sintomas e aos remédios não passa, na maioria das ocasiões, de fruto dos desequilíbrios a que nos impusemos.
Quanto maior o desvio, mais dispendioso o esforço de recuperação. Assim, também, cresce o número das enfermidades à proporção que se nos multiplicam os desacertos, e, exacerbadas as doenças, tornam-se cada vez mais difíceis e complicados os processos de tratamento, levando milhões de criaturas a se algemarem a preocupações e atividades que adiam, indefinidamente, a verdadeira obra de educação que o mundo necessita.
O homem é inquilino da carne, com obrigações naturais de preservação e defesa do patrimônio que temporariamente usufrui.
Não se compreende que uma pessoa instruída amontoe lixo e lama, ou crie insetos patogênicos no próprio âmbito doméstico...
Existe, no entanto, muita gente de boa leitura e de hábitos respeitáveis que permite a entrada em si, de minuto a minuto, de tóxicos variados, como a cólera e a irritação, dando pasto a pensamentos aviltantes cujos efeitos por muito tempo se fazem sentir na vida diária.*
Sirvamo-nos deste símbolo, para estender-nos em mais simples considerações. Se sabemos imprescindível a higiene interna da casa, por que não movermos o espanador da atividade benéfica, desmanchando as teias escuras das ideias tristes? Por que não fazer ato salutar do uso da água pura, em vasta escala, beneficiando os mais íntimos escaninhos do edifício celular e atendendo igualmente ao banho diário, no escrúpulo do asseio? Se nos desvelamos em conservar o domicílio suficientemente arejado, por que não respirar, a longos haustos, o oxigênio tão puro quanto possível, de modo a facilitar a vida dos pulmões?
Quem construa uma habitação, cogita, não somente bases sólidas, que a suportem, senão da orientação, de tal jeito que a luz do sol a envolva e penetre profundamente; jamais voltaria esse alguém a situar o ambiente doméstico numa caverna de troglodita.
Analogamente, deve o homem assentar fundamentos morais seguros, que lhe garantam a verdadeira felicidade, colocando-se, no quadro social onde vive, de frente voltada para os ideais luminosos e santificantes, de modo que a divina inspiração lhe inunde as profundezas da alma.
Frequentemente a moradia das pessoas cuidadosas e educadas se exorna, em seu derredor, de plantas e de flores que encantam o transeunte, convidando-o à contemplação repousante e aos bons pensamentos.
Por que não multiplicar em torno de nós os gestos de gentileza e de solidariedade, que simbolizam as flores do coração?
Ninguém é tentado a descansar ou a edificar-se em recintos empedrados ou espinhosos.
Assim também, a palavra agradável que proferimos ou recebemos, as manifestações de simpatia, as atitudes fraternais e a compreensão sempre disposta a auxiliar, constituem recursos medicamentosos dos mais eficientes, porque a saúde, na essência, é harmonia de vibrações.
Quando nossa alma se encontra realmente tranqüila, o veículo que lhe obedece está em paz.
A mente aflita despede raios de energia desordenada que se precipitam sobre os órgãos à guisa de dardos ferinos, de consequências deploráveis para as funções orgânicas.
O homem comumente apenas registra efeitos, sem consignar as causas profundas.
E que dizer das paixões insopitadas, das enormes crises de ódio e de ciúme, dos martírios ocultos do remorso, que rasgam feridas e semeiam padecimentos inomináveis na delicada constituição da alma?
Que dizer relativamente à hórrida multidão dos pensamentos agressivos duma razão desorientada, os quais tanto malefício trazem, não só ao indivíduo, mas, igualmente, aos que se achem com ele sintonizados?
O nosso lar de curas na vida espiritual vive repleto de enfermos desencarnados. Desencarnados embora, revelam psicoses de trato difícil.
A gravitação é lei universal, e o pensamento ainda é matéria em fase diferentes daquelas que nos são habituais. Quando o centro de interesses da alma permanece na Terra, embalde se lhe indicará o caminha das alturas.
Caracteriza-se a mente também, por peso específico, e é na própria massa do Planeta que o homem enrodilhado em pensamentos inferiores se demorará, depois da morte, no serviço de purificação.
Os instrutores religiosos, mais do que doutrinadores, são médicos do espírito que raramente ouvimos com a devida atenção, enquanto na carne.
Os ensinamentos da fé constituem receituário permanente para a cura positiva das antigas enfermidades que acompanham a alma, século após século.
Todos os sentimentos que nos ponham em desarmonia com o ambiente, onde fomos chamados a viver, geram emoções que desorganizam, não só as colônias celulares do corpo físico, mas também o tecido sutil da alma, agravando a anarquia do psiquismo.
Qualquer criatura, conscientemente ou não, mobiliza as faculdades magnéticas que lhe são peculiares nas atividades do meio em que vive. Atrai e repele. Do modo pelo qual se utiliza de semelhantes forças depende, em grande parte, a conservação dos fatores naturais de saúde.
O espírito rebelde ou impulsivo que foge às necessidades de adaptação, assemelha-se a um molinete elétrico, armado de pontas, cuja energia carrega e, simultaneamente, repele as moléculas do ar ambiente; assim, esse espírito cria em torno de si um campo magnético sem dúvida adverso, o qual, a seu turno, há de repeli-lo, precipitando-o numa “roda-viva” por ele mesmo forjada.
Transformando-se em núcleo de correntes irregulares, a mente perturbada emite linhas de força, que interferirão como tóxicos invisíveis sobre o sistema endocrínico, comprometendo-se a normalidade das funções.
Mas não são somente a hipófise, a tireóide ou as cápsulas supra-renais as únicas vítimas da viciação. Múltiplas doenças surgem para a infelicidade do espírito desavisado que as invoca. Moléstias como o aborto; a encefalite letárgica, a esplenite, a apoplexia cerebral, a loucura, a nevralgia, a tuberculose, a coréia, a epilepsia, a paralisia, as afecções do coração, as úlceras gástricas e as duodenais, a cirrose, a icterícia, a histeria e todas as formas de câncer podem nascer dos desequilíbrios do pensamento.
Em muitos casos, são inúteis quaisquer recursos medicamentosos, porquanto só a modificação do movimento vibratório da mente, à base de ondas simpáticas, poderá oferecer ao doente as necessárias condições de harmonia.
Geralmente, a desencarnação prematura é o resultado do longo duelo vivido pela alma invigilante; esses conflitos prosseguem na profundeza da consciência, dificultando a ligação entre a alma e os poderes restauradores que governam a vida.
A extrema vibratilidade da alma produz estados de hipersensibilidade, os quais, em muitas circunstâncias, se fazem seguir de verdadeiros desastres organopsíquicos.
O pensamento, qualquer que seja a sua natureza, é uma energia, tendo, conseguintemente, seus efeitos.
Se o homem cultivasse a cautela, selecionando inclinações e reconhecendo o caráter positivo das leis morais, outras condições, menos dolorosas e mais elevadas, lhe presidiriam à evolução.
É imprescindível, porém, que a experiência nos instrua individualmente. Cada qual em seu roteiro, em sua prova, em sua lição.
Com o tempo aprenderemos que se pode considerar o corpo como o “prolongamento do espírito”, e aceitaremos no Evangelho do Cristo o melhor tratado de imunologia contra todas as espécies de enfermidade.
Até alcançarmos, no entanto, esse período áureo da existência na Terra, continuemos estudando, trabalhando e esperando...
 
(Do livro "Falando à Terra", pelo Espírito Joaquim Murtinho - Francisco Cândido Xavier/Espíritos Diversos)

domingo, 22 de dezembro de 2013

À Virgem



À Virgem


Do teu trono de róseas alvoradas,
Estende, mãe bendita, as mãos radiosas
Sobre a angústia das sendas escabrosas
Onde choram as mães atormentadas.


Mãe de todas as mães infortunadas,
Com tua alma de lírios e de rosas,
Mitiga a dor das almas desditosas
Entre as sombras de míseras estradas.


Anjo consolador dos desterrados,
Conforta os corações encarcerados
Nas algemas do mundo amargo e aflito.

 

Ao teu olhar, as lágrimas da guerra
E os quadros de amargor, que andam na Terra,
São caminhos de luz para o Infinito.



pelo Espírito Bittencourt Sampaio,
psicografia de Francisco C. Xavier
obra: Parnaso de além-túmulo 
(Poesias mediúnicas)



quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Cirurgia Plástica, na Visão Espírita






Chico Xavier, em afirmações expressas no programa Pinga-Fogo da TV Tupi, que podem ver aqui na seção (videos importantes) nos anos 70, dizia que a cirurgia plástica para regenerar os tecidos, orientada pelos medicos, é para quem a faz  um meio de estímulo psicológico para que a interiorização da felicidade mesmo que relativa diminua a laceração da tristeza.reavivando dessa forma a atividade mais equilibrada e para que se possa enfrentar os desafios do quotidiano e permita que se veja com mais interesse as vidas daqueles que delas necessitam.

 
Se a providência Divina nos concedeu a plástica, através do progresso das ciências, naturalmente é para que venhamos valorizar cada vez o corpo físico por meio do qual viajamos aqui na Terra.

As Pessoas questionam-se sobre a correção de problemas estéticos, através de cirurgia plástica, devido a temer os resgates reencarnatórios.
 
Tal qual nós podemos pelo amor atenuar as nossas fragilidades ou seja as provações, entendo que as plasticas para correção, não sendo excessivas da futilidade de procura de beleza exterior, e sem desmando de respeito pelo corpo , não são cometimento de atrocidade, mas apenas a forma a permitir a Ciencia que com a autorização de Deus projetou essa ou aquela correção.
 
Chico nos diz o seguinte,quando questionado por um medico;

“Nós pensamos, com os amigos que se comunicam conosco, que nem toda provação deve perdurar durante a existência inteira. Chega o momento em que essa provação pode ser extinta e renovada para o bem, reformada para a felicidade da criatura. A cirurgia plástica regeneradora é uma ciência que vem em benefício de nós outros, porque muitos de nós precisamos do rosto mais ou menos bem composto, das pernas fortes, ou mesmo de outros sinais morfológicos do corpo corretos para cumprir bem a tarefa. Eu conheço uma amiga que é manequim e ganha a vida para sustentar o marido que está num sanatório. Por que razão impedir que ela faça a cirurgia plástica nos seios, quando estes estão defeituosos?”
 

No entanto não podemos confundir mehoria da expressão fisica por qualquer desvio que necessita de correção com excessos, porque cada caso é um caso, neste que vimos atras, é diferente daqueles que se procuram para aclimatar a beleza exterior, a exemplo  a colocação de protese de silicone dos seios, destituindo a realidade do corpo, para alimentar uma beleza que pode até ficar bem cara pela destituição da sua originalidade corporal. A cirurgia não deve ser feita para nos tornarmos objeto, mas para retificação de problemas que não tenham outra solução senão a cirurgia estetica.


No entanto os desvios da razão, são pertencentes ao livre-arbitrio de cada pessoa.e muitas das vezes, se busca esta solução para apagar as sombras da alma, e isso é apenas de credito de quem assim segue esse caminho exagerando na sua transformação corporal.

As cirurgias para ambito corretivo são perfeitamente aceitáveis. As cirurgias que visam corrigir distúrbios funcionais são indispensáveis. Um cuidado está no que se refere somente à estética, a perigosidade está no excesso. Uma cirurgia com atitude exclusivamente  para exteriorização da vaidade  é perigosa. Já uma cirurgia que vai reabilitar a auto-estima é benéfica. Quem vai fazer uma mudança visual, por mero processo estetico deve contemporizar bem se isso é prioritario!
 
Se seu bom senso detido de sentimentos nobres e no uso de seu lvre-arbitrio entendeu, a importância da tomada da decisão de o fazer depende sempre do que está por detras do pensamento de cada individualidade e de sua escolha, a nós cabe apenas alertar para os excessos.
 
O corpo foi doado para que dele demos boa conta, ou seja zelemos por ele de forma digna e de respeita pela doação que nos foi dada.
 
Portanto o Espiritismo não recrimina a cirurgia plastica, nos expoentes do que aqui expressamos, dentro dos valores do bom senso e da razão.








   Fonte: A Era do Espírito, autoria de Victor Manuel Pereira de Passos.