Eternidade
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sábado, 4 de abril de 2015
sábado, 6 de setembro de 2014
quinta-feira, 5 de junho de 2014
Ação das Trevas nos Grupos Espíritas
Ação das Trevas nos Grupos Espíritas...
Antes de tudo precisamos saber de quais Espíritos estamos falando, porque a grande maioria de Espíritos obsessores que vêm às Casas Espíritas são mais ignorantes do que propriamente maldosos.
No livro “Não há mais tempo”, organizado pelo Espírito Klaus, foi publicado uma comunicação de um verdadeiro representante das organizações do mal e percebemos que há uma grande diferença entre o que nós classificamos como Espíritos obsessores e os verdadeiros representantes das trevas.
Quando o Espírito incorporou a doutrinadora disse:
“Seja bem vindo meu irmão!”.
Ele respondeu: “em primeiro lugar não sou seu irmão, em segundo lugar eu conheço o seu sentimento. Sei que você não gosta nem das pessoas que trabalham com você na casa, que dirá de mim que você não conhece. Por isso duvido que eu seja bem vindo aqui”.
Ela ficou um tanto desconsertada, porém, disse: “mas meu irmão, veja bem, isto aqui é um hospital”.
Ele respondeu: “muito bem, agora você vai dizer que eu sou o doente e que você vai cuidar de mim, não é isto?”.
Ela disse: “Sim”.
“Pois bem, e quem garante para você que eu sou um doente? Só porque eu penso diferente de você. Aliás, o que a faz acreditar que possa cuidar de mim?
Quem é que cuida de você? Porque suponho que quando alguém vai cuidar do outro, este alguém esteja melhor que o outro e, francamente, eu não vejo que você esteja melhor que eu. Porque eu faço o mal? Porque sou combatente das idéias de Jesus? Sim, é verdade, mas admito isto, enquanto que você faz o
mal tanto quanto eu e se disfarça de espírita boazinha”.
Outro doutrinador disse: “meu irmão, é preciso amar”.
O Espírito respondeu: “acabou o argumento. Quando vocês vêm com esta ladainha que é preciso amar é que vocês não têm mais argumentos”.
“Mas o amor não é ladainha meu irmão”.
“Se o amor não é ladainha por que o senhor não vai amar o seu filho na sua casa? Aliás, um filho que o senhor não tem relacionamento há mais de 10 anos. Se o senhor não consegue perdoar o seu filho que é sangue do seu sangue, como é que o senhor quer falar de amor comigo? O senhor nem me conhece".
Vieram outros doutrinadores e a história se repetiu até que, por último, veio o dirigente da casa e com muita calma disse:
“Não é necessário que o senhor fique atirando estas verdades em nossas faces. Nós temos plena consciência daquilo que somos. Sabemos que ainda somos crianças espirituais e que precisamos aprender muito”.
O Espírito respondeu: “até que enfim alguém com coerência neste grupo, até que enfim alguém disse uma verdade.
Concordo com você, realmente vocês são crianças espirituais e como crianças não deveriam se meter a fazer trabalho de gente grande porque vocês não dão conta”.
COMO AGEM OS ESPÍRITOS REPRESENTANTES DAS TREVAS EM NOSSOS NÚCLEOS ESPÍRITAS?
Esses Espíritos estarão sim atacando núcleos espíritas desde que o núcleo realmente represente algum perigo para as intenções das trevas.
Portanto, quando nós falamos das inteligências do mal, estamos falando de Espíritos que têm uma capacidade mental e intelectual muito acima da média em geral. Normalmente não são esses Espíritos que se comunicam nas nossas sessões mediúnicas.
Normalmente eles não estão preocupados com os nossos trabalhos, anão ser que esses trabalhos estejam bem direcionados, o que é muito difícil, e represente algum perigo para eles. Nós que vivemos e trabalhamos numa Casa Espírita sabemos bem dos problemas encontrados nas atividades desses grupos.
Para ilustrar vamos a um fato verídico ocorrido numa Casa Espírita.
Um Espírito obsessor incorporou na sessão mediúnica e disse para o grupo:
“Nós viemos informar que não vamos mais obsediar vocês. Vamos para o outro grupo”.
Houve silêncio até que alguém perguntou:
“Vocês não vão mais nos obsediar, por quê?”.
O Espírito respondeu: “existe nesta casa, tanta maledicência,tanta preguiça tanto atrito, tantas brigas pelo poder, tantas pessoas pregando aquilo que não praticam, que não precisamos nos preocupar com vocês, vocês mesmos são obsessores uns dos outros”.
POR QUE REALIZAR UM SEMINÁRIO RESSALTANDO A AÇÃO DAS TREVAS? FALAR DO MAL NÃO É AJUDAR O MAL A CRESCER?
No livro a “Arte da Guerra” está escrito: “se você vai para uma guerra e conhece mais o seu inimigo que a você mesmo, não se preocupe, você vai vencer todas as batalhas.
Se você conhece a si mesmo, mas não conhece o inimigo, para cada vitória você terá uma derrota.
Porém, se você não conhece nem a si mesmo e nem ao inimigo, você vai perder todas as batalhas”.
Infelizmente, a grande maioria das pessoas não conhece a si mesma. Têm medo da reforma intima, têm medo do que vão encontrar dentro de si.Negam a transformação interior.
Precisamos falar das trevas para conhecermos as trevas. Se não conhecermos como eles manipulam os tarefeiros espíritas como é que vamos saber nos defender deles.
Para isso é preciso refletirmos nesta condição de nos conhecermos, até porque toda ação das trevas exteriores é um reflexo das trevas que nós carregamos dentro de nós.
É preciso realmente realizarmos a nossa reforma interior para sairmos da sintonia dessas entidades.
E OS GUARDIÕES QUE CUIDAM DO CENTRO, COMO É QUE FICA?
Não podemos esquecer que os benfeitores espirituais trabalham respeitando o nosso livre arbítrio.
Uma Casa Espírita possui o seu campo de proteção, uma cerca elétrica construída pelos benfeitores, porém, quem a mantém ligada são os trabalhadores encarnados.
Toda vez que há brigas dentro do centro, toda vez que há grupos inimigos conflitando-se, toda vez que há maledicências, é como se houvesse um curto circuito nesta rede, é como se houvesse uma queda de energia, e as entidades do mal entram.
Os benfeitores espirituais estão presentes, a rede é religada,mas, as entidades dos mal já entraram. O grande problema é que quase sempre nósnão estamos sintonizados com o bem. A ação do bem em nossa vida é fundamental.
Por exemplo: o Umbral não é causa, o Umbral é efeito.
Só existe o Umbral, a zona espiritual inferior que cerca o planeta, porque os homens têm sentimentos medíocres e inferiores.
No dia que a humanidade evoluir o Umbral desaparece, porque ele é conseqüência.
Por isso que não podemos nos esquecer que as trevas exteriores são apenas uma extensão das nossas trevas interiores.
Existe, sim, a proteção espiritual nas Casas Espíritas, porém, os Espíritos amigos respeitam o nosso livre arbítrio.
COMO OS GRUPOS ESPÍRITAS PODEM SE DEFENDER DAS TREVAS?
• Havendo muita sinceridade, amizade verdadeira e, principalmente, muito amor entre todos os colaboradores do grupo.
• Existindo a prática da solidariedade, carinho e respeito para com todas as pessoas que buscam o grupo ou para estudar ou para serem orientadas ou para receberem assistência espiritual..
• Havendo muito comprometimento com a causa espírita.
• Realizando, periodicamente, uma avaliação dos resultados obtidos.
• Estudando!!!
Que Jesus nos abençoe e nos fortaleça no seu amor!
Fonte: Harmonia Espiritual
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
Nos bastidores de uma Reunião Espírita
Veja
a importância e seriedade dos trabalhos realizados na casa espírita.
Daí, nosso respeito e silêncio antes e durante as reuniões.
História extraída do livro “Seara do Bem” ,
de Carlos Alberto Tonini, pelo médium Luís Antonio Ferraz,
que conta a ação dos espíritos benfeitores nas várias tarefas
que conta a ação dos espíritos benfeitores nas várias tarefas
que ocorrem no mundo espiritual, durante uma reunião pública.
A preparação e a defesa do ambiente, os recursos fluídicos para o passe,
os dispositivos de defesa e análise, o trabalho junto à infância/juventude
os dispositivos de defesa e análise, o trabalho junto à infância/juventude
e o atendimento fraterno.
Desenhos: Mozart Couto
Autor espiritual: Carlos Alberto Tonini
Médium: Luís Antonio Ferraz
Número de cenas: 27 cenas em PowerPoint
Resumo: 10 páginas A4 em Word
Editora: DIDIER
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Retirado do site http://www.projetoimagem.com.br
sábado, 22 de dezembro de 2012
Perguntas que o Centro Espírita nos faz
No livro Dramas da Obsessão, psicografado pela médium Yvonne Pereira, o Espírito Bezerra de Menezes¹ afirma existirem centros espíritas que se assemelham mais a clubes, citando as características que os distanciam da condição de templos religiosos e escolas de aprimoramento do Espírito Imortal.
Ao mesmo tempo que nos alerta quanto às distorções que podem ocorrer no cotidiano de nossos centros, ressalta que cada templo espírita tem sua ambiência específica. Esta ambiência, nós sabemos, resulta dos pensamentos emitidos, do tônus mental e emocional de encarnados e desencarnados que atuam em suas dependências.
Isso nos faz pensar que cada Centro Espírita tem suas próprias características, muitas delas comuns e outras diferentes em relação aos demais. Isso se dá, entre outras coisas, devido aos objetivos dos fundadores, às prioridades estabelecidas pelos dirigentes, à região onde está situado e ao que se estuda em suas reuniões.
Num exercício imaginativo, admitamos que o Centro Espírita em que atuamos tenha vida própria, exatamente como nos desenhos animados ou filmes de ficção. Ele por certo externaria suas preocupações, alegrias e decepções. É possível que num dado instante ele nos dirigisse algumas perguntas, procurando sensibilizar-nos, levando-nos a refletir sobre coisas para as quais nem sempre damos muita importância. Provavelmente perguntaria:
- Você tem conseguido vir aqui com mais assiduidade?
- Você tem criticado menos os que trabalham, e se apresentado mais para o serviço?
- Para colaborar ou prosseguir colaborando, você faz questão de cargos?
- O Espiritismo não exige santidade de ninguém, mas pelo menos aqui você tem procurado educar seus pensamentos e impulsos, sem perder a espontaneidade e sem deixar de ser você mesmo?
- Você tem procurado se aproximar mais daqueles que aqui estão e que considera sejam frios, distantes, antipáticos, vaidosos, centralizadores, procurando conhece-los melhor?
- Além de um hospital e de uma escola, você já percebe que sou também uma oficina de trabalho e que existe algo que você pode fazer por aqui?
- Estou sempre com as portas abertas para recebe-lo, mas gostaria de saber por que você me procura. Obrigação? Prazer? Dedicação? Necessidade? Dependência? Desencargo de consciência? Amor?
- Você tem permitido aos companheiros e companheiras espíritas, conhece-lo melhor? Tem priorizado suas relações ou apenas o trabalho?
- Você imagina quanto custa por mês manter-me funcionando?
- Tenho dado de mim o que posso para oferecer-lhe um mínimo de conforto, um espaço de trabalho, estudo, confraternização e crescimento. Você tem percebido e valorizado o que lhe ofereço?
- Você tem aberto espaço para outros se revezarem com você nas funções que ocupa, ou é mais um a alegar a ausência de colaboradores, sem preparar com alegria e desapego os que estão à sua volta e que por timidez ainda não se candidataram ao trabalho?
- Quando você vai a um outro centro procura observar as coisas boas para incorporá-las à minha rotina ou percebe apenas os erros, dando graças a Deus por eles não existirem aqui?
- Você colabora quando pode ou é daqueles que abandonam o lar, esquecendo-se dos compromissos familiares assumidos para se refugiar em minhas dependências?
- Quando alguém se afasta de mim você tenta entender as razões, ou censura e lamenta sem procurar saber os motivos reais que levaram a pessoa a se ausentar?
- Você já consegue perceber que eu não tenho que ser igual a nenhum outro centro e que nenhum outro tem que ser igual a mim? Já entende que podemos ser diferentes em alguns aspectos, embora sigamos as mesmas diretrizes que estão na Codificação Espírita?
Responder com sinceridade a essas perguntas pode ajudar-nos a nos situar melhor em nossa relação com o Centro Espírita onde atuamos. Embora se diga que é fácil ser espírita dentro do centro e que fora dele é que os testemunhos são importantes, entendemos que nele existem desafios que se renovam e que se forem gradativamente enfrentados e vencidos, mais facilmente lidaremos com aqueles que se apresentam na vida social. Eis alguns desses desafios:
- ser democrático sem ser permissivo;
- ser sincero sem ferir deliberadamente os sentimentos dos outros;
- falar para as pessoas e não das pessoas;
- conviver com as diferenças;
- não pensar apenas na boa execução da própria tarefa, mas colaborar, dentro do possível, para que os outros companheiros encontrem êxito e satisfação no que fazem;
- aceitar cargos e encargos, a fim de não sobrecarregar os outros, sabendo o quanto é difícil agradar a todos;
- aprender a aceitar críticas;
- reconhecer o valor dos companheiros;
- aceitar a colaboração e direção alheias sem se sentir diminuído.
Cada instituição social possui uma cultura que lhe é própria, que a caracteriza diante das demais e nos permite compreender porque funciona dessa ou daquela maneira. O Centro Espírita, por não ser um templo religioso tradicional, tem aspectos distintos dos templos das demais religiões. Isto percebemos não apenas na arquitetura, mas principalmente na aplicação dos princípios doutrinários no seu cotidiano.
Apesar disso, encontramos aqueles que se assemelham, e muito, a templos de várias denominações religiosas, em virtude dos atavismos de alguns companheiros que, interpretando a Codificação de forma muito pessoal, justificam tais procedimentos baseados naquilo que julgam tenha sido dito por Allan Kardec.
Ao analisar as características dos centros espíritas, o confrade Cesar Perri² chegou a uma classificação de dez tipos de centros, baseada nas suas observações e vivências. Vamos reproduzi-la a seguir, condensando-a e correndo o risco de mutilar ou simplificar demais o pensamento do companheiro. Os que desejarem te-la na íntegra bastará consultarem o seu livro.
Tipo Personalista
Sociedade centrada na pessoa do dirigente/médium, onde dificilmente ocorre renovação na liderança, havendo dificuldades na constituição de equipes.
Tipo Curador
O foco é o atendimento a pessoas necessitadas de "cura". Há pouco ou quase nada de informação doutrinária.
Tipo Igreja Tradicional
O ambiente é frio, as reuniões são rotineiras e não há estímulo à criação de vínculo do freqüentador com a instituição.
Tipo Salvacionista
Predomina um ambiente pseudo-evangélico, marcado por muita ingenuidade. Há preocupação de doação para os carentes e paira nesse tipo de centro uma atmosfera de missionarismo.
Tipo Oráculo
Há valorização exclusiva das consultas e de opinião de Mentores espirituais, o estudo é acessório e o exercício da mediunidade é a atividade principal.
Tipo Repartição Pública
Neste tipo de centro há convênio de toda a espécie, as pessoas especializam-se em apresentar propostas, realizar relatórios e prestar contas: visão apenas administrativa.
Tipo Linha Auxiliar de Governos
Desejando atender o próximo, o centro se atrela aos poderes políticos constituídos, ficando como uma espécie de "braço ou ramificação" destes. Isso se torna ruim quando a Direção perde a autonomia, submetendo-se às diretrizes do poder público e não às diretrizes espíritas.
Tipo Assistencial
Entidade fundada com o objeto de fazer assistência social, especificamente com crianças órfãs. A ausência de base doutrinária dificulta a formação de equipes e a solução foi a criação de um Centro Espírita para gerir a obra.
Tipo Doutrinário
Centro que procura introduzir curso de orientação e educação da mediunidade e curso básico de Espiritismo, como etapa preliminar para a introdução de companheiros em reuniões mediúnicas. Nesses núcleos, há formação de equipes e expansão no número de freqüentadores.
Tipo Escola/Assistência
Nesse tipo há implantação de curso básico de Espiritismo e, sucessivamente, de cursos sobre a obra de Kardec e autores clássicos do Espiritismo. Com o crescimento da procura por cursos e integração dos freqüentadores nos trabalhos assistenciais, o centro amplia sua integração com a comunidade onde se localiza.
O fato é que o Centro Espírita representa um investimento conjunto de encarnados e desencarnados, visando divulgar o Espiritismo e criar ambiente onde a igualdade, a liberdade e a fraternidade possam ser vividas sob a inspiração do Evangelho de Jesus.
Pense nas perguntas que diariamente o Centro Espírita que você freqüenta lhe faz. Antecipe-se a elas inquirindo-se sobre o envolvimento que já é capaz de ter.
Observe o comportamento alheio, mas não copie ninguém; verifique a sua disponibilidade e em que medida deseja se envolver. Decidido a fazer a sua parte faça-a da melhor maneira, mas não se esqueça de que outros desejam ajudá-lo e outros precisam da sua ajuda, experiência e estímulo, a fim de produzirem cada vez mais, e, sobretudo, melhor.
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¹ PEREIRA, Yvone A. Dramas da Obsessão,
pelo Espírito Bezerra de Menezes. 8. ed.
Rio de Janeiro: FEB 1994, Conclusão III,
p. 145-152.
² CARVALHO, Antonio Cesar Perri de.
Espiritismo e Modernidade. São Paulo:
USE, 1996, p. 80-84.
Fonte: Reformador nº 2123, fevereiro/2006.
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