Eternidade
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quinta-feira, 15 de março de 2018
segunda-feira, 5 de dezembro de 2016
Ética no contato com o paciente e consulentes
Não podemos nos esquecer de que, mesmo trabalhando no serviço do bem comum,
atendendo às dores, às dificuldades e aos sofrimentos alheios,
os médiuns, geralmente, não são médicos. Os trabalhadores,
terapeutas do espírito, também não são médicos;
ainda que detenham algum conhecimento na área da saúde, que hajam
estudado a fisiologia espiritual e energética do ser humano, fato é
que não são médicos. Embora possam captar o pensamento
de alguém que exercesse a medicina quando encarnado, assim mesmo, não
são médicos. Por isso, enfatizamos o cuidado que devem ter meus
irmãos a fim de evitar a acusação de prática de
curandeirismo ou de exercício ilegal da medicina.
Para as atividades espirituais, não precisamos recorrer a instrumentos que somente aos médicos é dado manejar. Aos espíritos superiores comprometidos com a recuperação da saúde humana, são completamente desnecessários o bisturi e as demais ferramentas e técnicas cujo emprego é prerrogativa médica. É bom lembrar que, na história das manifestações brasileiras de espiritualidade, já houve vários trabalhos sérios que ficaram comprometidos devido ao uso de tais elementos. Os responsáveis foram expostos às leis dos homens em razão da imprudência — mais de médiuns e trabalhadores que de espíritos. Médiuns há que resolvem lançar mão desses instrumentos para dizer ou mostrar que estão realizando cirurgias espirituais. Ora, se estas são espirituais, por que usar ferramentas da medicina terrena? Por outro lado, se querem realizar cirurgias físicas, por que deveriam se eximir de estudar medicina e formar-se na profissão? Há que ter um cuidado sério para não comprometermos o trabalho espiritual nem sermos enquadrados como praticantes ilegais da medicina ou como usuários de métodos de curandeirismo. Trata-se, repetimos, de prática absolutamente desnecessária, decorrente muito mais de aspectos ligados à expressão anímica do médium do que ao espírito manifestante, isso quando há um espírito atuando, genuinamente.
Sem desmerecer meus irmãos espirituais que, no passado, utilizaram esses recursos, a medicina espiritual está por demais avançada para que seja necessário recorrer a tais recursos, mais apropriados a profissionais da esfera física. Trabalhamos com energias, luz coagulada, ondas, radiações e vibrações; para nós, da esfera além-física, o ectoplasma é a fonte de abastecimento vital e energético, da qual nos servimos para interferir na qualidade da saúde dos consulentes, dentre outros recursos ainda invisíveis para meus irmãos encarnados. Trata-se de uma medicina puramente vibracional, que, não obstante todo o conhecimento científico do mundo, os médicos na atualidade não conseguem entender nem sequer aceitar, em sua maioria. De forma análoga, caso estes pretendam empregar recursos e aparelhos que simulem tecnologias próprias do plano extrafísico, por certo serão também responsabilizados perante os conselhos de medicina, pois além de não conhecerem os pormenores de elementos próprios do plano invisível, estes não são reconhecidos pela ciência como métodos válidos, ao menos por ora.
É prudente, portanto, que cada qual se utilize dos recursos pertinentes à sua área de atuação.
Outro aspecto importante no trato com consulentes diz respeito à comunicação clara do que se pretende fazer. Como médiuns, terapeutas do espírito ou curadores, não é elegante prometer a cura de nenhuma enfermidade nem divulgar que se está curando enfermos. Mais uma vez, afirmamos: médium não é médico. Mais determinante que isso, porém, é que nem os médicos do espaço que trabalham com seriedade divulgam que curam, pois a cura depende de diversos fatores.
Nenhum de nós é Deus; ademais, nem mesmo Jesus, o médico por excelência, curou todos os enfermos que o procuraram.
Assim sendo, prometer cura é comprometer o trabalho e os trabalhadores. No máximo, podemos oferecer auxílio espiritual como complemento ao tratamento médico.
Aqueles que nos procuram para sanar suas dores não devem, de maneira alguma, interromper o tratamento médico ou o acompanhamento de saúde a fim de receber auxílio da medicina espiritual. É útil lembrar que trabalhamos numa sociedade humana que, em sua maior parte, não reconhece a eficácia, nem sequer admite a existência das intervenções espirituais. A lembrança desse fato é essencial para evitar comprometer as tarefas realizadas em nome do eterno bem.
A ética espiritual define, ainda, que não podemos, sob nenhuma hipótese, suspender qualquer medicação, insinuar que o consulente deva interromper o tratamento médico, tampouco deixar sequer transparecer a ideia de que a terapia espiritual seja um método substitutivo à metodologia terrena. Nosso campo de atuação não é o corpo, mas o espírito, o perispírito ou psicossoma, o duplo etérico, a fisiologia dos corpos energéticos e as formas-pensamento. Trabalhamos visando eliminar os focos de contaminação fluídica, miasmática e astral, bem como os cúmulos energéticos localizados nos corpos extrafísicos de meus irmãos, cientes de que tais intervenções trazem alívio e qualidade de vida, e agem de modo a aumentar a eficacia dos tratamentos realizados pelos médicos da Terra. São somente eles, nossos amigos da ciência terrena, que podem recomendar a interrupção de tratamentos prescritos.
Seria muita irresponsabilidade e falta de zelo com a seriedade do trabalho espiritual que médium, espírito ou pseudoespírito sugerissem ao consulente cessar o tratamento médico, usando a terapia espiritual como pretexto.
É bom ter em mente, também, um outro cuidado. Uma vez que a medicina e a ciência da Terra ainda não reconhecem a eficácia nem sequer a realidade da ciência espiritual, e considerando que médiuns receitistas, de cura e magnetizadores não são médicos, reza a prudência que evitem indicar medicamentos alopáticos e tratamentos próprios da medicina convencional ou tradicional. Tal campo é de competência da medicina terrena. À ciência médica espiritual cabem métodos mais brandos e naturais, a título de terapia complementar e objetivando incrementar a qualidade de vida e a saúde de meus irmãos.
Quando mencionamos essas situações, queremos sobretudo garantir a segurança dos trabalhos espirituais e a do próprio trabalhador que representa ou diz representar os Imortais. Reiteramos: mesmo na hipótese de que o necessitado de socorro venha a se sentir curado ou recuperado das enfermidades que o trouxeram ao contato com a realidade espiritual, é ético da parte do terapeuta do espírito não isentá-lo do tratamento médico convencional, mas sim recomendar que procure seu médico e siga suas orientações.
O princípio que deve pautar as ações é o seguinte: a medicina espiritual não compete com a medicina humana; antes, lhe serve de complemento, que não invalida a metodologia tampouco a atuação dos médicos do mundo.
De outro lado, mesmo não sendo médicos, os médiuns precisam saber anatomia e fisiologia; precisam ter o mínimo de conhecimento sobre o corpo humano, além de estudar constantemente fisiologia energética e espiritual. Chacras, corpos, formas-pensamento, parafisiologia do psicossoma em particular, assim como do duplo etérico, além de algo mais ou menos profundo a respeito do corpo mental, são tópicos centrais de estudo, a fim de não incorrerem em erros básicos que a simples intuição, desamparada de noções robustas, é incapaz de afastar. Ao mesmo tempo, quando os médiuns se preparam podem oferecer aos seus companheiros invisíveis instrumentos mais aprimorados, a fim de que exerçam sua atividade com mais eficácia.
A presença dos espíritos nas atividades de cura de meus irmãos não exime ninguém, sobretudo os médiuns, de continuar estudando e aperfeiçoando-se sempre. Sem estudo, sem disciplina e sem dedicação, dificilmente se terá a chancela dos espíritos superiores.
A propósito, é imperioso entender que nem todos os espíritos que pretendem atender meus irmãos em problemas relativos à saúde, entre outros de variada complexidade, são espíritos esclarecidos. Assim como na Terra há os que se passam por pessoas sérias, os que são enganadores e antiéticos, do lado de cá da vida existem os espíritos mistificadores; somente o estudo, o conhecimento e a coragem de enfrentá-los, com instrumentos espirituais apropriados, são capazes de desmascará-los. Não se iludam meus irmãos pensando que todo espírito que pretenda ajudar tenha real condição e intenção de fazê-lo.
De outro lado, existem também aqueles entre meus irmãos que são crédulos por demais. Se há espíritos que enganam, eles só encontram campo para tal por existirem pessoas que se expõem abertamente à possibilidade de ser enganadas.
De maneira análoga, assim como existem médiuns sérios e com real compromisso na área da cura, existem também aqueles que querem copiar outros, simular cirurgias espirituais e ser médiuns de cura a todo custo, ignorando que seu compromisso é em outra área da vida espiritual. Em nome do respeito, da dignidade e da fidelidade aos espíritos superiores, meus irmãos devem ficar atentos. Diante dos modismos do movimento espiritualista, qualquer um arma uma maca e se autodenomina médium de cura. E logo aparecem pessoas desavisadas, dispostas a se submeterem a tratamentos que o médium não conhece e para os quais não está preparado. Não basta uma maca e a aparência de se estar em transe para que a pessoa seja médium de cura e esteja bem assistida, do ponto de vista espiritual. As questões dessa ordem são por demais sérias para que meus irmãos se deixem levar pelos desatinos e irresponsabilidades de alguns que se julgam médiuns e não o são, ao menos nesse departamento.
Os médiuns e os trabalhadores do bem, de modo geral, precisam estudar sempre, saber mais, aprofundar os estudos e observações e conhecer as bases da filosofia espírita. Quem não estuda, candidata-se ao engano; quem não conhece nem se dedica ao aperfeiçoamento, à informação e ao incremento da cultura espiritual, torna-se porta aberta para intromissões energéticas e conscienciais indesejáveis e comprometedoras. Um elevado amigo espiritual diz, com propriedade, que médium sem estudo é ferramenta enferrujada. E nós acrescentamos que médium sem ética é ferramenta que já foi posta de lado e não nos serve mais.
Não podemos olvidar que a importância do trabalho do bem e a consideração que lhe é devida estão acima das pretensões e da leviandade das pessoas, sejam elas médiuns, trabalhadores, médicos ou quem for. Convém a cada um chamado a servir à humanidade, em nome do bem geral, desenvolver o senso de responsabilidade em relação à tarefa com a qual colaborará. Sabendo que ninguém é dono da atividade que realiza, é possível ser remanejado a qualquer momento, tanto quanto ser convidado a se afastar, a fim de que outro mais comprometido assuma o que não demos conta de fazer. O trabalho não nos pertence; ninguém é insubstituível, nem incapaz de realizar algo. A todos é dada a oportunidade de servir em alguma atividade, mas compete a cada um fazer-se necessário à tarefa por meio da dedicação e do esforço, do respeito e da dignidade que o trabalho merece.
Quando se trata do bem comum, o trabalho é mais importante do que o trabalhador. Tanto quanto é verdade que, quando se trata das necessidades humanas e da dor particular, o trabalhador é tão importante quanto o trabalho que ele representa.
Para as atividades espirituais, não precisamos recorrer a instrumentos que somente aos médicos é dado manejar. Aos espíritos superiores comprometidos com a recuperação da saúde humana, são completamente desnecessários o bisturi e as demais ferramentas e técnicas cujo emprego é prerrogativa médica. É bom lembrar que, na história das manifestações brasileiras de espiritualidade, já houve vários trabalhos sérios que ficaram comprometidos devido ao uso de tais elementos. Os responsáveis foram expostos às leis dos homens em razão da imprudência — mais de médiuns e trabalhadores que de espíritos. Médiuns há que resolvem lançar mão desses instrumentos para dizer ou mostrar que estão realizando cirurgias espirituais. Ora, se estas são espirituais, por que usar ferramentas da medicina terrena? Por outro lado, se querem realizar cirurgias físicas, por que deveriam se eximir de estudar medicina e formar-se na profissão? Há que ter um cuidado sério para não comprometermos o trabalho espiritual nem sermos enquadrados como praticantes ilegais da medicina ou como usuários de métodos de curandeirismo. Trata-se, repetimos, de prática absolutamente desnecessária, decorrente muito mais de aspectos ligados à expressão anímica do médium do que ao espírito manifestante, isso quando há um espírito atuando, genuinamente.
Sem desmerecer meus irmãos espirituais que, no passado, utilizaram esses recursos, a medicina espiritual está por demais avançada para que seja necessário recorrer a tais recursos, mais apropriados a profissionais da esfera física. Trabalhamos com energias, luz coagulada, ondas, radiações e vibrações; para nós, da esfera além-física, o ectoplasma é a fonte de abastecimento vital e energético, da qual nos servimos para interferir na qualidade da saúde dos consulentes, dentre outros recursos ainda invisíveis para meus irmãos encarnados. Trata-se de uma medicina puramente vibracional, que, não obstante todo o conhecimento científico do mundo, os médicos na atualidade não conseguem entender nem sequer aceitar, em sua maioria. De forma análoga, caso estes pretendam empregar recursos e aparelhos que simulem tecnologias próprias do plano extrafísico, por certo serão também responsabilizados perante os conselhos de medicina, pois além de não conhecerem os pormenores de elementos próprios do plano invisível, estes não são reconhecidos pela ciência como métodos válidos, ao menos por ora.
É prudente, portanto, que cada qual se utilize dos recursos pertinentes à sua área de atuação.
Outro aspecto importante no trato com consulentes diz respeito à comunicação clara do que se pretende fazer. Como médiuns, terapeutas do espírito ou curadores, não é elegante prometer a cura de nenhuma enfermidade nem divulgar que se está curando enfermos. Mais uma vez, afirmamos: médium não é médico. Mais determinante que isso, porém, é que nem os médicos do espaço que trabalham com seriedade divulgam que curam, pois a cura depende de diversos fatores.
Nenhum de nós é Deus; ademais, nem mesmo Jesus, o médico por excelência, curou todos os enfermos que o procuraram.
Assim sendo, prometer cura é comprometer o trabalho e os trabalhadores. No máximo, podemos oferecer auxílio espiritual como complemento ao tratamento médico.
Aqueles que nos procuram para sanar suas dores não devem, de maneira alguma, interromper o tratamento médico ou o acompanhamento de saúde a fim de receber auxílio da medicina espiritual. É útil lembrar que trabalhamos numa sociedade humana que, em sua maior parte, não reconhece a eficácia, nem sequer admite a existência das intervenções espirituais. A lembrança desse fato é essencial para evitar comprometer as tarefas realizadas em nome do eterno bem.
A ética espiritual define, ainda, que não podemos, sob nenhuma hipótese, suspender qualquer medicação, insinuar que o consulente deva interromper o tratamento médico, tampouco deixar sequer transparecer a ideia de que a terapia espiritual seja um método substitutivo à metodologia terrena. Nosso campo de atuação não é o corpo, mas o espírito, o perispírito ou psicossoma, o duplo etérico, a fisiologia dos corpos energéticos e as formas-pensamento. Trabalhamos visando eliminar os focos de contaminação fluídica, miasmática e astral, bem como os cúmulos energéticos localizados nos corpos extrafísicos de meus irmãos, cientes de que tais intervenções trazem alívio e qualidade de vida, e agem de modo a aumentar a eficacia dos tratamentos realizados pelos médicos da Terra. São somente eles, nossos amigos da ciência terrena, que podem recomendar a interrupção de tratamentos prescritos.
Seria muita irresponsabilidade e falta de zelo com a seriedade do trabalho espiritual que médium, espírito ou pseudoespírito sugerissem ao consulente cessar o tratamento médico, usando a terapia espiritual como pretexto.
É bom ter em mente, também, um outro cuidado. Uma vez que a medicina e a ciência da Terra ainda não reconhecem a eficácia nem sequer a realidade da ciência espiritual, e considerando que médiuns receitistas, de cura e magnetizadores não são médicos, reza a prudência que evitem indicar medicamentos alopáticos e tratamentos próprios da medicina convencional ou tradicional. Tal campo é de competência da medicina terrena. À ciência médica espiritual cabem métodos mais brandos e naturais, a título de terapia complementar e objetivando incrementar a qualidade de vida e a saúde de meus irmãos.
Quando mencionamos essas situações, queremos sobretudo garantir a segurança dos trabalhos espirituais e a do próprio trabalhador que representa ou diz representar os Imortais. Reiteramos: mesmo na hipótese de que o necessitado de socorro venha a se sentir curado ou recuperado das enfermidades que o trouxeram ao contato com a realidade espiritual, é ético da parte do terapeuta do espírito não isentá-lo do tratamento médico convencional, mas sim recomendar que procure seu médico e siga suas orientações.
O princípio que deve pautar as ações é o seguinte: a medicina espiritual não compete com a medicina humana; antes, lhe serve de complemento, que não invalida a metodologia tampouco a atuação dos médicos do mundo.
De outro lado, mesmo não sendo médicos, os médiuns precisam saber anatomia e fisiologia; precisam ter o mínimo de conhecimento sobre o corpo humano, além de estudar constantemente fisiologia energética e espiritual. Chacras, corpos, formas-pensamento, parafisiologia do psicossoma em particular, assim como do duplo etérico, além de algo mais ou menos profundo a respeito do corpo mental, são tópicos centrais de estudo, a fim de não incorrerem em erros básicos que a simples intuição, desamparada de noções robustas, é incapaz de afastar. Ao mesmo tempo, quando os médiuns se preparam podem oferecer aos seus companheiros invisíveis instrumentos mais aprimorados, a fim de que exerçam sua atividade com mais eficácia.
A presença dos espíritos nas atividades de cura de meus irmãos não exime ninguém, sobretudo os médiuns, de continuar estudando e aperfeiçoando-se sempre. Sem estudo, sem disciplina e sem dedicação, dificilmente se terá a chancela dos espíritos superiores.
A propósito, é imperioso entender que nem todos os espíritos que pretendem atender meus irmãos em problemas relativos à saúde, entre outros de variada complexidade, são espíritos esclarecidos. Assim como na Terra há os que se passam por pessoas sérias, os que são enganadores e antiéticos, do lado de cá da vida existem os espíritos mistificadores; somente o estudo, o conhecimento e a coragem de enfrentá-los, com instrumentos espirituais apropriados, são capazes de desmascará-los. Não se iludam meus irmãos pensando que todo espírito que pretenda ajudar tenha real condição e intenção de fazê-lo.
De outro lado, existem também aqueles entre meus irmãos que são crédulos por demais. Se há espíritos que enganam, eles só encontram campo para tal por existirem pessoas que se expõem abertamente à possibilidade de ser enganadas.
De maneira análoga, assim como existem médiuns sérios e com real compromisso na área da cura, existem também aqueles que querem copiar outros, simular cirurgias espirituais e ser médiuns de cura a todo custo, ignorando que seu compromisso é em outra área da vida espiritual. Em nome do respeito, da dignidade e da fidelidade aos espíritos superiores, meus irmãos devem ficar atentos. Diante dos modismos do movimento espiritualista, qualquer um arma uma maca e se autodenomina médium de cura. E logo aparecem pessoas desavisadas, dispostas a se submeterem a tratamentos que o médium não conhece e para os quais não está preparado. Não basta uma maca e a aparência de se estar em transe para que a pessoa seja médium de cura e esteja bem assistida, do ponto de vista espiritual. As questões dessa ordem são por demais sérias para que meus irmãos se deixem levar pelos desatinos e irresponsabilidades de alguns que se julgam médiuns e não o são, ao menos nesse departamento.
Os médiuns e os trabalhadores do bem, de modo geral, precisam estudar sempre, saber mais, aprofundar os estudos e observações e conhecer as bases da filosofia espírita. Quem não estuda, candidata-se ao engano; quem não conhece nem se dedica ao aperfeiçoamento, à informação e ao incremento da cultura espiritual, torna-se porta aberta para intromissões energéticas e conscienciais indesejáveis e comprometedoras. Um elevado amigo espiritual diz, com propriedade, que médium sem estudo é ferramenta enferrujada. E nós acrescentamos que médium sem ética é ferramenta que já foi posta de lado e não nos serve mais.
Não podemos olvidar que a importância do trabalho do bem e a consideração que lhe é devida estão acima das pretensões e da leviandade das pessoas, sejam elas médiuns, trabalhadores, médicos ou quem for. Convém a cada um chamado a servir à humanidade, em nome do bem geral, desenvolver o senso de responsabilidade em relação à tarefa com a qual colaborará. Sabendo que ninguém é dono da atividade que realiza, é possível ser remanejado a qualquer momento, tanto quanto ser convidado a se afastar, a fim de que outro mais comprometido assuma o que não demos conta de fazer. O trabalho não nos pertence; ninguém é insubstituível, nem incapaz de realizar algo. A todos é dada a oportunidade de servir em alguma atividade, mas compete a cada um fazer-se necessário à tarefa por meio da dedicação e do esforço, do respeito e da dignidade que o trabalho merece.
Quando se trata do bem comum, o trabalho é mais importante do que o trabalhador. Tanto quanto é verdade que, quando se trata das necessidades humanas e da dor particular, o trabalhador é tão importante quanto o trabalho que ele representa.
Por isso, merece, como qualquer ser humano, carinho, atenção e cuidados equivalentes aos do necessitado que procura atendimento. Não obstante, na tarefa diária, é bom não confundir os dois papéis; é preciso saber em que lugar nos colocamos: se no do consulente necessitado ou no do enfermeiro que serve em nome de Cristo.
Joseph Gleber
Fonte: A Casa do Espiritismo
sexta-feira, 30 de outubro de 2015
terça-feira, 14 de outubro de 2014
A Cirurgia Espiritual
A Cirurgia Espiritual
(por Flávio Bastos)
(Parte 01)
O
que acontece nos bastidores de uma cirurgia espiritual? Toca o meu
celular, é um amigo médico e cirurgião geral. Ele está atrás de um
endereço, pois deseja escrever para um tradicional Centro Espírita do
Rio de Janeiro.
Motivo:
um problema na cervical que tem lhe provocado muitas dores. Segundo
ele, um colega cirurgião teria se beneficiado de uma recente cirurgia
realizada pelo espaço depois dele ter mantido contato com o referido
centro. Eu sofria dos efeitos de uma condromalácia, sequela de um
passado dedicado ao esporte. Apesar do tratamento alopático, escrevi
para o mesmo centro e fui beneficiado pelo procedimento
cirúrgico-espiritual. A mesma experiência ocorreu com um familiar que
padecia de dores na coluna vertebral...
Muitas vezes nos perguntamos: "Cirurgia espiritual? Mas se não há corte ou sutura, como isso é possível sob a luz da ciência? Todas as pessoas que recorrem a esse serviço são beneficiadas ou existem critérios que ainda desconhecemos?" É o que veremos a partir de informações extraídas do site "Portal Espírita", a começar pelos significados de doença e de cura.
CONCEITO DE DOENÇA
Doença e saúde são conceitos singulares, pois se referem ao estado das pessoas e, não, como se costuma dizer, de órgãos ou partes do corpo. O corpo nunca está só doente ou só saudável, visto que nele se expressam realmente as informações da consciência. O corpo nada faz por si mesmo, disto podem se certificar-se todos, basta observarem um cadáver.
O corpo de um ser humano vivo deve seu funcionamento exatamente àquelas duas instâncias imateriais às quais denominamos consciência (alma) e vida (espírito). A consciência apresenta as informações que se manifestam no corpo e que se tornam visíveis. O mesmo vale dizer que a consciência está para o corpo como um sinal de rádio está para o receptor. Tudo o que acontece no corpo de um ser vivo é a expressão do padrão correspondente à sua consciência. O pulsar do coração, a temperatura do corpo, as glândulas e os anticorpos são ritmados, mantidos, segregados e formados pelo padrão correspondente de informação cuja origem é a própria consciência. Quando as várias funções corporais se desenvolvem em conjunto segundo uma determinada maneira, aparece um modelo que sentimos como harmonioso e que por isso recebe o nome de saúde.
Se
uma função falha ela compromete a harmonia do todo e então falamos de
doença. Frisamos que a doença é a perda relativa da harmonia ou o
questionamento de uma ordem até então equilibrada. A questão da
perturbação da harmonia acontece unicamente no nível da consciência que é
a parte individual do ser, porquanto a mostra pura e simplesmente
acontece no corpo físico. O corpo nada mais é que a apresentação ou o
âmbito de concretização da consciência e, consequentemente, também de
todos os processos e modificações que nela ocorrem.
Podemos saber quando a consciência de uma pessoa está desiquilibrada pelo fato dela tornar visível e palpável na forma de sintomas corporais o seu desequilíbrio.
Por isso devemos afirmar que é o ser humano que está doente e não o seu corpo.
Considerando
que esse ser humano, doente, simplesmente está se mostrando doente
através dos sintomas que são sinais visíveis no seu corpo físico, porém
fruto do desequilíbrio da consciência. A doença se manifesta no corpo
como um sintoma. Então o que se tem é a comprovação de que algo nos
falta. Falta consciência e, portanto, tem-se um sintoma.
CURA
A cura acontece através da incorporação daquilo que está faltando e, portanto, ela não é possível sem uma expansão da consciência. Doença e cura são conceitos gêmeos que somente têm importância para a consciência e não se aplicam no corpo, pois um corpo nunca pode estar doente e saudável. Tudo o que o corpo pode fazer é refletir os estados correspondentes e as condições da própria consciência. A doença não é uma perturbação essencial e, desta forma, um desagradável desvio do caminho, pelo contrário, a própria doença é o caminho pelo qual o ser humano pode seguir rumo à cura. Quanto maior a consciência com que enfrentamos o caminho, tanto melhor se cumprirão seus objetivos. A intenção não é combater a doença e, sim, usá-la como força motriz de crescimento e compreensão da nossa missão neste planeta de evolução em que vivemos.
Quanto
maior for nossa compreensão, nossa expansão de consciência, melhor será
o nosso aproveitamento de todas as coisas que nos cercam. A consciência
divide e classifica tudo em pares de opostos que, quando somos forçados
a encará-los, consideramos conflitantes. Eles nos obrigam a estabelecer
uma diferença, nos forçam a decidir, a fazer uma escolha que nem sempre
estamos preparados para tal. Para melhor analisar, a nossa inteligência
reparte a realidade em pedaços cada vez menores, e força-nos a escolher
entre eles o que nos convém ou prejudica. Quanto maior a nossa
ignorância ou desconhecimento da grande realidade, mais a inteligência
fraciona os acontecimentos, tentando nos pequenos fragmentos, uma maior
possibilidade de análise, de julgamento e de lógica, distanciando-nos
cada vez mais da unidade de percepção por falta de elementos para o
julgamento final que nos convém. Assim temos que dizer sim a um e, ao
mesmo tempo, não a outro dos elementos que compõem a polaridade, pois os
opostos se excluem como todos sabem. No entanto, a cada não, a cada
exclusão reforçamos nossa não-totalidade, pois para obtermos a
totalidade, nada poderia faltar.
A unidade das polaridades significa a unidade plena, que se traduz em razão máxima de nosso ser. A unidade total está na paz eterna, é o ser puro sem tempo, sem espaço, sem modificações e sem limites. O estado de iluminação de consciência cósmica ou consciência plena só é atingido quando a pessoa transcende todos os limites, permitindo que a sua mente consciente e a inconsciente se fundam numa unidade. Porém, isso equivale à destruição completa do Eu, cuja autonomia depende da cisão inicial. É esse passo que na terminologia cristã é descrito da seguinte forma: "Eu (mente consciente) e meu Pai (mente inconsciente) somos um". Neste estado de consciência plena é possível administrar todas as tempestades internas e externas da nossa vida.
Neste
estado de espírito é que se encontrava o mestre Jesus quando passou por
este plano terreno a nos ensinar a viver e a despertar a consciência
cósmica.
Ampliar
a consciência significa diminuir suas dúvidas, seus estados de
desconhecimentos, seus medos e derivações, conhecendo a si próprio e ao
mundo de forma plena e total.
Todos os caminhos de cura ou superação nada mais são do que um único caminho que leva da polaridade à unidade. Paulo de Tarso, Francisco de Assis, Gandhi, Bezerra de Menezes, Madre Tereza de Calcutá foram "pontes" que uniram à polaridade da ignorância humana a consciência plena, a consciência cósmica total. Portanto oração, prece, paciência, bondade, generosidade, humildade, entrega, tolerância, caridade e amor são características da consciência plenamente desperta, de unidade perfeita e de perfeito entrosamento de Deus para com o homem, portanto do Criador com a criatura. Este é o caminho da cura.
(Parte 02)
Como complemento do artigo anterior intitulado "A cirurgia espiritual - 1a. parte", veremos a seguir, a continuidade de nossa pesquisa no site "Portal Espírita".
CONSCIENTIZAÇÃO
A conscientização do indivíduo sobre a causa da doença ajuda a acelerar o processo de cura, de forma mais lúcida. O microcosmo dentro deste laboratório corpóreo (corpo físico) tem condições de se organizar com a ajuda do mundo energético ou espiritual. Esse tratamento independe de fé, religião, crença ou filosofia de vida. Durante o tratamento é importante que o indivíduo esteja aberto para as mudanças necessárias; é o investimento em si mesmo. O homem é um grande laboratório plasmador, receptor, emanador das energias. As doenças são plasmadas inconscientemente, através do corpo emocional que é, dos corpos, o mais difícil de ser equilibrado.
A cobrança em todos os sentidos tem sido o veículo das somatizações gravadas pelas suas glândulas, dependendo de como o indivíduo recebe cada emoção. Consideramos o corpo físico como um aparelho que comporta uma carga "x" de energia (pensamentos e sentimentos); quando essa carga é exagerada, a hipófise (glândula pituitária) transfere o excesso dela para os órgãos na tentativa de ajudar o corpo físico a não ter um choque fulminante. A glândula, então, divide a carga para os órgãos que muitas vezes não suportam o excesso e se danificam gerando o aparecimento de doenças.
Durante a cirurgia espiritual, os médicos espirituais utilizam o bastão de cristal para refazer, religar o corpo energético (corpo elétrico), auxiliando as células do corpo físico a se refazerem. Há a utilização de aparelhos energéticos trazidos do mundo etéreo (outras dimensões). Não há cortes no corpo físico.
Fora do corpo físico que envelhece, adoece e morre, somos eternos, a existência continua infinitamente. O corpo que recebemos no momento do reencarne, além das imperfeições que traz de outras vidas por conta de erros e faltas, muitas vezes atentados que realizamos a nós mesmos ou aos nossos irmãos, sofre também a ação das energias sutis que permeiam o espaço ao redor, energias invisíveis mas que atuam sobremaneira em nossa matéria, no tecido do corpo que possuímos; são energias fluídicas, formas-pensamentos, força de ação e reação impulsionada quase sempre pela união da força mental que somatiza e materializa forças de ação inferior, negativa.
Além de forças internas invisíveis, atuamos de forma destrutiva à nossa vestimenta carnal em especial por meio da nossa própria mente que invariavelmente trabalha de forma atuante nos órgãos internos, no sistema nervoso central e em todo o complexo organismo que provê nossa vida orgânica.
O AUXÍLIO ESPIRITUAL
Seres espirituais, irmãos que estiveram por inúmeras reencarnações trabalhando o seu próprio progresso no campo terreno, em dado momento de suas existências como filhos do Criador, passaram a dedicar-se com amor sincero à causa de outros irmãos em menor escala evolutiva, no decorrer dos séculos de trabalho e estudo, no intento de melhor atender os demais que necessitam através de aprendizado na manipulação de energias desconhecidas em nosso plano material alcançam a condição de curar a matéria do homem encarnado.
Espíritos de luz em condição de mestres de maior ascensão atuam em torno de nosso planeta terreno a fim de prover as condições de aliviar as dores humanas por conta de fraquezas ainda existentes em nosso meio. Uma vez que haja o merecimento, a confiança, a humildade e esperança fortalecida pela fé, esses seres a serviço do mestre maior têm a permissão de atuar interferindo nos processos materiais terrenos que atingem o corpo material, trazendo tantas dores e sofrimentos que poderiam já não existir em nosso meio se houvesse o perfeito entendimento e seguimento dos ensinos do mestre Jesus e da espiritualidade superior. A cirurgia espiritual, portanto, é uma interferência do plano maior atuando nos tecidos e órgãos, restabelecendo as condições as quais dependem diretamente de um conjunto de condições, em especial a fé... que é a confiança no poder da luz de Deus.
AS CONDIÇÕES
Além do merecimento, da fé, da confiança e respeito pelo trabalho de auxílio que vem do alto, é de fundamental importância que haja as devidas condições, tanto mental, quanto de sintonia, de vibrações interna e externa para que possa haver o campo propício para a chegada desses espíritos de luz, para que consigam adentrar o padrão de energia em geral muito baixo em nosso meio material; daí, os procedimentos que são indicados.
Muitas vezes... a mentalização, o pedido chega à espiritualidade de cura que vem na força da fé do necessitado, mas chegando para o que é merecido e permitido não conseguem adentrar o ambiente familiar, profissional ou mesmo pessoal do enfermo e toda atuação de cura torna-se incompleta porque falta o devido cuidado com o mental, com o sentimental; então, o campo de energia que cerca o doente impede os trabalhos, sem contar muitas vezes a presença de grande número de espíritos obsessores.
OBSERVAÇÃO IMPORTANTE
Fonte de consulta: www.lema.not.br
Artigo.: A Cirgurgia Espiritual
A conscientização do indivíduo sobre a causa da doença ajuda a acelerar o processo de cura, de forma mais lúcida. O microcosmo dentro deste laboratório corpóreo (corpo físico) tem condições de se organizar com a ajuda do mundo energético ou espiritual. Esse tratamento independe de fé, religião, crença ou filosofia de vida. Durante o tratamento é importante que o indivíduo esteja aberto para as mudanças necessárias; é o investimento em si mesmo. O homem é um grande laboratório plasmador, receptor, emanador das energias. As doenças são plasmadas inconscientemente, através do corpo emocional que é, dos corpos, o mais difícil de ser equilibrado.
A cobrança em todos os sentidos tem sido o veículo das somatizações gravadas pelas suas glândulas, dependendo de como o indivíduo recebe cada emoção. Consideramos o corpo físico como um aparelho que comporta uma carga "x" de energia (pensamentos e sentimentos); quando essa carga é exagerada, a hipófise (glândula pituitária) transfere o excesso dela para os órgãos na tentativa de ajudar o corpo físico a não ter um choque fulminante. A glândula, então, divide a carga para os órgãos que muitas vezes não suportam o excesso e se danificam gerando o aparecimento de doenças.
Durante a cirurgia espiritual, os médicos espirituais utilizam o bastão de cristal para refazer, religar o corpo energético (corpo elétrico), auxiliando as células do corpo físico a se refazerem. Há a utilização de aparelhos energéticos trazidos do mundo etéreo (outras dimensões). Não há cortes no corpo físico.
OS MALES MATERIAIS
Fora do corpo físico que envelhece, adoece e morre, somos eternos, a existência continua infinitamente. O corpo que recebemos no momento do reencarne, além das imperfeições que traz de outras vidas por conta de erros e faltas, muitas vezes atentados que realizamos a nós mesmos ou aos nossos irmãos, sofre também a ação das energias sutis que permeiam o espaço ao redor, energias invisíveis mas que atuam sobremaneira em nossa matéria, no tecido do corpo que possuímos; são energias fluídicas, formas-pensamentos, força de ação e reação impulsionada quase sempre pela união da força mental que somatiza e materializa forças de ação inferior, negativa.
Além de forças internas invisíveis, atuamos de forma destrutiva à nossa vestimenta carnal em especial por meio da nossa própria mente que invariavelmente trabalha de forma atuante nos órgãos internos, no sistema nervoso central e em todo o complexo organismo que provê nossa vida orgânica.
A
mente negativa em desarmonia sofre pressão, grande estresse, dores,
mágoas, falta de esperança e perspectiva, transmite o mesmo campo de
energia que deteriora o tecido causando doenças e males que se
manifestam trazendo grande sofrimento.
O AUXÍLIO ESPIRITUAL
Seres espirituais, irmãos que estiveram por inúmeras reencarnações trabalhando o seu próprio progresso no campo terreno, em dado momento de suas existências como filhos do Criador, passaram a dedicar-se com amor sincero à causa de outros irmãos em menor escala evolutiva, no decorrer dos séculos de trabalho e estudo, no intento de melhor atender os demais que necessitam através de aprendizado na manipulação de energias desconhecidas em nosso plano material alcançam a condição de curar a matéria do homem encarnado.
Espíritos de luz em condição de mestres de maior ascensão atuam em torno de nosso planeta terreno a fim de prover as condições de aliviar as dores humanas por conta de fraquezas ainda existentes em nosso meio. Uma vez que haja o merecimento, a confiança, a humildade e esperança fortalecida pela fé, esses seres a serviço do mestre maior têm a permissão de atuar interferindo nos processos materiais terrenos que atingem o corpo material, trazendo tantas dores e sofrimentos que poderiam já não existir em nosso meio se houvesse o perfeito entendimento e seguimento dos ensinos do mestre Jesus e da espiritualidade superior. A cirurgia espiritual, portanto, é uma interferência do plano maior atuando nos tecidos e órgãos, restabelecendo as condições as quais dependem diretamente de um conjunto de condições, em especial a fé... que é a confiança no poder da luz de Deus.
AS CONDIÇÕES
Além do merecimento, da fé, da confiança e respeito pelo trabalho de auxílio que vem do alto, é de fundamental importância que haja as devidas condições, tanto mental, quanto de sintonia, de vibrações interna e externa para que possa haver o campo propício para a chegada desses espíritos de luz, para que consigam adentrar o padrão de energia em geral muito baixo em nosso meio material; daí, os procedimentos que são indicados.
Procedimentos
de limpeza, de elevação do padrão de mentalização, de sintonia, em
outras palavras, uma polarização como sintonizar uma estação de rádio,
de TV, uma ligação de celular para celular: não havendo a sintonia na
faixa correta de vibração, não há perfeita recepção.
Muitas vezes... a mentalização, o pedido chega à espiritualidade de cura que vem na força da fé do necessitado, mas chegando para o que é merecido e permitido não conseguem adentrar o ambiente familiar, profissional ou mesmo pessoal do enfermo e toda atuação de cura torna-se incompleta porque falta o devido cuidado com o mental, com o sentimental; então, o campo de energia que cerca o doente impede os trabalhos, sem contar muitas vezes a presença de grande número de espíritos obsessores.
OBSERVAÇÃO IMPORTANTE
O
site "Portal Espírita" alerta às pessoas interessadas no procedimento
cirúrgico-espiritual que nenhum procedimento médico convencional deve
ser suspenso ou interrompido por qualquer motivo, exceto se houver cura
total e irrestrita atestada por profissionais da medicina terrena. As
irradiações de cura são de atuação paralela; é sempre o médico material
que deve ser consultado e buscado para qualquer mal emergencial ou não.
Fonte de consulta: www.lema.not.br
Texto revisado por Cris
Artigo.: A Cirgurgia Espiritual
Por.: Flávio Bastos (É
é criador Intuitivo da Psicoterapia Interdimensional (PI) e
Psicanalista Clínico. Outros cursos realizados: Terapia Regressiva
Evolutiva, Psicoterapia Reencarnacionista, Terapia Floral, Eteriatria
Quântica, Parapsicologia, Capacitação em Dependência Química, Hipnose e Auto-hipnose e Dimensão Espiritual na Psicologia e Psicoterapia. E-mail: flaviolgb@terra.com.br/Visite o Site do autor) /SITE SOMOS TODOS UM
segunda-feira, 13 de outubro de 2014
A cura em nossas mãos
A
proliferação das enfermidades de todo tipo é uma das características de
mundos em níveis de atraso moral-espiritual, ou seja, de mundos de
provas e expiações, como o nosso.
Com
o avanço do conhecimento humano nas experiências extrafísicas, a cura
vai se tornando algo natural, perfeitamente exequível, por se encontrar
dentro de nós o mecanismo que, devidamente acionado, proporcionar-nos-á a
obtenção da tão ambicionada saúde.
Vemos
assim que a cura se dará sempre não do exterior para o interior, mas
deste para aquele, ou seja, justamente no sentido inverso do que sempre
foi imaginado.
Atentemos
para o fato de que, mesmo na área da medicina convencional, a cura,
processando-se tanto no físico quanto no âmbito psicológico, o paciente
não está indene à recidiva, caso não adote uma nova conduta, novos
hábitos, os quais haverão de estar estruturados na vivência evangélica.
As
experiências difíceis são uma necessidade evolutiva, precisam ser bem
vividas, e em sendo bem dimensionadas e compreendidas, ensejar-nos-ão
equilíbrio e bem-estar físico e sobretudo espiritual. Saibamos retirar
lições contidas nas amargas experiências. Elas existem nas
circunstâncias que as engendraram, cujos principais antagonistas fomos
nós mesmos.
Cada
criatura carrega a sua própria dor, precisa sofrê-la num processo todo
de libertação. Ouçamos Divaldo Pereira Franco: “A dor de qualquer
natureza é sempre bênção para quem a sabe usar com sabedoria. Na atual
larga experiência que vamos galgando temos vivido dores, e elas vão se
constituindo companheiras constantes.
Quando
não é de uma é de outra natureza. Aprendemos, porém, no silêncio e na
oração, a confiar e prosseguir sorrindo, sem deixar-nos abater ou
demonstrar ressentimento, apresentar defesa. O melhor é fazermos como
JESUS, permanecendo de consciência tranquila e aproveitar as ocorrências
difíceis, e delas extrairmos experiências para o aprimoramento
interior. Desta forma, as dores físicas e morais são as irmãs
socorristas que nos distendem as mãos, levando-nos adiante”. Tipo de
filosofia de vida que se aplica, bem sabemos, a uma minoria capacitada a
vivê-la. Entretanto, todos chegaremos lá.
De
várias maneiras podemos tornar suportável a nossa dor: rebelando-nos
contra ela, torná-la-emos maior; entregando-nos à desesperação, a
aflição aumentará; permitindo que o desânimo se apodere de nós,
incapacitando-nos de superá-la; deixando-nos dominar pela mágoa, pela
reclamação e pelo conceito de “vítima do destino”, mais rude, mais cruel
ela se nos apresentará.
Aceitando-a,
no entanto, logo a debelaremos pela sua própria condição de
naturalidade, e por ela se encontrar nos mecanismos evolucionistas da
Lei Maior. É transitória, enfim, sem realidade objetiva. Ela é e será
sempre a ausência do bem-estar que existe para ser por nós fruído.
“A
psiconeuroimunologia demonstra que cada um é, na área da saúde, aquilo
que pensa e quanto se faz de si mesmo”, assevera Joanna de Ângelis.
Somos o que pensamos, isto é indiscutível.
Curar-se
vai sendo, para nós, pois, a resultante da nossa integração nos
profundos mecanismos da vida, onde preponderam as ações do Eterno Bem. A
ELE temos de nos agregar em definitivo.
Como toda cura procede de DEUS, curar e curar-se vai sendo um ato de amor, uma vivência do amor, em nós e no outro.
Para
o cristão espírita as debilidades do semelhante passam a ser dele, e
nessa associação de desejos de bem-estar global, vamos encontrando a
plenitude de viver e de conviver, com tudo e com todos, alegres e
felizes onde estamos e com quem nos relacionamos.
O
encontro da paz, condição almejada pelo homem na Terra, é estado íntimo
propiciado pela cura que realizarmos em nós, e ela é também a
harmonização nossa entre o desenvolvimento da razão e do sentimento.
Estes dois fatores estão no cerne da evolução humana.
Curar-se,
por tudo quanto vamos tomando conhecimento e elucubrando, é mergulho no
equilíbrio, na harmonia da vida Cósmica. É, enfim, AMAR e ser AMADO.
Primarismo
da vida e fase puramente instintiva são estados do passado do homem, os
quais vão sendo mais e mais sepultados, para que em seus lugares surja o
homem senciente partícipe integral da vida, todo sentimento,
fraternidade, caridade, trabalho profícuo e amor por ele mesmo e pelo
próximo com total desinteresse.
JESUS,
em suas curas, usou o que Joanna de Ângelis chama de AMORTERAPIA, que
naturalmente se acha ao nosso alcance, quando nos dispomos a
encontrá-lo. Não somente nos curaremos de uma ou de outra enfermidade
como também fortaleceremos nosso sistema imunológico, liberando-nos de
novos comprometimentos, ainda mais se entendemos JESUS ao pronunciar:
“...e não tornes a pecar para que não te aconteça algo pior”.
Nosso
organismo é excelente máquina, sensível e delicada, sempre pronta a
obedecer aos impulsos que a ele enviarmos através da mente: se
positivos, sentiremos bem-estar; se negativos, favoreceremos a
indisposição.
O corpo humano é suscetível de recompor-se quanto de desarranjar-se, dependendo daquilo que fazemos da nossa mente.
Finalizemos
com Joanna de Ângelis: “As pessoas irascíveis, realistas-fatalistas,
que conduzem azedume e pessimismo, assinalados pelas constantes mudanças
de humor, produzem enzimas perniciosas, que irão abrir campo para a
invasão orgânica dos elementos microbianos destrutivos. Ao Inverso,
aquelas que elaboram pensamentos otimistas, confiantes, alegres,
solidários, estimulam o sistema psiconeuroimunológico, tornando-se
resistentes às viroses e baciloses degenerativas. E mesmo quando são
vitimadas por enfermidades dessa procedência, recompõem as defesas
orgânicas e restauram a saúde”. MEDITEMOS!
Artigo.: A Cura em Nossas Mãos
Por.: Adésio Alves Machado
(Artigo originalmente publicado na Revista Internacional de Espiritismo em março de 1999).
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
Tratamento da Cura Espiritual
O tratamento da cura revigora órgãos e normaliza funções.
****
O tratamento de Cura Espiritual consta da captação de fluidos leves
e benignos nas fontes energéticas da natureza, irradiando-os em seguida
sobre o doente, revigorando órgãos, normalizando funções, destruindo
placas e quistos fluídicos produzidos tanto por auto-obsessão como por
influenciação espiritual.
O trabalho dos
médiuns é associado ao dos médicos e técnicos desencarnados, que se
utilizam do ectoplasma dos médiuns de efeitos físicos e também os
fluidos nervosos emitidos pelas pessoas presentes. Esta aglutinação
polarizada sobre o enfermo presente possibilita resultados mais
eficientes e imediatos.
O poder curativo está na razão direta:
- da pureza dos fluidos produzidos, como qualidades morais ou pureza de intenções;
- da energia da vontade, quando o desejo ardente de ajudar provoca maior força de penetração;
- e da ação do pensamento, dirigindo os fluidos em sua aplicação.
Fonte: FEAP - Fraternidade Espírita Amor e Paz
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