Eternidade

Eternidade
Mostrando postagens com marcador O Consolador. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador O Consolador. Mostrar todas as postagens

sábado, 21 de setembro de 2019

O Espiritismo Responde


Roberta Carvalho, de Lambari-MG, pergunta-nos se as pessoas que amputam alguma parte do corpo sofrem também alguma alteração no corpo espiritual ou perispírito.
 
Existem relatos de que pessoas que tiveram o membro amputado ainda sentem dores no local onde ocorreu a amputação, ou seja, no chamado membro "fantasma". Graças às fotografias Kirlian comprovou-se que nas plantas das quais se cortou uma parte, por exemplo um pedaço da folha, a contraparte imaterial do que foi cortado ainda aparece na foto, o que sugere que uma lesão física não acarreta necessariamente lesão no corpo perispiritual, salvo se ela se der de maneira intencional e sem motivo justificável perante as leis que regem a vida.
Lembramo-nos da informação dada por Emmanuel a respeito das pessoas que desferem um tiro na cabeça, produzindo lesão no corpo físico e também no corpo perispiritual. Segundo Emmanuel, tal lesão exigirá duas ou mais experiências corpóreas, por meio da reencarnação, para que seja sanada. Sabemos que nesses casos a lesão perispiritual terá consequência direta na veste física que o Espírito envergará nas existências corpóreas que se seguirem, até que esteja dita lesão inteiramente reparada.
Outro exemplo de lesão física com repercussão no perispírito é o caso Wladimir, o jovem suicida citado no livro “Quem tem medo da morte?”, de Richard Simonetti. Segundo mensagem por ele transmitida por intermédio de Chico Xavier, Wladimir sentia no mundo espiritual os efeitos da bala que lhe atravessou o peito, a qual produziu no corpo espiritual uma ferida da qual jorrava sangue até que pôde ser devidamente socorrido. Wladimir foi o autor do disparo que lhe tirou a vida.
No livro Evolução em Dois Mundos André Luiz informa-nos que o perispírito não é reflexo do corpo físico; é o contrário disso que se dá. As lesões do corpo físico só terão, pois, repercussão no corpo espiritual se houver fixação mental do indivíduo diante do acontecido, ou se o ato praticado estiver em desacordo com as leis que regem a vida. 

É assim que alguns pacientes psiquiátricos mutilam partes de seus corpos levados por transtornos mentais profundos. Não é, porém, o ato mecânico em si que altera o perispírito, mas a grave energia psíquica que altera as sutilezas do corpo espiritual, a qual, por sinal, foi o agente principal do ato conturbado. 

As tatuagens e as pequenas mutilações que alguns indivíduos elaboram como forma de demonstrar amor (uma mãe, por exemplo, que grava o nome do filho no corpo de modo não tão conturbado) não trariam, segundo nosso entendimento, as mesmas consequências que ocorreriam com aqueles que se mutilam de modo deliberado, movidos por sentimentos menos nobres.

Fonte: O Consolador | O Espiritismo Responde

domingo, 27 de agosto de 2017

Salvação segundo a Doutrina Espírita




Estudando a Doutrina Espírita, compreendemos que Jesus não morreu por ninguém ou para salvar alguém do Inferno. Sua morte não significa a nossa salvação, e nem o perdão “adiantado” dos erros que cometemos.  


Jesus, o Espírito mais evoluído que já esteve na Terra, encarnou e viveu neste Mundo por amor a nós, para exemplificar o amor, o perdão, a caridade, a fé, sendo “o modelo e guia, o tipo de perfeição moral a que se pode aspirar na Terra”, definição essa contida na questão 625 de O Livro dos Espíritos. 

“Pelas obras é que se reconhece o cristão”, pois se apenas a fé salvasse o indivíduo, de que valeria a caridade, a reforma íntima, o trabalho no bem? Qualquer um que se arrependesse de seus erros antes de morrer seria salvo e iria para o Céu, mesmo se tivesse sido um ladrão ou assassino? E onde estaria, nesse caso, a justiça de Deus, que oferece tempo para alguns se arrependerem, enquanto que a outros arrebata do corpo físico sem a oportunidade de repensarem suas atitudes?  

Quando tomamos consciência do cometimento de uma falta, o arrependimento é importante, porém, ele não necessita de um rótulo religioso, mas sim ser complementado pela expiação e pela reparação do erro cometido. 
 
Expiação são os sofrimentos físicos e morais consequentes do erro; e a reparação consiste em fazer o bem àqueles a quem se havia feito o mal, apagando assim os traços da falta e suas consequências. 

A Doutrina Espírita elucida que a salvação de cada um – entendida como evolução espiritual, que é destino de todos os Espíritos criados por Deus - depende exclusivamente de si mesmo, e ocorre a partir da transformação moral, pois “fora da caridade não há salvação”. Assim, somente através da reforma íntima é possível salvar-se do comodismo, da indiferença, da omissão, da descrença, transformando a fé e a confiança em Deus em obras de amor e paz. 


Sendo o Céu um estado íntimo, construído pela consciência tranquila, e não um lugar de ociosidade e contemplação, o Céu de cada um só pode ser construído por ele mesmo, através de pensamentos, palavras e atitudes que revelem seu estado íntimo de constante aprimoramento espiritual, esforçando-se por tornar-se cada vez mais solidário, mais caridoso, mais parecido com Jesus.


Fonte: O Consolador, por Cláudia Schmidt.

sábado, 8 de outubro de 2016

Respeitar sim, repetir não...


Sabemos que os textos evangélicos sofreram muitas alterações ao longo dos séculos, para atender a interesses do mundo, ditados pelo culto do poder e da ambição, ou até pela fé ingênua e cega que pretendia converter, fazendo concessões. Nesse processo, incorporaram-se rituais e crenças mágicas, muito anteriores a Jesus, dando-se-lhes estatuto cristão.

A fé raciocinada encara sem medo esses fatos, já constatados pela História, e busca a essência dos ensinamentos do Mestre. Aliás, já nos advertia Kardec, no primeiro parágrafo da introdução a “O Evangelho segundo o Espiritismo”: “Podem dividir-se em cinco partes as matérias contidas nos Evangelhos: os atos comuns da vida do Cristo; os milagres; as predições; as palavras que foram tomadas pela Igreja para fundamento de seus dogmas; e o ensino moral. As quatro primeiras têm sido objeto de controvérsias; a última, porém, conservou-se constantemente inatacável”.

O ensino moral do Evangelho é inatacável, sem dúvida. É o evangelho propriamente dito. O mais pode até ser lenda, ou é, pelo menos, questionável, passível de investigação histórica e científica. Portanto, não há por que se repetirem, em nosso meio, velhas abordagens fantasiosas que vestem Jesus de magia e ilusão. O Mestre se basta, dispensa enfeites que não concorrem para amadurecer o Espírito, como é o caso das festas marcadas no calendário oficial.

Tais festas representam uma tradição dos católicos e, embora merecendo nosso respeito, não fazem o menor sentido para a Doutrina Espírita. Portanto, não se justifica nas escolinhas de evangelização a comemoração de datas como a Páscoa, nos moldes do convencionalismo cristão.

É certo, porém, que as crianças trazem informações veiculadas pelos meios de comunicação, pela família, pela escola e que não devemos agredi-las com doutrinações radicais, negando tudo o que conhecem e vivenciam no mundo. Mas podemos aproveitar esses saberes, para construir o novo ou resgatar, adequadamente, o ponto de vista histórico e cultural.

No caso da Páscoa, é preciso situá-la entre as  festas ligadas a rituais de fertilidade e seus símbolos, dissociando-a da figura de Jesus, com o cuidado de não repetir a crença de que Ele a instituiu ou de que lhe deu outro sentido, assumindo a posição do cordeiro sacrificado nessa época pelos judeus, para justificar a ressurreição e dar ao corpo do Deus a função de alimento.

O mito do deus morto e do deus ressurrecto é comum a muitas culturas da antiguidade. Quando Jesus encarnou entre nós, essa crença já era conhecida e os judeus, de sua parte, haviam conferido a ela características próprias, associando-a a episódio que remonta ao tempo de  sua submissão ao Egito. 

Jesus insere-se naquele contexto, é verdade, e participa dos eventos da época, mas frisa: “Meu reino não é deste mundo”. E mais: “Não quero sacrifício, mas misericórdia.”

Recuperemos a formação da palavra sacrifício: sacro + ofício. Na realidade, o Mestre da Galileia rompe o ciclo de repetição dos velhos rituais e propõe o mandamento do amor. Misericórdia é expressão do amor. Não cobrava Jesus oferendas nos templos, nem rituais mágicos, como aquele que se realizava na Páscoa. Não pretendia que se lhe oferecessem ofícios sagrados, mas sim que praticássemos a caridade.

A Terceira Revelação nos convida, através do Espírito de Verdade: “Amai-vos e instruí-vos”. Portanto, o conhecimento que nos traz a própria Doutrina assinala um compromisso com o estudo, ensejando a oportunidade de superar uma mentalidade mágica para alcançar o direcionamento da fé, pela razão. Assim, a evangelização espírita não precisa comemorar as festas da tradição cristã, mas deve constituir a festa de todo dia, porque oferece roteiro seguro para a vida e suas surpresas.

Este terceiro milênio do calendário ocidental está marcado, ao que parece, por descobertas científicas arrojadas e por inquietantes constatações da História, provocando a derrubada de velhas crenças. Se, inadvertidamente, repetimos tais crenças na Casa Espírita, estaremos entravando o progresso e perdendo a chance de esclarecimento que o próprio Espiritismo nos oferece.

A criança e o jovem precisam desenvolver uma fé robusta e vigorosa que resista não só aos ventos das novidades – com as quais são alvejados pela escola, pela mídia, pela comunicação virtual – mas também aos embates da vida. Educar-se pelo Evangelho à luz do Espiritismo é abrir uma janela para o futuro, é atravessar a linha do horizonte da acomodação, é libertar-se do velho círculo das ilusões.

       Respeitar sim, repetir não. Essa deveria ser a postura dos evangelizadores na casa espírita, diante dos atavismos da tradição cristã. 


Extraído de O Consolador, Crônicas e Artigos, por Rita Côre

sábado, 3 de setembro de 2016

Espiritismo na Arte



Resposta: Essa atuação pode verificar-se no que se refere às possibilidades e às tendências, mas, no capítulo da composição, os grandes músicos da Terra, com méritos universais, não obedecem a lembranças do pretérito, e sim a gloriosos impulsos das forças do Infinito, porquanto a música na Terra é, por excelência, a arte divina.

As óperas imortais não nasceram do lodo terrestre, mas da profunda harmonia do Universo, cujos cânticos sublimes foram captados parcialmente pelos compositores do mundo, em momentos de santificada inspiração.

Apenas desse modo podereis compreender a sagrada influência que a música nobre opera nas almas, arrebatando-as, em quaisquer ocasiões, às idéias indecisas da Terra, para as vibrações do íntimo com o Infinito.

O consolador - Emmanuel

terça-feira, 7 de abril de 2015


A vida de Chico Xavier chega em forma de musical
aos palcos mineiros

Participando do circuito BroadUAI, em Belo Horizonte,
o musical terá fins 100% filantrópicos





O musical “Chico Xavier – No Céu da Vibração” acontece nos dias 27 a 31 de maio no Cine Theatro Brasil, no Centro de Belo Horizonte (MG), com ingressos já disponíveis para venda. O espetáculo é uma produção da DrammAto Kostás em parceria com a Scalla Entretenimento, e conta com a direção de Daniel Kostás (foto) e Dilson Mayron. O roteiro, inspirado no livro “Chico Xavier – Meus Pedaços do Espelho”, de Marlene Nobre, traz um diferencial dentro de seu gênero, o de não trazer uma “obra biográfica linear”.


Todo o repertório da apresentação está diretamente relacionado a artistas que já homenagearam Chico Xavier e a apresentação contará com participação da Orquestra Jovem das Gerais, um grupo  experiente  e  premiado que se apresenta em diversos países da Europa.


Conversamos com o diretor do musical, Daniel Kostás, para saber um pouco mais sobre esta montagem.



O que o inspirou a montar este musical? Por que esta homenagem?


Quando Dilson Mayron, meu sócio e parceiro na direção de "Chico Xavier - No Céu da Vibração" e eu começamos a planejar o Circuito BroadUai há 5 anos, queríamos uma programação forte e que fosse tocante ao público. Paralelamente, fui convidado para dirigir um show em homenagem ao Chico Xavier. O projeto já tinha o perfil filantrópico, em favor do Hospital Espírita André Luiz, mas na época o projeto não pôde ser realizado. Em 2014, nos deu uma grande vontade de retomar o projeto e buscar sua realização. E no fechamento da programação do Circuito BroadUai em meados de 2014, fiz a proposta para as duas equipes de produção, do Circuito BroadUai e do show em homenagem de "Chico Xavier", de que o espetáculo se transformasse em um musical e que integrasse a programação, como a primeira temporada de musical do Circuito, em 2015. A ideia se encaixava perfeitamente: Chico foi um grande homem, inspirou multidões de pessoas e deixou um trabalho incrível; e o mundo dos musicais no Brasil está vivendo atualmente a era dos musicais biográficos. Além disso, com a descoberta de diversas músicas de compositores famosos, como Roberto Carlos, Gilberto Gil e Fábio Júnior, em homenagem a Francisco Cândido Xavier, o musical se tornava um projeto comercialmente forte. Foi então dada a largada à produção de "Chico Xavier - No Céu da Vibração", que além desses fatores todo, conta como inspiração dramatúrgica a biografia escrita em homenagem ao Chico pela querida Dra. Marlene Nobre, falecida em janeiro: o livro "Chico Xavier - Meus pedaços do espelho". Antes do seu falecimento, consegui ainda fazer algumas entrevistas com ela em dezembro passado, quando ela me narrou diversas situações curiosas sobre o Chico.  Pedi sua autorização para colocar essas informações coletadas no musical e ela prontamente me autorizou. São cenas lindas e bastante poéticas, que o grande público poderá conhecer em primeira mão "No Céu da Vibração".



Como você reuniu os dados que serão apresentados?


O material de "Chico Xavier - No Céu da Vibração" foi recolhido em diversas fontes: composições em homenagem ao Chico, suas biografias lançadas, entrevistas, os filmes que foram produzidos em sua homenagem, mas principalmente naquilo que Chico sempre inspirou: uma vibração incomparável. Quando passei o material para que a Selhe Mapér, que escreveu o roteiro do espetáculo pudesse trabalhar, passei a orientação que gostaríamos que a história pudesse focar menos em contar a história do Chico (já muito conhecida) e que focasse mais naquilo que o Chico despertou em todos nós. E é por isso que se chama "No Céu da Vibração", que inclusive é uma das músicas do espetáculo, do Gilberto Gil e gravada especialmente por Elis Regina para um especial da Rede Globo, nos anos 80. O resultado está incrível!



O que o público pode esperar desta obra?


Primeiramente, esperamos que o espetáculo seja emocionante. Afinal, se contar uma história como essa é uma tarefa muito difícil, pois exige bastante cuidado. Há uma expectativa grande do público, principalmente espírita - apesar de que o musical tem atraído pessoas de diversas religiões. Na equipe criativa mesmo temos - além de espíritas - evangélicos, espiritualistas, católicos, judeus e budistas. Chico está acima de qualquer religião e inspirou diversos grupos religiosos, diversos trabalhos pelo mundo e diversas organizações. Foi uma das personalidades mais homenageadas no Brasil: tem a maior quantidade de ruas com levam seu nome; diversos nomes de instituições; os filmes em sua homenagem foram sucesso de bilheteria; diversas músicas que foram feitas em sua homenagem; indicado ao Prêmio Nobel da Paz e foi eleito o mineiro e o brasileiro do século por diversas instituições, como rede Globo, Grupo SBT, entre outras. Ou seja, o público pode esperar também uma grande homenagem. Mas, assim como escreveu Dra. Marlene, o que será apresentado é somente o nosso "pedaço do espelho", a nossa visão sobre a história e o legado deixado por este grande homem e que fizemos com muito carinho e com muito trabalho, executado por uma equipe de quase 200 pessoas, entre artistas e técnicos envolvidos no projeto.



Há artistas conhecido do grande público nesta obra?


Somos quase 200 pessoas e, sim, há artistas de renome, mas ainda não podemos divulgar. Em breve o público vai ficar sabendo!



Quando e onde será a estreia? Há outras praças agendadas?


O espetáculo estreia dia 27 de maio de 2015, no Cine Theatro Brasil e cumpre curta temporada até 31 de maio. Mais de 1/3 dos ingressos foram vendidos nos cinco primeiros dias de abertura da bilheteria, em janeiro. Não há previsões de turnê do espetáculo, por isso recomendamos que o público que queira fazer parte, corra para comprar seus ingressos, antes que se esgotem. O Circuito BroadUai tem parcerias com hotéis em Belo Horizonte e agência de turismo para facilitar para público não residente em Belo Horizonte. Além da temporada do musical, outras atividades especiais foram programadas envolvendo "Chico Xavier", são surpresas e ainda não podemos divulgar também. Para ficar por dentro da programação e ter acesso a outras informações, o público pode ficar de olho na nossa página do Facebook e no nosso site: www.circuitobroaduai.com.br.



Já é possível adquirir os ingressos? Como?


Sim, basta entrar no site compreingressos.com e procurar pelo musical "Chico Xavier - No Céu da Vibração". Pelo telefone também é possível comprar: (31) 2626-1251. E na bilheteria do Cine Theatro Brasil, em Belo Horizonte. Os ingressos do primeiro lote custam R$100,00, com meia entrada de R$50,00, conforme lei. Depois passam a custar R$150,00.



A renda ou parte dela será revertida para alguma obra social?


Toda a renda de bilheteria do projeto será revertida, 100%, para instituições filantrópicas com trabalhos sociais no Brasil e na África. Esse é um dos objetivos principais do projeto: fazer um grande espetáculo em homenagem a Chico Xavier e manter a homenagem inclusive na forma de lidar com a bilheteria do espetáculo, afinal se o próprio Chico doou todos os seus direitos autorais para instituições, como poderíamos nós fazer diferente?! Na verdade, além de "No Céu da Vibração", toda a bilheteria líquida do Circuito BroadUai será 50% doada para instituições com trabalhos sociais. Nós estamos assumindo esse compromisso com o público e com a sociedade!


       

Fonte: O Consolador, por Giovana Campos, giovana@ccbeunet.br
Santos, SP
(Brasil)



terça-feira, 11 de março de 2014

Mortes violentas e planejamento reencarnatório


Mortes violentas e 
planejamento reencarnatório

Inegavelmente, vivemos um período em que a violência se acentua, tomando conta, quase que integralmente, da mídia televisiva e escrita. São notícias diárias de sequestros, roubos, estupros, homicídios e mortes causadas por acidente de carro.


A violência é fruto da nossa imperfeição moral, da predominância dos instintos agressivos (adquiridos pelos Espíritos nas vivências evolutivas no reino animal), que a razão ainda não converteu em expressões de amor.


Neste período de transição planetária, vivenciamos o ápice das provas e expiações, de forma que a violência atinge índices alarmantes, praticada por Espíritos ainda primários, que não desenvolveram os sentimentos nobres, os quais, nesse processo de expurgo evolutivo (separar o joio do trigo, como ensinava Jesus), após a desencarnação, já não terão mais condições vibratórias de reencarnar no planeta Terra. Lembremos, ainda, a assertiva de Jesus: Os mansos herdarão a Terra.


Anote-se que a tônica deste artigo é abordar a incidência do planejamento reencarnatório nos casos de mortes violentas, isto é, a vítima teria que desencarnar dessa maneira? E o agressor, também teria assumido esse papel de algoz antes de reencarnar?


Alguns autores espíritas defendem a ideia de que a morte causada pela violência alheia não fazia parte do contexto reencarnatório, em virtude de que ninguém reencarna para o mal, portanto o agressor não havia planejado matar alguém, de tal sorte que a vítima desencarnaria em função do mau uso do livre arbítrio daquele (agressor).


Em que pese o nosso respeito por aqueles que nutrem esse tipo de ponto de vista, sabemos que as vítimas que desencarnam em razão da violência alheia estão inseridas, basicamente, em três tipos de situações:


1) Prova – a vítima vivencia uma situação de violência que gera a sua desencarnação, o que lhe trará um teste, um desafio para que ela exercite as virtudes no sentido de perdoar sinceramente o agressor (gera aprendizado, evolução – esse tipo de morte foi solicitado pela vítima antes de sua reencarnação). Lembremos que prova pressupõe avaliação, ou seja, colocar em teste as virtudes aprendidas. Caso vença moralmente a situação, podemos dizer que o Espírito alcançou determinada virtude.


2) Expiação – são as situações mais frequentes. A vítima foi a autora de violência em vidas anteriores que lesou alguém e, como não se liberou desse compromisso através do amor, sofre as consequências na atual existência. Expiar é reparar, quitar, harmonizar-se com as leis divinas.   


3) Missão – algumas almas nobres morrem de forma violenta, uma vez que seus exemplos de amor e tolerância geram antipatias nas pessoas mais embrutecidas. Menciono como exemplos os casos de Jesus e Gandhi. 
 

Notem que estamos abordando a questão das violências mais graves, que acabam gerando a nossa desencarnação, pois as violências menores que vivenciamos em nosso cotidiano, tais como calúnias, traições, indiferença e outras, normalmente são circunstâncias naturais da vida num mundo atrasado moralmente como o nosso, a estimular nosso aprendizado espiritual (veja questão nº 859 do Livro dos Espíritos). Jesus já nos orientava: “No mundo só tereis aflições”.


Dessa forma, à luz do Espiritismo e da justiça divina (a cada um segundo suas obras), temos a certeza de que a desencarnação violenta fazia parte de seu cronograma reencarnatório. 


Aliás, O Livro dos Espíritos, na questão nº 853-a, nos ensina que nós somente morreremos quando chegar a nossa hora, com exceção do suicídio, conforme acima exposto.
 

Não há acaso, mesmo nas hipóteses de “bala perdida” e erro médico. Não há desencarnação casual, produzida por falha de terceiros ou mau uso do livre arbítrio alheio. 


Caso não tenha chegado a hora de morrer, os benfeitores espirituais interferirão para evitar essa afronta às leis divinas, como inúmeros casos que conhecemos (veja o capítulo X - lei de liberdade - da 3º parte d´O Livro dos Espírito, no subcapítulo “fatalidade”).
   

A questão crucial diz respeito aos autores dessas violências graves. Concordo que ninguém reencarna com o compromisso de matar outra pessoa (veja questão nº 861 do Livro dos Espíritos). Quando, por exemplo, o agressor opta por assassinar alguém, ele o faz em virtude de sua inferioridade espiritual, ou quando atropela alguém por estar alcoolizado e/ou em excesso de velocidade, o faz em razão de sua imprudência, de forma que, em ambas as hipóteses, está usando indevidamente sua liberdade de escolha e ação, o que gerará compromissos expiatórios.


Consigne-se, ainda, que num mundo de provas e expiações, como a Terra, há muitos Espíritos na faixa evolutiva do primarismo, que se comprazem na violência e na imprudência, de forma que não faltará matéria-prima ou instrumentos para que se cumpram as leis divinas quando algum Espírito necessite desencarnar de forma violenta.


Assim sendo, quando a vítima reencarna com o compromisso de morrer violentamente, não haverá nesse momento algum Espírito predeterminado a matá-la, que assuma esse compromisso reencarnatório antes de nascer, mas haverá na Terra inúmeros Espíritos atrasados que, ao dar vazão à sua inferioridade (violência e/ou imprudência), ceifarão a vida daquela (vítima). Esses autores da violência funcionarão como instrumentos das leis divinas. Todavia, tal situação não os isentará das consequências morais e espirituais de suas ações, pois, repita-se, os agressores não estavam predeterminados a agirem dessa forma, poderiam ter elegido outro tipo de conduta, e foi Jesus quem nos ensinou que os escândalos eram necessários, mas ai de quem os causar. 
 

Para fixar o ensino, recordemos do recente e trágico caso da escola de Realengo, na cidade do Rio de Janeiro. O assassino poderia ter deixado de agir daquela forma, pois ele não havia planejado aquilo na espiritualidade (antes de nascer), e se não tivesse adentrado na escola e efetuado os disparos com a arma de fogo, os menores que morreram naquela circunstância sobreviveriam, mas, mais adiante (dias, semanas ou meses – não há dia e hora certa para a desencarnação, mas um período provável), desencarnariam em outra situação violenta.


Poder-se-ia perguntar: Mas como o agressor identifica a pessoa que deve desencarnar? Aprendemos com o Espiritismo que o indivíduo que deve desencarnar de forma violenta, notadamente nos casos de expiação, tem uma vibração espiritual específica, que denuncia e reflete esse débito, de forma que o agressor, inconscientemente, identifica-se com aquele e promove-lhe a desencarnação. É essa particularidade vibracional que, da mesma forma, explica outros tipos de violência (estupro, roubos, sequestros,...), fazendo com que o autor do delito aja em desfavor daquele que deve vivenciar a situação traumática. 


É dessa maneira que compreendemos a justiça divina, mas convém enfatizar que a lei divina maior é a lei de amor, portanto, conforme assevera o apóstolo Simão Pedro, o amor cobre uma multidão de erros, de tal sorte que aquele que venha com o compromisso expiatório de desencarnar de forma violenta, poderá amenizar ou diluir integralmente esse débito com as leis divinas através do bem que realize em sua vida, que poderá libertá-lo de uma possível desencarnação violenta. Não nos esqueçamos de que Deus é amor.   


Fonte: O Consolador, por Alessandro Viana Vieira de Paula 

sábado, 14 de dezembro de 2013

A religião de Jesus


A religião de Jesus

"Aquele que quiser ser maior no Reino de Deus
seja servidor de todos." - (Mt. 20:26.)
Emmanuel, Espírito, revela-nos que Jesus presidiu à formação da Terra e que é seu Governador2. Isto significa que há bilhões de anos já atingira extraordinária evolução. E, modestamente, aceitou a incumbência de nos evangelizar, para compreendermos as leis de Deus, que se resumem no Amor!
Ele não se impõe, não se aborrece com nossos defeitos e nos oferece, nas múltiplas reencarnações e em variadas circunstâncias, meios para desenvolvermos a inteligência e os bons sentimentos: na profissão, no lar, ou nos diversos relacionamentos de nossas vidas.
Dá-nos oportunidades de trabalho, até aprendermos a servir com gratidão e alegria, sem melindres e sem escolher parceiros de atividades, trabalhando com aqueles que se apresentam!
Espera, pacientemente, nosso amadurecimento, a fim de aderirmos, de forma consciente, ao seu ideal de Amor; para conquistarmos plena Liberdade, Harmonia, ventura e belezas dos mundos superiores!
“(...) Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, dia a dia tome a sua cruz e siga-me. (...)”.1  Lc, 9:23.
Afirma claramente: se alguém quer... E vejam a humildade e a infinita paciência com que atua esse Espírito, cuja grandeza é inimaginável para nós!
Para vivenciar sua Religião, cabe-nos servir, na família ou na comunidade, favorecendo o trabalho de equipe, para que todos participem de atividades em favor do bem comum e da evolução de todos os Espíritos provisoriamente vinculados à Terra!
Sem a perspectiva histórica e o hábito – cada vez mais raro – da leitura, do estudo, da pesquisa, e, sobretudo, sem as informações a nós repassadas por Mentores da Vida Maior, torna-se difícil ao homem comum entender que Jesus continua presente em nosso orbe, em nossas vidas e que dá sequência à nossa evangelização – processo esse que ainda se estenderá por longo tempo! 

Nas lições de Jesus o foco é outro – Legou-nos, há dois mil anos, o resumo das Leis Divinas, que, se observadas, nos concedem a saúde efetiva, que é a do Espírito imortal, porque nos harmonizam com o Criador. Saúde que se refletirá em nosso corpo físico, nesta e em futuras encarnações.
A vivência desses princípios conduzir-nos-á à evolução consciente, acelerando nossa caminhada evolutiva, além de eliminar sofrimentos acarretados pela inobservância dessas Leis.
Ao longo do tempo – mesmo antes de Sua vinda a este orbe –, propiciou a fundação de inúmeras religiões e inspirou artistas, filósofos, escritores, cientistas, para contribuírem com o progresso moral da Terra.
A multiplicidade dessas religiões revela-nos a sabedoria e a generosidade do Pai, que a todos nos favorece, com escolas adequadas e compatíveis com nossa capacidade de compreender – ainda que fragmentariamente – Suas Leis e sublimes desígnios.
O Mestre não veio, da parte do Pai, para curar corpos, mas Espíritos imortais. As curas são
“(...) para alívio dos que sofrem e para ajudar na propagação da fé (...)”.3
Nem veio para nos conceder prosperidade material, mas, sim, conduzir-nos ao progresso espiritual. Em Suas lições sublimes o foco é outro. Não visam os bens materiais – passageiros. Iludem-se os que O buscam com esses objetivos. Representam caminhos para a evolução – real progresso do Espírito.
Como se vê, ainda não assimilamos esses ensinos, não os incorporamos à nossa conduta diária, não obstante as inúmeras reencarnações por que passamos, após Sua presença neste orbe.
Não nos preocupamos em ‘aviar’ suas libertadoras receitas.
Ao cuidar do corpo físico, temos pressa em aviar receitas médicas – se não contemplam exercícios físicos, regimes alimentares ou supressão de vícios, sempre adiados para as calendas gregas, ou seja, para nunca, eis que só existiram “calendas” romanas. 

Jesus não fundou religião nenhuma – Esse alheamento aos ensinos de Jesus é que nos mantém presos à roda das reencarnações dolorosas!
A rigor, Ele próprio não fundou nenhuma religião! Sobretudo religiões à maneira das que existem na Terra, ainda que seu nome e ensinos sejam nelas mencionados e raramente observados!
Suas lições não requerem nem organizações complexas, nem templos suntuosos, nem preconizam rituais, roupas especiais, sinais exteriores; mas mudanças internas; traduzidas em normas de conduta surpreendentemente de natureza prática.
Pregava em qualquer parte onde se encontrava: à margem do lago; em casa da sogra de Pedro; em casa de Lázaro, Marta e Maria e... até nas sinagogas!
“Deus é Espírito; e importa que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade.” Jo 4:24
Sempre fomos mal orientados pelas religiões tradicionais – nas várias reencarnações por que passamos –, sempre achamos que a frequência aos templos (ainda que de forma desatenta, na maioria dos casos) apenas uma vez por semana e o exercício de práticas exteriores eram bastantes para a conquista de um ‘céu de louvor e contemplação, em repouso eterno’!
Repouso esse que revela a suprema ignorância das Leis Divinas – e preguiça ainda maior! Eis que o trabalho é Lei da vida.
E que castigo insuportável seria a eterna indolência!
Jesus, em parte alguma, menciona esse ‘repouso eterno’! Aqueles que defendem essa tese absurda parecem desconhecer o ensino do Mestre sobre o trabalho:
“Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também”. 1 (Jo, 5:17).
É muita desatenção! Ou infinita preguiça! 

Religião significa religação com o Pai – A evolução contínua dos Espíritos pressupõe o desenvolvimento do Amor e a educação da inteligência. E isso requer esforços, estudos e trabalhos constantes, que guardem relação com nosso estágio evolutivo. Porque evoluímos muito lentamente, somos submetidos às infinitas reencarnações!
Não apenas revelou que Deus é nosso Pai e que “a Lei e os profetas” se resumem em amá-Lo e ao próximo como a nós mesmos.
Sua doutrina, além de recomendar-nos a vivência desse amor amplo, indica-nos, com simplicidade, as formas de praticá-lo, na conduta diária. Só a adoção dessas práticas nos conduzirá, a pouco e pouco, ao autoconhecimento, à conquista da harmonia e da paz plenas.
Observadas, religam-nos ao Pai, pela vivência do amor fraternal com todas as criaturas. Importa aqui recordar que Religião significa religação com o Pai!
Allan Kardec5 indaga aos Espíritos:
Qual o meio prático mais eficaz que tem o homem de se melhorar nesta vida e de resistir ao arrastamento do mal?
“Um sábio da Antiguidade já disse: Conhece-te a ti mesmo.”
E não há roteiro mais seguro para atingir esse fim do que observar seus ensinos. Ele mesmo o diz, quando afirma: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim” .1 (Jo, 14:6).
Cabe-nos registrar que Jesus não só ensinou, mas exemplificou o que ensinava! Isto lhe dá autoridade incontestável:
“Quando Jesus acabou de proferir estas palavras, estavam as multidões maravilhadas da sua doutrina; porque ele as ensinava como quem tem autoridade e não como os escribas” .1 (Mt, 7:28-29). 

Quem é, para Jesus, um homem prudente – Eis breve amostra do que nos recomenda e nos ensina a proceder, amorosamente:
Concilia-te depressa com o teu adversário, enquanto estás no caminho com ele (...).”1  Mt 5:25
“Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo que não resistais ao mal. Mas se alguém te bater na face direita, oferece-lhe também a outra. E ao que quer demandar contigo e tirar-te a túnica, deixa-lhe também a capa.”1  Mt 5:38 a 40
“Amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem e caluniam.”1 Mt 5:44
“Quando derdes esmola, não saiba a vossa mão esquerda o que faz a vossa mão direita.” 1 Mt 6:3
“Orando, não useis de vãs repetições, como os gentios; porque presumem que pelo seu muito falar serão ouvidos.”  Mt 6:7
“Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo.” 1 Mt 6:34
“Fazei aos homens tudo o que queirais que eles vos façam, pois é nisto que consiste a lei e os profetas.” 1 Mt 7:12
“Todo aquele que ouve estas minhas palavras e as pratica, será comparado a um homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha.” 1 Mt 7:24
“Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim.”  Mt 15:8
“Tive fome e me destes de comer; tive sede e me destes de beber; era forasteiro e me hospedastes; estava nu e me vestistes; enfermo e me visitastes; preso e fostes ver-me.” 1 Mt 25:35
“Embainha a tua espada; pois todos os que lançam mão da espada, à espada perecerão.” 1 Mt 26:52
“(...) Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem. (...)” 1 Lc 23:34
A Parábola do Bom Samaritano (Lc, 10:25 a 37), transcrita no cap. XV, item 2, de O Evangelho segundo o Espiritismo4, demonstra, com clareza, a necessidade da prática desse amor fraternal.

“Faze isso e viverás.” – No diálogo de Jesus com o fariseu, que antecede o relato dessa parábola – um dos mais belos entre o Mestre e personagens do Evangelho! –, o fariseu respondeu à própria pergunta, indicando que o amor a Deus e ao próximo como a si mesmo é a condição indispensável ao merecimento da vida eterna.
Jesus, então, lhe disse, em belíssima e concisa frase: “(...) faze isso e viverás”.1
Kardec, nos comentários que a ela adita – item 3, do mesmo capítulo –, afirma que toda a moral de Jesus se resume na caridade e na humildade; e, ao referir-se à alegoria do juízo final, indaga:
“Naquele julgamento supremo, (...) Pergunta o juiz se foi preenchida tal ou qual formalidade, observada mais ou menos tal ou qual prática exterior? Não; inquire tão-somente de uma coisa: a prática da caridade, (...) Informa-se, por acaso, da ortodoxia da fé? Faz qualquer distinção entre o que crê de um modo e o que crê de outro?”  3 Cap. XV, it. 3.
Na Parábola, o samaritano – julgado herético, mas que exercita o amor fraternal – revela-se superior ao ortodoxo que falta com a caridade. Não apenas recomenda a caridade, mas a indica como condição única da felicidade futura.
Em outro ensino sublime, o Divino Mestre desvincula o verdadeiro cristão de quaisquer sectarismos, de cultos, de templos, de manifestações externas:
“Novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros. Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns aos outros”.  1 Jo 13:34 e 35.
A religião de Jesus – contida em fraternas normas de conduta – é, eminentemente, de natureza prática e se traduz na vivência do amor, por todas as formas ao nosso alcance.
Esta é a visão da Doutrina Espírita no tocante à Religião de Jesus, eis que também ela não requer templos suntuosos, não adota liturgias e rituais diversos, nem hierarquias ou princípios teológicos abstratos. Educa-nos para bem compreendermos e praticarmos Sua doutrina de puro Amor e de serviço ao semelhante, tal como exemplificou e recomendou o Divino Mestre, no ensino primoroso:“(...) faze isso e viverás”. 1 
 
Referências: 
1.                 ALMEIDA, João F. de – Tradutor. A Bíblia Sagrada. Brasília: Sociedade Bíblica do Brasil. 1969;
2.                 XAVIER, F. Cândido. A Caminho da Luz. Pelo Espírito Emmanuel. FEB: Rio de Janeiro, 1975. p. 21 e 110;
3.                 KARDEC, Allan. O Evangelho segundo o Espiritismo. Trad. Evandro Noleto Bezerra. 1ed. 2.imp. Brasília: FEB, 2011. cap. 26, it. 2, p. 447;
4.                 _____. _____. cap. 15, it.2, p. 301;
5.                 KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. Trad. Evandro Noleto Bezerra. 2.ed. 1.impr. Brasília: FEB, 2011, q. 919.


Fonte: O Consolador, por Gebaldo José de Sousa