Eternidade

Eternidade
Mostrando postagens com marcador fim dos tempos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador fim dos tempos. Mostrar todas as postagens

sábado, 4 de agosto de 2018

O fim do mundo - Dissertação Espírita


(Sociedade de Paris, 28 de fevereiro – Médium: Sr. Morin)

Eu passava, quando o eco me trouxe a vibração de uma imensa gargalhada. Prestei atenção e, tendo reconhecido o ruído do riso dos encarnados e dos desencarnados, me disse: Sem dúvida a coisa é interessante; vamos ver!… E eu não acreditava, senhores, ter o prazer de vir passar a noite junto de vós. Contudo, estou feliz por isto, crede-o bem, porque sei toda a simpatia que conservastes por vosso antigo colega.

Assim, aproximei-me e os ruídos da Terra me chegaram mais distintos: O fim do mundo! exclamavam; o fim do mundo!…

Oh! meu Deus, me disse eu, se é o fim do mundo, em que se vão tornar?… A voz de vosso presidente e meu amigo, chegando até mim, compreendi que vos lia algumas passagens de uma brochura na qual se anuncia o fim do mundo como muito próximo. O assunto interessou-me; escutei atentamente e, após ter refletido maduramente, venho, como o autor da brochura, dizer-vos: Sim, senhores, o fim do mundo está próximo!… Oh! não vos assusteis, senhoras, porque é preciso estar bem perto para o tocar; e quando o tocardes o vereis.

Esperando, se me permitis, vou dar-vos minha apreciação sobre esta palavra, espantalho dos cérebros fracos e, também, dos Espíritos fracos; porque, sabei-o, se o temor do fim do mundo aterroriza os seres pusilânimes do vosso mundo, fere igualmente de terror os seres atrasados da erraticidade. Todos os que não estão desmaterializados, isto é, que, embora Espíritos, vivem mais materialmente que espiritualmente, se apavoram à idéia do fim do mundo, porque compreendem, por esta palavra, a destruição da matéria. Não vos admireis, pois, de que essa idéia emocione certos Espíritos, que não saberiam em que se tornar, se a Terra não existisse mais, porquanto a Terra ainda é o seu mundo, o seu ponto de apoio.

Por mim, me disse: Sim, o fim do mundo está próximo; está aí, eu o vejo, o toco… está próximo para os que, mau grado seu, trabalham para precipitar o seu advento!… Sim, o fim do mundo está próximo; mas, o fim de que mundo?

Será o fim do mundo da superstição, do despotismo, dos abusos mantidos pela ignorância, pela malevolência e pela hipocrisia; será o fim do mundo egoísta e orgulhoso, do pauperismo, de tudo o que é vil e rebaixa o homem; numa palavra, de todos os sentimentos baixos e cúpidos, que são o triste apanágio do vosso mundo.

Esse fim do mundo, essa grande catástrofe que todas as religiões concordam em prever, é o que elas entendem? Ao contrário, não se deve ver a realização dos altos destinos da Humanidade? E se refletirmos em tudo o que se passa em torno de nós, esses sinais precursores não serão o sinal do começo de um outro mundo, isto é, de um outro mundo moral, em vez do da destruição do mundo material?

Sim, senhores, um período de depuração terrestre termina neste momento; um outro vai começar… Tudo concorre para o fim do velho mundo, e os que se esforçam por sustentá-lo trabalham energicamente, sem o querer, para a sua destruição. Sim, o fim do mundo está próximo para eles; pressentem-no e se apavoram, crede bem, mais que do fim do mundo terrestre, porque é o fim de sua dominação, de sua preponderância, a que se apegam mais do que a qualquer outra coisa; e isto não será, em relação a eles, a vingança de Deus, pois Deus não se vinga, mas a justa recompensa de seus atos.

Como vós, os Espíritos são filhos de suas obras; se são bons, é porque trabalharam para o ser; se são maus, não é porque tenham trabalhado para o ser, mas porque não trabalharam para se tornarem bons.

Amigos, o fim do mundo está próximo e vos convido vivamente a tomar boa nota desta previsão; ele está tanto mais próximo quanto já se trabalha para o reconstruir. A sábia previdência dAquele a quem nada escapa, quer que tudo se construa, antes que tudo seja destruído; e quando o edifício novo for concluído, quando a cumeeira estiver coberta, então é que desabará o antigo; cairá por si mesmo, de sorte que entre o mundo novo e o velho não haverá solução de continuidade.

É assim que se deve entender o fim do mundo, que já pressagiam tantos sinais precursores. E quais serão os poderosos obreiros para esta grande transformação? Sois vós, senhoras; sois vós senhoritas, com o auxílio da dupla alavanca da instrução e do Espiritismo. Na mulher na qual o Espiritismo penetrou, há mais que uma mulher, há um trabalhador espiritual; nesse estado, tudo trabalhando por ela, a mulher trabalha ainda muito mais que o homem na edificação do monumento, porque, quando ela conhecer todos os recursos do Espiritismo e dele souber servir-se, a maior parte da obra por ela estará feita. Amamentando o corpo de seu filho, também poderá alimentar o seu espírito; e que melhor ferreiro do que o filho de um ferreiro, aprendiz de seu pai? Assim o menino sugará, ao crescer, o leite da espiritualidade, e quando tiverdes espíritas, filhos de espíritas e pais de espíritas, o fim do mundo, tal qual o compreendemos, não estará realizado? Depois disto, admirai-vos de que o Espiritismo seja um espantalho para tudo o que se prende ao velho mundo, e do encarniçamento com que procuram sufocá-lo em seu berço?


Jobard. Revista Espírita 1868, publicada por Allan Kardec

sábado, 17 de outubro de 2015

O Reino Transitório e o Permanente



As notícias voavam céleres de bocas a ouvidos ansiosos, informando os acontecimentos que tinham lugar por toda a Galiléia.

Os viajantes, que atravessavam o Jordão na direção do Oriente, levavam as informações do que estava se sucedendo naquela região.

Ainda não havia sido silenciada a voz do Batista, e o Seu encanto atraía outras multidões esfaimadas de amor e de esperança, que Ele nutria com ternura como dantes jamais se vira igual.

Era Profeta, porém se situava acima dos profetas do passado; ensinava o amor, no entanto vivia-o em clima de harmonia; referia-se a Deus com respeito, entretanto comungava com Ele em doce convívio.

Jesus era o Messias esperado, que começara na humilde Galiléia, onde os corações eram mais afetuosos e os afazeres mais cativos: a pesca, o pastoreio, a agricultura... sem espaços mentais para as celeumas intermináveis em torno da Lei, a respeito da governança ignóbil disputada pelo romano desdenhoso e pelo Sinédrio arbitrário, todos porém, esmagando o povo, de que se utilizavam para explorar e afligir...

Aquela região, fresca e romanesca, tinha o seu espelho líquido onde o Sol diariamente se banhava entre os perfumes que se evolavam dos rosais silvestres misturados com as madressilvas miúdas que enxameavam na relva verdejante.

Oliveiras antigas desenhavam arabescos variados nos troncos retorcidos, enquanto as ondas se arrebentavam incessantemente entre seixos e conchas espalhados sobre a areia de tonalidade creme.

À orla do lago Genesaré, também conhecido como mar da Galiléia, as aldeias, habitadas por gentes simples, se multiplicavam entre as cidades de maior porte como Magdala, Dalmanuta, Cafarnaum... À noite, quando as lâmpadas de barro vermelho acendiam suas luzes, o poema da Natureza se apresentava em tonalidades bruxulenates e festivas contrastando com as estrelas alvinitentes que fulgiam no zimbório escuro e cheio de mistérios...

Naquelas regiões, entre as vozes humanas e as onomatopéias, o Cantor entoava o Seu hino à vida em poemas de inefável amor que arrebatava, enquanto Suas mãos caridosas limpavam as rudes penas que explodiam em pústulas virulentas, que afligiam os infelizes que dele se acercavam. O Seu querer alterava os acontecimentos e os fenômenos da misericórdia de Deus se tornava realidade, produzindo júbilo e encantamento.

Os anciãos, por quase todos desdenhados, sentiam-se apoiados no cajado da Sua palavra vigorosa; as crianças, bulhentas e pouco compreendidas, silenciavam enquanto eram atraídas pela luz dos Seus olhos, e os Espíritos perversos fugiam da Sua presença.

Mesmo aqueles que se haviam tornado Seus adversários, movidos pela inveja doentia e pela perversidade em que se compraziam, ao enfrentarem-no receavam o Seu poder, ante o qual se sentiam amesquinhados.

E Ele falava a respeito do reino dos céus em uma dimensão a que não estavam acostumados aqueles que o buscavam.

Não obstante, as criaturas humanas, afligidas pelas próprias infinitas necessidades, pensavam exclusivamente nas questiúnculas do dia-a-dia, nos problemas da sobrevivência física e do conjunto social.

Faltava-lhes amplitude mental e largueza de visão para penetrar nas propostas libertadoras que a Boa Nova lhes trazia.

Ele, no entanto, não se incomodava, ensinando sem cessar.

Naquela oportunidade, a multidão se fizera superior a qualquer expectativa, de tal forma que, reunida em alguns milhares, estavam a ponto de se pisarem uns aos outros, quando Ele começou a ensinar, despertando para as realidades profundas do ser espiritual.

- Acautelai-vos do fermento dos fariseus, que é a hipocrisia. Nada há encoberto que não venha a descobrir-se nem oculto que não venha a conhecer-se.

Havia na voz enérgica uma ressonância de advertência a respeito da conduta que se deveria manter. A hipocrisia é morbo da alma que contamina e deixa sequelas devastadoras por onde passa, e se tornara característica predominante no comportamento dos fariseus, que se perdiam em discussões estéreis a proveito próprio, sem nenhuma consideração por quem quer que seja.

Todos os comportamentos hediondos, mesmo aqueles que ficam desconhecidos e são mascarados pelos processos perversos do poder transitório dos homens, tornam-se conhecidos e malsinam aqueles mesmos que se lhes entregaram. A vida é uma canção de luz, sempre renovadora e rica de realidades.

Prosseguindo, acentuou com a mesma energia:

- Por isso, tudo quanto tiverdes falado nas trevas ouvir-se-á em plena luz, e o que tiverdes dito ao ouvido em lugares retirados, será proclamado sobre os telhados. Digo-vos: Meus amigos! Não temais aqueles que matam o corpo e, depois, nada mais podem fazer. Vou mostrar-vos a quem deveis temer. Temei Àquele que, depois de matar, tem o poder de lançar na Geena. Sim, eu vo-lo digo, a esse é que deveis temer.

O relacionamento humano e social exige lealdade de uns indivíduos para com os outros, de respeito e comportamento de cada qual, buscando-se sempre a própria melhor conduta e a imensa tolerância para com as defecções do próximo, porquanto aquele que erra fica assinalado em si mesmo a sua aflição, não necessitando de maior carga de punição.

Por isso mesmo, a maledicência, a calúnia, a informação malsã não têm lugar na convivência saudável, naquela que é inspirada pelo Evangelho, porquanto tudo se torna conhecido e desvelado.

Nesse sentido, a divulgação da verdade, não pode ser prejudicada pelos temores injustificados em torno das ocorrências punitivas aplicadas pelos homens, que são transitórios e não vão além das fronteiras do corpo. No entanto, Aquele que é o Poder e que acompanha o ser após o decesso celular, este sim, merece respeito e consideração, porquanto é Quem julga as condutas, encaminhando os infratores para as regiões de sombras e sofrimentos.

No silêncio que se faz natural, Ele se proclamou Filho de Deus, exigindo fidelidade a quantos desejassem segui-lo, declarando a sua convicção na Mensagem e na entrega total ao novo padrão de vida.

Definiu rumos do futuro e as vicissitudes que aguardam os idealistas e semeadores da esperança nos solos castigados pela canícula das paixões selvagens e perversas.

Também os animou com a promessa de que sempre e em qualquer situação os Espíritos sublimes inspirariam aos Seus seguidores, jamais os deixando a sós e sempre oferecendo-lhes os recursos de sabedoria e paz.

Pairava no ar uma dúlcida consolação que pulsava nos sentimentos emocionados.

Não obstante,  alguém, rompendo do silêncio natural, gritou:

- Mestre, diz a meu irmão que reparta comigo a herança!

Não poderia ser mais inusitada e absurda a solicitação, destituída de conteúdo nobre, porquanto as propostas diziam a respeito a outro reino, distante do mundo fugaz, e a criatura se encontrava encurralada no interesse mesquinho e imediato do poder e do prazer.

Conhecedor da alma humana e do labirinto pelo qual transita, o Mestre respondeu sem perturbar-se:

- Homem, quem me constitui juiz ou repartidor entre vós? Olhai, guardai-vos de toda a cobiça, porque mesmo que um homem viva na abundância, a sua vida não depende dos seus bens.

Silenciou por um pouco e narrou, comovido, uma incomparável parábola:

- Havia um homem rico, cujas terras lhe deram uma grande colheita. E pôs-se a discorrer dizendo consigo: Que hei de fazer, pois não tenho onde guardar a minha colheita? Depois continuou: Já sei o que vou fazer, deitarei abaixo os meus celeiros e construirei uns maiores e guardarei lá o meu trigo e todos os meus bens. Depois direi à minha alma: Alma, tens muitos bens em depósito para muitos anos; descansa, come, bebe e regala-te. Deus, porém disse-lhe: - Insensato! Nesta mesma noite pedir-te-ei a alma: e o que acumulaste para quem será? - Assim acontecerá ao que entesoura para si e não é rico em relação a Deus.

Um sentido exclusivo tem a existência humana: a preparação para a sua imortalidade espiritual. Todos quantos transitam no carro físico, deixam-no e seguem com os valores amealhados emocionalmente, sejam quais forem.

A Vida estua além da dimensão do corpo carnal, exuberante e luminosa, aguardando todos que a enfrentarão.

amealhar para as necessidades humanas constitui um dever, porém repartir e multiplicar através da divisão em favor dos outros que padecem carência, é tornar-se rico de plenitude e de recursos que nunca se consomem, porque de sabor eterno.

Jesus não é juiz iníquo, nem severo julgador para impor aos outros o que devem fazer e a programação das leis já estabeleceu o que é indispensável a uma existência harmônica.

É o Embaixador de Deus, que veio despertar a consciência humana para a realidade imortal.

Ainda por muitos anos Ele será buscado para solucionar pendengas e paixões, atender a caprichos e resolver problemas, que são necessários para o crescimento individual do ser como na coletividade na qual se encontra. Não obstante, a Sua mensagem pairará soberanamente acima das dissidências e dos caprichos das criaturas e grupos, seitas e doutrinas, trabalhando pela fraternidade legítima e pela união de todas as pessoas que anelam pela felicidade total.

Mesmo desfigurados Seus ensinos, rejeitadas Suas lições, subestimados Seus conceitos pela presunção de alguns, Ele permanecerá como o grande divisor dos tempos, aguardando e inspirando.

(*) Lucas 12 - 1 a 21
Nota da Autora espiritual



Fonte: pelo Espírito Amélia Rodrigues e Divaldo Pereira Franco
livro: Até o Fim dos Tempos



 

terça-feira, 20 de novembro de 2012

O FIM DO MUNDO... VELHO



Boletim SEI

 Pelas ruas de Lyon, França, circulou, na segunda metade do século XIX, uma publicação de 58 páginas com o título “O fim do mundo em 1911”. Mesclando “sinais” do Evangelho e cálculos cabalísticos, trazia relatos capazes de tirar o sono dos mais impressionáveis. Allan Kardec, em sua “Revista Espírita”, de abril de 1868, comenta o fato, recordando previsão anterior, igualmente perturbadora.

“Com efeito, a gente se lembra de que o fim do mundo também tinha sido predito para o ano de 1840; acreditavam com tanta certeza, que tinha sido pregado nas igrejas, e o vimos anunciado em certos catecismos de Paris às crianças da primeira comunhão” – conta o Codificador.

Às vésperas da virada do século XX para o XXI, reacendeu-se no mundo o medo de um novo cataclisma global. Outra profecia dizia que não passaríamos do ano 2000. No entanto...

Mas, como um fim do mundo parece nunca ser o bastante, em 2011 uma nova onda de boatos ganha força. Ajudada pela poderosa máquina de marketing do filme “2012” – que retratou o “final dos tempos” –, a possível profecia trazia um diferencial: a de ser baseada no calendário maia e de revelar não só o ano, mas o mês e o dia do grande fim: 21 de dezembro de 2012. As primeiras semanas do filme em cartaz, embora o sucesso em termos de bilheteria, causaram também pânico e perturbação. Em desespero, milhares de pessoas começaram a escrever para o site “Pergunte a um astrobiólogo”, da Nasa.
“Duas mulheres nas últimas duas semanas disseram que estavam pensando em matar seus filhos e a elas mesmas para não terem que sofrer com o fim do mundo” – disse David Morrison, cientista sênior do Instituto de Astrobiologia da Nasa. A “National Geographic” publicou até um artigo com cientistas desmascarando os mitos sobre o fim do mundo, revelando as improbabilidades científicas do filme e as interpretações descabidas do calendário dos maias, que, não obstante a importância que davam ao 21 de dezembro de 2012, nunca consideraram a data como a do fim do mundo.

“É a época em que o maior ciclo do calendário maia (5.125 anos) acaba e um novo ciclo começa” – esclareceu, à conceituada revista, Anthony Aveni, especialista em cultura maia e arqueoastrônomo da Universidade Colgate, em Hamilton, Nova York.

O Espiritismo – entre tantas outras informações que nos traz – mostra que a morte não existe, pois somos espíritos imortais temporariamente ligados a um corpo de matéria densa para fins específicos de trabalho e aperfeiçoamento, esclarecendo, ainda, que o mundo corporal poderia acabar ou mesmo nunca ter existido sem que isso afetasse o mundo espiritual, nossa verdadeira pátria. Mas a Doutrina Espírita também fala sobre o fim do mundo, não deste mundo a que estamos vinculados hoje como encarnados, mas, sim, do mundo velho, de injustiças, fome, guerras, separação. Ao resgatar a pureza da mensagem cristã dos primeiros tempos, descortina um mundo novo, de fraternidade, respeito, igualdade, espiritualidade, de mais humanidade, aquele mundo prometido por Jesus em seu Evangelho de esperança, onde Apocalipse traduz renovação e não destruição. Demonstra que, dentro do processo inevitável da evolução, nosso planeta caminha da condição de mundo de provas e expiações para a de mundo de regeneração, como demonstra também o livro “Transição planetária” (ed. Leal, 2010), do Espírito Manoel Philomeno de Miranda, psicografado por Divaldo Pereira Franco. E todo esse processo, como já havia revelado o benfeitor espiritual Emmanuel ao médium Chico Xavier (“Plantão de Respostas: Pinga-Fogo II”, ed. CEU, 1995) nos idos de 1970, será perceptível a partir de 2057. Mas, como contou Chico, na mesma oportunidade, cabe, a cada um, longa e árdua tarefa de ascensão. “Trabalho e amor ao próximo com Jesus, este o caminho.”

Coincidência ou não, 2057 será o ano em que a obra inaugural do Espiritismo, “O Livro dos Espíritos”, completará 200 anos. Atendendo, então, à sugestão fraternal do saudoso Chico, arregacemos as mangas e coloquemos mãos à obra, divulgando, principalmente por nossos exemplos, as verdades libertadoras do Evangelho Redivivo. 


(Extraído de Boletim SEI nº 2218, de Novembro de 2012)