Eternidade
sábado, 20 de abril de 2013
segunda-feira, 15 de abril de 2013
O milagre de pães e peixes aconteceu?
Ao
conversar com alguns amigos espíritas, entristecemo-nos pelo modo com
que observam os Evangelhos, aceitando-os de capa a capa, ou como está
escrito, sacralizando os conceitos ali emitidos, como se os evangelistas
não tivessem sido anotadores dos acontecimentos, e terem escrito
muitos anos depois da desencarnação do Mestre Galileu.
Para
nós, essas pessoas estão abdicando do direito de questionar, argüir, e
procurar explicações mais aceitáveis para alguns acontecimentos.
Vamos exemplificar com uma passagem que nos veio à mente; a da multiplicação dos pães e peixinhos. Teria essa passagem ocorrido, realmente? Se ocorreu não teria sido aumentada ao passar pela tradição oral de boca a ouvido durante três décadas, até ser escrito o primeiro Evangelho?
Hoje, com o conhecimento espírita, sabemos que pode ter acontecido realmente, mas nunca através de milagre, pois as leis divinas não são derrogadas.
Vamos examinar sob a nossa ótica, o que poderia ter ocorrido: Sabemos que nas sessões de efeitos físicos, os Espíritos podem construir alguns objetos usando os fluidos apropriados dos médiuns. Sabemos de casos em que os eles fabricaram e/ou transportaram bombons e outras guloseimas.
Kardec explica no Livro dos Médiuns e na Revista Espírita que a matéria está disseminada no espaço e os espíritos podem aglutiná-la, com a força do pensamento, para um determinado efeito. Ele chamou isto de, laboratório do mundo invisível.Ora, Jesus de Nazaré tinha uma extraordinária força psíquica, e o mundo espiritual estava à sua disposição para ajudá-lo. Portanto era perfeitamente possível a materialização de pães e peixes suficiente para alimentar aquelas pessoas.
A segunda hipótese seria a do fenômeno de transporte. Os Espíritos teriam transportado o pão assado e o peixe frito de lugares onde eles existiam. Certamente, as casas de moradia e algum comércio. Esta tese esbarra em duas dificuldades: 1ª) A desonestidade, pois algumas pessoas sofreriam prejuízos. 2ª) Não se fabricava tantos pães, pois cada família fazia o suficiente para o seu consumo. Não havia casas comerciais, como as que conhecemos hoje, que comercializam o pão.
A nossa lógica tem outra explicação: a fraternidade, a solidariedade. Como aquele rapazinho, muitas outras pessoas deveriam ter levado algum lanche. Ao vê-lo entregar os seus pães e peixinhos, muitos outros fizeram o mesmo, e todos se fartaram.
Então não houve um milagre? Houve sim! O milagre da fraternidade a ponto de alguns dividirem o que era apenas seu.
Um último lembrete: para reunir cinco mil homens, fora as mulheres e crianças, seria necessário esvaziar centenas de aldeias e pequenas cidades da judéia, pois cada aldeia deveria ter 150 moradores ou um pouco mais.
Os evangelistas mentiram? Não! Mas talvez tenham se entusiasmado. Porém deixaram uma lição: a solidariedade. A fraternidade faz milagres!
Vamos exemplificar com uma passagem que nos veio à mente; a da multiplicação dos pães e peixinhos. Teria essa passagem ocorrido, realmente? Se ocorreu não teria sido aumentada ao passar pela tradição oral de boca a ouvido durante três décadas, até ser escrito o primeiro Evangelho?
Hoje, com o conhecimento espírita, sabemos que pode ter acontecido realmente, mas nunca através de milagre, pois as leis divinas não são derrogadas.
Vamos examinar sob a nossa ótica, o que poderia ter ocorrido: Sabemos que nas sessões de efeitos físicos, os Espíritos podem construir alguns objetos usando os fluidos apropriados dos médiuns. Sabemos de casos em que os eles fabricaram e/ou transportaram bombons e outras guloseimas.
Kardec explica no Livro dos Médiuns e na Revista Espírita que a matéria está disseminada no espaço e os espíritos podem aglutiná-la, com a força do pensamento, para um determinado efeito. Ele chamou isto de, laboratório do mundo invisível.Ora, Jesus de Nazaré tinha uma extraordinária força psíquica, e o mundo espiritual estava à sua disposição para ajudá-lo. Portanto era perfeitamente possível a materialização de pães e peixes suficiente para alimentar aquelas pessoas.
A segunda hipótese seria a do fenômeno de transporte. Os Espíritos teriam transportado o pão assado e o peixe frito de lugares onde eles existiam. Certamente, as casas de moradia e algum comércio. Esta tese esbarra em duas dificuldades: 1ª) A desonestidade, pois algumas pessoas sofreriam prejuízos. 2ª) Não se fabricava tantos pães, pois cada família fazia o suficiente para o seu consumo. Não havia casas comerciais, como as que conhecemos hoje, que comercializam o pão.
A nossa lógica tem outra explicação: a fraternidade, a solidariedade. Como aquele rapazinho, muitas outras pessoas deveriam ter levado algum lanche. Ao vê-lo entregar os seus pães e peixinhos, muitos outros fizeram o mesmo, e todos se fartaram.
Então não houve um milagre? Houve sim! O milagre da fraternidade a ponto de alguns dividirem o que era apenas seu.
Um último lembrete: para reunir cinco mil homens, fora as mulheres e crianças, seria necessário esvaziar centenas de aldeias e pequenas cidades da judéia, pois cada aldeia deveria ter 150 moradores ou um pouco mais.
Os evangelistas mentiram? Não! Mas talvez tenham se entusiasmado. Porém deixaram uma lição: a solidariedade. A fraternidade faz milagres!
por Amilcar Del Chiaro Filho (desencarnou em 2006).
Fonte: Revista Cristã de Espiritismo
sábado, 13 de abril de 2013
O Acaso não existe
A Harmonia
existente no mecanismo do Universo patenteia combinações e desígnios
determinados e, por isso mesmo, revela um poder inteligente. Atribuir a formação
primaria ao acaso é insensatez, pois que o acaso é cego e não pode produzir
os efeitos que a inteligência produz. Um acaso inteligente já não seria acaso.
O que
você acha dessa frase? As coisas acontecem ou não por acaso? Há ou não
coincidências? Será que existem ou não eventos totalmente aleatórios sem nenhum
vínculo causal inteligente? Pensar sobre a resposta dessas perguntas pode mudar para
sempre o rumo de nossas vidas.
Quem
acredita no acaso costuma creditar uma série de acontecimentos bons ou não à sorte
ou ao azar e assim se desliga da responsabilidade em cuidar de si mesmo ou de
sua própria vida. Afinal, se tudo é mesmo fruto do acaso, por que se importar se
nosso esforço pouco influiria?
Quem,
por sua vez, acredita que nada ocorre ao acaso e procura tirar proveito de cada
experiência vivenciada em seu dia a dia, acaba bebendo o néctar da renovação sem fazer
muito esforço. Simplesmente o fato de abraçar a idéia que há algo maior que
interfere nos acontecimentos de nossa vida por si só já abre um caminho
enorme para que nos sintamos mais conectados e responsáveis por nossas
escolhas.
É muito
mais fácil se desconectar quando não se vincula a nada. É mais fácil não ser
disciplinado quando achamos que nosso esforço pouco influirá no resultado final
das coisas que fazemos. Quando mudamos nossa visão da vida, mudamos nossa forma de
pensar, falar e agir. E isso, por si só, já é suficiente para modificar muitas coisas.
Pessoalmente
nunca acreditei em acaso, mesmo antes de estudar filosofia, religiões e versões
científicas, como a física quântica, que nos oferecem muitas reflexões, a fim de
nos mostrar que estamos todos ligados em uma grande teia inteligente. Portanto, o acaso não
existiria, mas, sim, conseqüências ou respostas da vida a tudo o que fazemos ou
deixamos de fazer. Nesse caso, não há mais espaço para você acreditar que é vítima, pois
não há vítimas.
Todos
somos responsáveis. Todos interferimos diretamente na vida que temos. Por isso,
ter essa
visão de mundo não apenas me ajudou a ser bem mais comprometido com minhas
escolhas
como percebo que ajuda a muitas outras pessoas a fazer o mesmo.
E você?
O que tem a dizer sobre isso? Acredita mesmo que os acontecimentos de sua vida
são aleatórios ou já consegue perceber a relação de causa e efeito entre o ser
humano que você é e a vida que você tem?
Fonte: Harmonia Espiritual
sexta-feira, 12 de abril de 2013
segunda-feira, 8 de abril de 2013
Esquete Revelação - A Caminho da Luz
Esquete apresentado pela
Companhia de Teatro Laboro,
no Seminário Lítero-Musical:
A Caminho da Luz.
Assistam acessando este link...
Muito bom!
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=W8_PDskwaUE
O LIVRO DOS ESPÍRITOS - Farol a indicar caminhos...
A história das civilizações se perpetua através dos livros, proporcionando o enriquecimento histórico e cultural dos povos. O livro, cada vez mais lido, torna-se instrumento atuante sobre a mente humana. Os livros tanto podem enriquecer, ampliar, libertar, quanto deturpar ou escravizar consciências. Portanto, é necessário valorizar aqueles que dignificam o homem.
Sob a luz abençoada do Consolador, O livro dos espíritos comemora 156 anos a iluminar consciências. Segundo publicação do próprio Codificador:
Contém a doutrina completa, como a ditaram os próprios Espíritos, com toda a sua filosofia e todas as suas consequências morais. É a revelação do destino do homem, a iniciação no conhecimento da natureza dos Espíritos e nos mistérios da vida de além-túmulo. Quem o lê compreende que o Espiritismo objetiva um fim sério, que não constitui frívolo passatempo.
Seu conteúdo se distribui em quatro partes; os temas, adredemente escolhidos, são desenvolvidos de forma muito original: perguntas e respostas. É uma disposição que facilita agradavelmente a leitura e o seu entendimento.
A primeira edição dessa obra monumental foi revelada ao público a 18 de abril de 1857. Não foi por acaso que essa data ficou gravada nos anais do Espiritismo. Tão importante se tornou que, na atualidade, foi instituída como Dia Nacional do Espiritismo.
O êxito do lançamento foi esplêndido. A primeira edição esgotou-se rapidamente. Em março de 1860, após revista, corrigida e ampliada, foi lançada a segunda edição, com seu conteúdo e formato definitivos. Completou-se, dessa forma, o primeiro livro da Codificação Espírita em toda sua amplitude filosófica e moral.
O Espírito Baluze, em comunicação mediúnica e espontânea, faz referência a esse estandarte do Espiritismo:
E quando tantas esperanças não pedem senão para se espalhar,quando tantas outras regiões estão, como essa, numa prostração mortal, desejamos que, em todos os corações, em todos os recantos perdidos deste mundo, penetre O livro dos espíritos. Só a doutrina que ele encerra será capaz de mudar o espírito das populações [...].3 (Destaque nosso.)
Em 1868, ao ser lançada A gênese,Allan Kardec ressalta em suas páginas:
O livro dos espíritos só teve consolidado o seu crédito, por ser a expressão de um pensamento coletivo, geral. Em abril de 1867,completou o seu primeiro período decenal. Nesse intervalo, os princípios fundamentais, cujas bases ele assentara, foram sucessivamente completados e desenvolvidos, por virtude da progressividade do ensino dos Espíritos.
Nenhum, porém, recebeu desmentido da experiência; todos,sem exceção, permaneceram de pé, mais vivazes do que nunca, enquanto que, de todas as ideias contraditórias que alguns tentaram opor-lhe, nenhuma prevaleceu[...].4 (Destaque nosso.)
Tão importante se tornou O livro dos espíritos que os jornais da época se apressaram a publicar artigos favoráveis sobre essa obra monumental:
O livro dos espíritos, do Sr.Allan Kardec, é uma página nova do grande livro do infinito, e estamos persuadidos de que um marcador assinalará essa página. Ficaríamos desolados se pensassem que acabamos de fazer aqui um anúncio bibliográfico; se pudéssemos supor que assim fora, quebraríamos a nossa pena imediatamente. Não conhecemos absolutamente o autor, mas confessamos abertamente que ficaríamos felizes em conhecê-lo. Aquele que escreveu a introdução que inicia O livro dos espíritos deve ter a alma aberta a todos os sentimentos nobres.[...]
A todos os deserdados da Terra,a todos os que caminham e caem, regando com suas lágrimas o pó da estrada, diremos:
Lede O livro dos espíritos; isso vos tornará mais fortes. Também aos felizes, aos que pelos caminhos só encontram os aplausos da multidão ou os sorrisos da fortuna, diremos: Estudai-o; ele vos tornará melhores.5 (Destaques nosso.)
Chegara o momento em que o eminente trabalhador deveria retornar ao lar espiritual. Completara galhardamente a missão a que viera: a Codificação estava estruturada no Pentateuco Consolador. Tendo o grande missionário desencarnado, foi publicada a sua biografia, de que extraímos o seguinte excerto:
Data do aparecimento de O livro dos espíritos a fundação do Espiritismo que, até então, só contara com elementos esparsos, sem coordenação, e cujo alcance nem toda gente pudera apreender. A partir daquele momento, a doutrina prendeu a atenção dos homens sérios e tomou rápido desenvolvimento. Em poucos anos, aquelas ideias conquistaram numerosos aderentes em todas as camadas sociais e em todos os países. Esse êxito sem precedentes decorreu sem dúvida da simpatia que tais ideias despertaram, mas também é devido, em grande parte, à clareza com que foram expostas e que é um dos característicos dos escritos de Allan Kardec.6 (Destaque nosso.)
O Sr. Camille Flammarion fez um discurso emocionante junto ao túmulo de Kardec:
[...] Quando, pelo ano de 1850,as manifestações, novas na aparência, das mesas girantes,das pancadas sem causa ostensiva,dos movimentos insólitos de objetos e móveis começaram a prender a atenção pública, determinando mesmo, nos de imaginação aventureira, uma espécie de febre, devida à novidade de tais experiências, Allan Kardec, estudando ao mesmo tempo o magnetismo e seus singulares efeitos, acompanhou com a maior paciência e clarividência judiciosa as experimentações e as tentativas numerosas que então se faziam em Paris. Recolheu e pôs em ordem os resultados conseguidos dessa longa observação e com eles compôs o corpo de doutrina que publicou em 1857, na primeira edição de O livro dos espíritos. Todos sabeis que êxito alcançou essa obra, na França e no estrangeiro. Havendo atingido a 16a edição, tem espalhado em todas as classes esse corpo de doutrina elementar [...].7 (Destaque nosso.)
Doze anos depois de seu lançamento,precisamente em maio de 1869, após a desencarnação do amorável Codificador, O livro dos espíritos alcançou sua décima sexta edição francesa. E, nos dias atuais, após 156 anos de divulgação, a obra basilar da Codificação já foi traduzida para as mais diversas línguas do mundo, entre elas o japonês. O livro dos espíritos é o alicerce sólido, a pedra angular dessa consoladora Doutrina, revivescência do Evangelho de Jesus.8
Referências:
1KARDEC, Allan. O livro dos médiuns. Trad. Guillon Ribeiro. 80. ed. 4. reimp. Rio de Janeiro: FEB, 2012. pt. 1, cap. 3, Do
método, it. 35.
2______. Revista espírita: jornal de estudos psicológicos, ano 3, n. 3, p. 154 e 155, mar. 1860. Trad. Evandro Noleto Bezerra. 3. ed.
2. reimp. Rio de Janeiro: FEB, 2009. À venda O livro dos espíritos – Segunda edição.
3______. ______. ano 9, n. 5, p. 199, mai.1866. Trad. Evandro Noleto Bezerra.2. ed. 2. reimp. Rio de Janeiro: FEB, 2009. Lembrança retrospectiva de um Espírito.
4______. A gênese. Trad. Guillon Ribeiro,52. ed. 5. reimp. Rio de Janeiro: FEB,2012. Introdução, p. 16.
5______. Revista espírita: jornal de estudos psicológicos. ano 1, n. 1, p. 64 e 65,jan. 1858. Trad. Evandro Noleto Bezerra.
4. ed. 3. reimp. Rio de Janeiro: FEB, 2011.
A Doutrina Espírita, p. 64 e 65.
6______. ______. ano 12, n. 5, p. 188 e 189, mai. 1869. Trad. Evandro Noleto Bezerra.3. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2009.
Biografia do sr. Allan Kardec.
7______. ______. p. 197. Discursos pronunciados junto ao túmulo. O espiritismo e a ciência.
8WANTUIL, Zêus; THIESEN, Francisco. Allan Kardec – Pesquisa biobibliográfica e ensaios de interpretação. 4. ed. Rio de Janeiro:FEB, 1998. v. 3,cap. 1, As obras espíritasde Allan Kardec.
_______________________________
Fonte: Reformador - edição abril/2013
domingo, 7 de abril de 2013
sábado, 6 de abril de 2013
Palestra Divaldo Pereira Franco - Qualidade na Prática Mediúnica
Divaldo Franco - Qualidade na Prática Mediúnica - Partes I e II
ESPECIAL - 156 ANOS DE "O LIVRO DOS ESPÍRITOS "
Para
esta semana, trazemos aos nossos leitores alguns vídeos elaborados em
torno da obra que aniversaria neste mês: O LIVRO DOS ESPÍRITOS.
Estando
sempre atual, esta obra grandiosa precisa ser, a cada dia, revisitada
por nós, espíritas. Assim, trazemos dois trechos interessantes que
situam, respectivamente, no início e no término da mesma.
- o -
O SIGNIFICADO DA CEPA
Acaso sabemos o que representa a cepa que desenharam os Espíritos e que, a pedido destes, Kardec inseriu no cabeçalho da obra?
- o -
ORIENTAÇÃO DE SANTO AGOSTINHO
Vejamos
agora importante orientação do Espírito Santo Agostinho aos Espíritas.
Esta mensagem pode ser encontrada no nono item das conclusões da
referida obra.
- o -
Em
2007, por ocasião do Sesquicentenário da obra, o Espírito Joanna de
Ângelis, através da mediunidade psicográfica de Divaldo Franco,
brindou-nos com belíssima mensagem especular em inglês enaltecendo o
valor de O LIVRO DOS ESPÍRITOS.
- o -
Recentemente, a TVCEI produziu seu
primeiro desenho animado espírita, com base na obra "Meu Primeiro Livro
Espírita", de Luís Hu Rivas. A animação leva ao público infantil o
conhecimento e as primeiras noções do conteúdo do livro basilar da
Doutrina Espírita.
Fonte: Unificação do Movimento Espírita
segunda-feira, 1 de abril de 2013
Sózinho? Curta metragem espírita - Bebidas Alcoólicas
Ninguém está sozinho!
Temos a opção de escolher qual a companhia que
queremos ter.
A obsessão é típica no caso do uso do álcool,
veja como
ocorre essa interação.
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