Eternidade

Eternidade

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

MENSAGEM EDIFICANTE


Opiniões

“Aí de vós, quando todos os homens de vós disserem bem, 
porque assim faziam seus pais aos falsos profetas. ”
 – Jesus. ( Lucas, 6:26. )


Indubitavelmente, muitas pessoas existem de parecer estimável, às quais podemos recorrer nos momentos oportunos, mas que ninguém despreze a opinião da própria consciência, porquanto  a voz de Deus, comumente, nos esclarecerá nesse santuário divino.

Rematada loucura é o propósito de contar com a aprovação geral em nosso esforço.

Quando Jesus pronunciou a sublime exortação desta passagem de Lucas, agiu com absoluto conhecimento das criaturas. Sabia o Mestre que, num  plano de contrastes chocantes como a Terra, não será possível agradar a todos simultaneamente.

O homem da verdade será compreendido apenas, em tempo adequado, pelos espíritos que se fizerem verdadeiros. O prudente não receberá aplauso dos imprudentes.

O Mestre, em sua época,não reuniu as simpatias comuns. Se foi amado por criaturas sinceras e simples, sofreu impiedoso ataque dos convencionalistas. Para Maria de Magdala era Ele o Salvador; para Caifás, todavia, era o revolucionário perigoso.

O tempo foi a única força de esclarecimento geral.

Se te encontras em serviço edificante, se tua consciência te aprova, que te importam as opiniões levianas ou insinceras?

Cumpre o teu dever e caminha.

Examina o material dos ignorantes e caluniadores como proveitosa advertência e recorda-te de que não é possível conciliar o dever com a leviandade, nem a verdade com a mentira.


pelo Espírito Emmanuel
Livro: Caminho, Verdade e Vida ”, Médium: Francisco Cândido Xavier

MENSAGEM ESPÍRITA



Alma corajosa não é aquela que se dispõe
a revidar  golpe recebido e sim
aquela que sabe desculpar e esquecer.


Emmanuel

MENSAGEM DO DIA


domingo, 12 de agosto de 2012

MENSAGEM ESPÍRITA


Há muitas moradas na casa do meu Pai

 Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim.

 Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, 
eu vo-lo teria dito; vou preparar-vos lugar.

 E, se eu for e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos tomarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também.(João, XIV:1-3)


MENSAGEM DO DIA


MENSAGEM EDIFICANTE



Cada Manhã


Cada manhã, volves o corpo que te suporta a intemperança e recebes a benção do sol que te convida ao trabalho, a palavra do amigo que te induz à  esperança, o apoio constante da Natureza e reencontro com os desafetos para que aprendas a convertê-los em laços de beleza e harmonia e, sobretudo, a graça de lutar, por teu próprio aprimoramento, a fim de que o tempo te erga à vitória do Bem.

Não te rendas, portanto, ao derrotismo e à dúvida que te lançam na sombra, porque, além do tormento a que o homem se atira, teimoso e imprevidente, Deus permanece em paz, acendendo as estrelas e unindo as gotas d'água para que todos nós possamos elevar-nos dos abismos da treva para os Cismos da Luz.


pelo Espírito Emmanuel
Livro: De Alma e Luz, psicografia de Francisco C. Xavier
 



CHICO XAVIER


Arvoredo

Sabe-se que o Chico Xavier não raro, tinha o hábito de pedir a um amigo que, de quando em quando, o levasse de carro até a um arvoredo próximo à cidade. 

Quando se sentia mais enfraquecido fisicamente ou mesmo necessitando de superar este ou aquele abatimento, ele estimava ir até a um pequeno bosque nas imediações de Uberaba...Em lá chegando, descia do carro e se abraçava, de preferência, ao tronco das árvores mais velhas... Ele se abraçava uma, se abraçava a outra...Acariciava o tronco das árvores, conversava com elas... E saia completamente revigorado!...
Por Carlos Baccelli

MENSAGEM EDIFICANTE


A menina e as árvores

Era uma vez uma bela menina que vivia perto de uma floresta. Morava num pequeno chalé de madeira, ajardinado.
Ela gostava de olhar as plantas e árvores da mata e queria cuidar delas para que, um dia, a floresta se transformasse num jardim e fosse perfeitamente organizada e feliz, como ela sempre sonhara.

A mata possuía uma mangueira alta, uma goiabeira frondosa e um jambeiro bem encorpado. A menina retirava os gafanhotos da mangueira, arrancava a trepadeira que insistia em subir na goiabeira e retirava todas as ervas daninhas, que brotavam no chão, perto do jambeiro. Todos os dias ela se sentia na obrigação de fazer esse trabalho, pois não sossegaria enquanto a mata não estivesse perfeitamente organizada. Queria fazer o bem para a floresta, mas, no fundo, queria a perfeição em sua obra.

Quando a menina chegara até aquela região, o antigo dono das terras, um mago muito sério e respeitado, dissera-lhe que deveria "ser boa para ser feliz". Logo em seguida o mago se foi, desaparecendo em meio à névoa da madrugada. E ela entendeu que ser boa era cuidar de tudo e não deixar nada faltar.

Curiosamente, a menina tinha ouvidos mágicos, que escutavam a linguagem das plantas. Ouvia reclamações da mangueira que gritava: “Ai! Há muitos gafanhotos em minhas folhas!”. E lá ia a menina para eliminá-los. Ouvia a goiabeira dizendo: “Ora, mas que abuso! Essa trepadeira não se cansa de subir em mim. Desse jeito, vai impedir que o sol me banhe e vou acabar morrendo!”. E lá ia a menina para dar um jeito nisso também. Quando já ia descansar um pouco, escutava o jambeiro gritando: “Socorro! Olha quantas ervas daninhas estão nascendo aqui ao meu lado! Elas vão roubar os nutrientes da minha terra e ai de mim!”. Imediatamente, a menina saía para capinar o terreno e resolver mais esse problema.

O tempo ia passando e nunca a mata virava jardim — a perfeição não acontecia, porque perfeição não é pra acontecer mesmo. E também nunca as árvores paravam de se queixar e de chamar a menina, que já estava se sentindo muito enfraquecida.
Sempre havia uma sensação de frustração, pois parecia uma tarefa interminável, um cansaço grande tomava conta dela. Sobretudo quando as árvores brigavam entre si. A mangueira se irritava com as flores que o jambeiro jogava no chão. O jambeiro não aceitava a aparência dos galhos tortos da goiabeira, que, por sua vez, reclamava porque a mangueira tinha raízes espaçosas demais. Os desentendimentos eram tão frequentes que a menina já não os conseguia controlar, e assistia às árvores arrancando as folhas umas das outras.

Um dia a menina percebeu que precisava de ajuda.
Havia uma tribo de índios ali perto com cinco sábios anciãos. Eram pajés, que acompanhavam a menina de longe, mas a amavam muito e queriam seu bem.

Quando a menina chegou até a aldeia para lhes contar sobre os problemas que vivia, os cinco pajés já estavam aguardando a sua chegada. A menina olhou para eles espantada, pois em seus olhos eles mostravam grande brilho, e ela sentia que eles tinham respostas importantes para ela.
Sentou-se então à frente dos índios. O mais velho de todos começou a falar:
— Menina, nós observamos sua vida e já sabemos o que lhe acontece. Vimos, na fumaça da fogueira sagrada, tudo o que vem passando e queremos encontrar, junto com você, novos caminhos.
— Que bom! Mas antes me deixe explicar que preciso cuidar da mata, das árvores. É meu dever fazer tudo ficar perfeito — disse a menina. — Quero também dizer-lhes da minha dor, pois as árvores não me deixam em paz. Não posso descansar, pois elas sempre me chamam… E me maltratam também.
— Nós já sabemos o que você vem fazendo. Como dissemos, já vimos seu passado e seu presente na fumaça da fogueira sagrada. Sabemos da sua dor, e ela é grande; e queremos mostrar-lhe caminhos para o futuro. Isso é o que nos importa.

A menina então silenciou. Era necessário silenciar e abrir-se para receber as respostas.
Os cinco índios sábios então lhe apresentaram, cada um a seu turno, um caminho:
— Primeiro caminho: Buscar a liberdade para si. A liberdade é um bem precioso. Você pode aprender com a natureza. O rio não se prende a regras. Se as chuvas forem muito fortes, ele transborda, sai do leito, muda o curso, alaga as regiões ribeirinhas. Se a estação for seca, ele diminui a vazão, desaparece quase, virando um riacho. Ele muda mostrando que é livre e flexível. Busque para si essa mesma leveza, essa liberdade, de às vezes ser diferente do que esperam de você; liberdade de mudar e de surpreender os outros. O rio nem sempre é bonzinho, e por isso mesmo ele é tão forte e respeitado.

— Segundo caminho: Buscar a liberdade para o outro. Ainda aprendendo com a natureza, saiba que tudo acontece no seu ritmo e no seu tempo. Um homem cheio de boas intenções resolveu ajudar uma linda planta a florescer mais rápido. Achava que se ficasse ao seu lado ela iria se nutrir com amor. Ele se aproximava, sentava-se ao lado da planta e conversava com ela. Às vezes, até cantava para ela. Passava horas e horas do dia ali, querendo ajudar sua planta a produzir as mais belas flores. Mas, ao contrário, as folhas foram se tornando mirradas e murchas, e nenhuma flor despontava. Foi aí então que ele percebeu que, por ficar tanto tempo ao lado da planta, estava impedindo que o sol a banhasse. Sim, ele estava jogando sombra sobre ela. Foi fundamental descobrir que era preciso deixá-la mais tempo sozinha. E só assim ela conseguiu florescer. Portanto, liberte as árvores. Abdicar do poder sobre o outro é saber desapegar-se e permitir que ele encontre luz sozinho também. Quando libertamos o outro, deixamos que também aprenda com seus próprios erros; permitimos que seu fluxo de crescimento aconteça.

— Terceiro caminho: Buscar o perdão para si. Perdoar a si mesma é ser auto-indulgente, abrindo espaço para uma vida mais feliz, dizendo com convicção: “Estou crescendo, quero aprender e mudar, mas não me obrigo a atingir a perfeição”. Os erros do passado ficaram lá atrás, numa curva do tempo. A natureza nos ensina que não vale a pena uma árvore chorar eternamente o fruto que deixou cair antes do tempo. Se assim ela fizer, não poderá olhar a beleza daqueles outros que já estão amadurecendo.

— Quarto caminho: Buscar o perdão para o outro. Perdoar não é esquecer. Mas é recordar de outra maneira. Às vezes, erigimos altares à mágoa e ao rancor. Permitir que se vá qualquer desventura é bênção preciosa, é atitude inteligente. O mal só nos alcança quando assim permitimos. Não é o outro que nos fere, somos nós que nos ferimos com algo que o outro fez. As mãos dos índios devem estar sadias, não podem ter ferimentos, quando vão extrair a seiva do pau-roxo, pois ela é venenosa. Mas se a seiva entrar no corpo de algum índio e ele adoecer por conta disso, não poderá responsabilizar a planta. O problema era a sua mão que estava ferida, aberta. Aquilo que alguém fez, deixemos no passado, que é o seu lugar, sabendo que só nos atingiu porque, de alguma forma, abrimos espaço para tanto.

— Quinto caminho: Esse quinto caminho não é algo para ser compreendido através de palavras. É algo para ser percebido com a alma.
E, dizendo isso, o velho pajé retirou um grande cristal mágico de uma cesta. E com a bela e reluzente pedra nas mãos, prosseguiu:
 — Observe essa pedra. Ela não é o céu, mas reflete o céu. Ela não é a terra, mas reflete a terra. Não é o fogo, mas reflete o fogo. Guarde nas suas mãos o poder de ser o que você quiser, refletindo aquilo de que você se aproxima. Observando esse cristal, peça ao Alto que lhe derrame luz e paz para seguir em frente, construindo seu futuro. Você é a única pessoa que tem esse poder! Leve esse presente: o cristal do auto-encontro.

A menina, emocionada, ficou ali olhando o cristal enquanto os cinco índios se afastavam. E, através da pedra, ela pôde ver muita coisa. Era como se a sua percepção tivesse aumentado. Ela viu, por exemplo, que, de tanto dar atenção às arvores da mata, o jardim do seu próprio chalé estava abandonado. A pequena rosa, o lírio e o crisântemo estavam murchos e amarelados, tristes… Ela também viu em uma das faces espelhadas do cristal, que ela mesma merecia cuidados. Lembrou que sua vida era também um jardim precioso e que era o momento de dar a si uma boa dose de atenção. Ali, em meio a tantas descobertas, desligou-se das coisas por algum tempo. Olhando para o cristal mágico parou de escutar os gritos das árvores e sentiu-se pronta a percorrer os seus próprios cinco caminhos.

Depois de alguns dias afastada, retornou. Estava até curiosa em saber o que havia acontecido com a mata e as árvores em sua ausência.
Chegando de volta, notou que a mangueira tinha encontrado sua própria forma de espantar os gafanhotos, derramando seiva por sobre partes de seu caule. Havia feito tentativas e encontrou uma saída por si mesma. Não estava tão bonita como antes, mas havia se fortalecido e na próxima primavera não teria mais problemas com as pragas. Certamente voltaria a ser frondosa e bela como antes. A goiabeira, por sua vez, acabou permitindo que a trepadeira se instalasse em seu tronco, e viu que era possível ter essa inquilina em seu corpo. Não teria a mesma quantidade de sol sobre suas folhas, não brilharia sozinha, mas poderia permitir mais frutos à mata, pois a trepadeira era, na verdade, um pé de maracujá. De outro lado, o jambeiro viu que as ervas daninhas cresceram, mas não o ameaçavam de verdade. Havia terra para todos. As borboletas gostaram das ervas que nasceram, pois tinham flores. Os pássaros agradeciam a presença do capim que eles usavam para fazer seus ninhos e cujas sementes lhe davam refeição saborosa.

A mata não estava perfeita como a menina queria, não podia ser chamada de um jardim, mas quem é que pode dizer como é que deve ser a perfeição? A menina viu que a natureza deu um jeito de resolver as coisas e que ela podia agora olhar para dentro de si.
Refletiu sobre as palavras do mago: “Você precisa ser boa para ser feliz”, e agora as interpretou de um outro modo. Era fundamental que ela fosse boa, antes de qualquer coisa, para si mesma, a fim de alcançar a felicidade.

Voltando ao seu chalé, colocou o cristal mágico sobre uma mesa e decidiu que viveria buscando caminhos novos. Decidiu que, a partir daquele dia, tudo ia mudar. O cristal mágico do auto-encontro iria nortear seus passos, pois dentro de si estavam todas as respostas. Olharia mais seu próprio jardim, cuidaria de suas próprias coisas.
 
A partir daquele dia, teve um universo maior de alternativas e, quando alguma árvore começava a chamá-la, tinha total liberdade de escolher se queria ou não interferir. Em virtude disso, as árvores aprenderam a crescer sozinhas. A menina, depois de alguns anos, foi chamada à aldeia. Os cinco pajés queriam saber como ela estava. Percebendo como havia se tornado sábia, permitiram que fosse, mesmo jovem, a sexta "anciã" da tribo que, com sua experiência, começaria a ajudar outras pessoas, sem jamais esquecer de si mesma. 


Por Kau Mascarenhas

MENSAGEM DIÁRIA


MENSAGEM ESPÍRITA


sábado, 11 de agosto de 2012

POESIA




Deus age...


Dificuldades e empecilhos,
Aflições desatadas,
Provações imprevistas.
Tristezas e amarguras,
Farpas de incompreensão,
Contratempos e lágrimas,
Desastres iminentes,
Problemas e conflitos.

Quando essas sombras apareçam,

Ora e silencia,
Guardando tolerância;
Se possível, nada digas, servindo para o bem
Sem que te queixes de ninguém.

Então perceberás

Que te encontras em paz
E que uma luz vem vindo
Para auxílio de todos...

Assim será sempre,

Porque em todas as crises.
O Céu apaga as horas infelizes,
E se calas e esperas, na fé que já te alcança,
Com mais imediata segurança,
Deus permanece agindo
Emmanuel
Psicografia de Francisco C. Xavier

MENSAGEM ESPÍRITA


quinta-feira, 9 de agosto de 2012

PSICOGRAFIA



Os bens terrenos e os espirituais

“Paz e graça a todos. Que as luzes do entendimento vos envolva. A mensagem de hoje fala acerca do apego aos bens terrenos. As casas religiosas estão cheias dos que, sob o pretexto de dar a Deus, procuram a fortuna, o enriquecimento fácil. Algumas, numa atitude indigna, usam o nome de Deus como propaganda de sua banca de apostas, denominação justa que se pode dar a esses mercadores vis.

No entanto, Jesus há dois mil anos já deixou entre vós a mensagem de que Seu Reino não é deste mundo. O reino do qual Ele fala tem como moeda a bondade, o amor, a benevolência, a fraternidade e todas as virtudes que dignificam o Espírito. Neste Reino o que vale é o sentimento sincero do amor ao próximo, na prática verdadeira da caridade, única e absoluta via de salvação. Não penseis, porém, que é a caridade que vos envaidece quando vos encheis de orgulho na divulgação do bem que fazeis. Não penseis que praticais a caridade quando, por desencargo de consciência, depositais nas mãos dos miseráveis algumas moedas, que muitas vezes é simplesmente lançada ao chão. 

Observai bem vossas vidas. Em vosso desmesurado egoísmo achais muito pouco o que possuís, pois vossas almas sedentas do supérfluo não se contentam apenas com o necessário. Vossas vidas são cheias de benefícios, vossos problemas são migalhas frente ao sofrimento desses a quem lançais vossas moedas, pois frequentemente deitam suas cabeças nas duras calçadas das vias públicas e mesmo quando possuem um leito para deitar em suas choupanas, são desprovidos das boas condições com que ora vos aquinhoa a vida.
Caríssimos! Cuideis para que não vos percais em vossos constantes desejos de possuir o que julgais muito necessário. Com frequência o que buscais como essencial para vossa felicidade, configura-se em verdadeira desgraça mais à frente. Isto porque tendes uma ideia bastante distorcida do que é a vida e tudo o que envolve o processo de edificação do Espírito. 

Os bens materiais são uma grande ferramenta de evolução se souberdes aproveitar a oportunidade. Tendo o conhecimento da verdadeira vida, certamente compreendereis que a verdadeira propriedade, porém, é aquela que se consegue aprimorando o Espírito. Deixai de lado vosso egoísmo e orgulho e analisai se não podeis fazer mais, bem mais do que fazeis. Minimizar o sofrimento no mundo através de boas obras é dever de todos. Não vos esqueçais de que sois irmãos, filhos do mesmo Pai e que da forma mesma como agirdes na vida, ela agirá convosco, fazendo valer as suas leis que são justas e imutáveis. Fazei o bem e não esperais reconhecimento. 

Eis tudo.

Deus vos abençoe os gestos de sincera comiseração e beneficência”.

João

Espírito:João
Sociedade de Estudos Espíritas Allan Kardec –São Luís –MA –Data:05.09.00

MENSAGEM FRATERNA



Mensagem fraterna


"Lembra-te que a força divina sabe ver
nas profundezas e, com o arado do tempo,
tudo corrige, reajusta e eleva,
sem necessidade da nossa apreciação individual."

 Emmanuel